Foram encontradas 35 questões.
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD):
Equipamentos utilizados para acessar Internet
| Equipamento | 2018 | 2019 |
| 98,1% | 98,6% |
| 50,7% | 46,2% |
| 23,1% | 31,9% |
| 12,0% | 10,9% |
Adaptado de educa.ibge.gov.br
A partir da análise dos dados da tabela, um aspecto que deve ser considerado estratégico nas ações das assessorias de imprensa é:
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Uma pesquisa da Edelman Trust Barometer sobre a credibilidade das fontes ouviu mais de 33 mil entrevistados, em 28 países, entre outubro e novembro de 2020.
Credibilidade da fonte (%)

Adaptado de edelman.com.br.
Com base na análise do gráfico, as fontes com maior credibilidade são:
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Em junho de 2020, o Instituto DataSenado realizou uma pesquisa sobre Fake News, para a qual foram entrevistados 1200 brasileiros maiores de 16 anos. Observe os resultados no gráfico:
Uso de meios de comunicação como fonte de informação

Adaptado de www12.senado.leg.br.
A partir da análise do gráfico, conclui-se que os brasileiros dão preferência à seguinte fonte de informação:
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Mais de 17 milhões de trabalhadores fizeram a Carteira de Trabalho Digital e a utilizam no lugar do documento impresso. Segundo dados do Ministério da Economia, a versão digital do documento já foi acessada mais de 100 milhões de vezes, sendo 91 milhões só em 2020.
Adaptado de gov.br.
O e-gov é um exemplo de serviços prestados à sociedade por meio de plataformas digitais. Tais serviços remetem ao seguinte princípio da comunicação pública:
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Um filme
Esta é a maior qualidade do filme “Spotlight: segredos revelados”: ele dura 128 minutos. E nenhum deles parece estar além da conta. É o tempo de que o diretor Tom McCarthy precisava para contar sua históriaa. E ele conta de uma maneira que o espectador nunca sente tédio. Não tem sexo, não tem humor, não tem violência, não tem perseguição de carros, não tem efeitos especiais. É só uma história bem contada. E que história!
“Spotlight: segredos revelados” segue o dia a dia de um grupo de jornalistas da publicação americana The Boston Globe durante a apuração, em 2001, de uma reportagem que entraria para a História. São quatro repórteres que formam a equipe chamada de Spotlight. Eles trabalham em reportagens especiais, sem prazo para ficarem prontas. Aqui no Brasil também há equipes assim. Costumamos chamar de Tropa de Choque. Nos meus 40 anos de jornalismo, vi várias serem formadas. Mas nunca vi uma dar certo. Elas costumam ganhar a antipatia do resto da redaçãoa. Afinal, enquanto a maioria dos repórteres faz uma, duas, até três reportagens por dia, seguindo a pauta, o pessoal da Tropa de Choque fica um mês ou mais sem publicar nada. O desgaste acaba encerrando as atividades das Tropas de Choque.
A tropa americana deu certo. E o assunto era cabeludo. Cabia aos repórteres descobrir se a cúpula da Igreja Católica em Boston tinha conhecimento dos atos de pedofilia que alguns padres da cidade cometiam contra crianças de famílias carentes. A cada informação conseguida, a reportagem fica mais assustadora. Há advogados envolvidos na defesa das vítimas que acabam trabalhando para as acusações serem esquecidas. Há pressão da alta sociedade local para que o escândalo não chegue às páginas do jornal (Boston tem uma das maiores comunidades católicas dos Estados Unidos). O que parecia ser um crime praticado por um ou outro padre se transforma numa denúncia contra quase 90 padresb pedófilos. A Spotlight publicou mais de 600 reportagens sobre o assunto no Boston Globe. O filme acaba quando o jornal chega às bancas com a primeira dessas reportagens. Foi a partir do material do jornal que os padres molestadores se transformaram numa questão da Igrejab Católica em todo o mundo.
Sempre gostei de filmesc sobre jornalistas, mesmo antes de ser um deles. A profissão não é muito bem vista pelo cinema. Dois dos meus filmes preferidos no gênero são dirigidos por Billy Wilder, um cineasta que tinha uma visão cínica do mundo e, consequentemente, do jornalismo também. “A montanha dos sete abutres” traz um Kirk Douglas sem ética, mostrando até onde um profissional pode ir em nome do sensacionalismo. O outro é “A primeira página”, com Jack Lemmon e Walter Matthau. Esse, pelo menos, é uma comédiac, mas, apesar do humor, não deixa de mostrar do que é capaz um repórter para conseguir um furo.
Em “Spotlight: segredos revelados”, os jornalistas estão do lado do bem. Para quem se acostumou a ver a profissão apedrejada, é um alento. “Spotlight” não é só um filme sobre jornalismo. É um filme sobre o bom jornalismo. Não há dúvida de que os quatro repórteresd da Spotlight são os mocinhosd da trama. Uma reportagem bem feita é capaz de mudar a História. E isso é bom, não é? Pode ser que os tempos de jornalismo na internet não deem mais lugar para apurações demoradas e textos longos como os que o Boston Globe produziu. Pior para o leitor.
ARTUR XEXÉO Adaptado de O Globo, 10/01/2016.
Dentre os mecanismos de coesão lexical presentes no texto, o par que representa o emprego de hiperônimo e seu respectivo hipônimo está indicado em:
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Um filme
Esta é a maior qualidade do filme “Spotlight: segredos revelados”: ele dura 128 minutos. E nenhum deles parece estar além da conta. É o tempo de que o diretor Tom McCarthy precisava para contar sua história. E ele conta de uma maneira que o espectador nunca sente tédio. Não tem sexo, não tem humor, não tem violência, não tem perseguição de carros, não tem efeitos especiais. É só uma história bem contada. E que história!
“Spotlight: segredos revelados” segue o dia a dia de um grupo de jornalistas da publicação americana The Boston Globe durante a apuração, em 2001, de uma reportagem que entraria para a História. São quatro repórteres que formam a equipe chamada de Spotlight. Eles trabalham em reportagens especiais, sem prazo para ficarem prontas. Aqui no Brasil também há equipes assim. Costumamos chamar de Tropa de Choque. Nos meus 40 anos de jornalismo, vi várias serem formadas. Mas nunca vi uma dar certo. Elas costumam ganhar a antipatia do resto da redação. Afinal, enquanto a maioria dos repórteres faz uma, duas, até três reportagens por dia, seguindo a pauta, o pessoal da Tropa de Choque fica um mês ou mais sem publicar nada. O desgaste acaba encerrando as atividades das Tropas de Choque.
A tropa americana deu certo. E o assunto era cabeludo. Cabia aos repórteres descobrir se a cúpula da Igreja Católica em Boston tinha conhecimento dos atos de pedofilia que alguns padres da cidade cometiam contra crianças de famílias carentes. A cada informação conseguida, a reportagem fica mais assustadora. Há advogados envolvidos na defesa das vítimas que acabam trabalhando para as acusações serem esquecidas. Há pressão da alta sociedade local para que o escândalo não chegue às páginas do jornal (Boston tem uma das maiores comunidades católicas dos Estados Unidos). O que parecia ser um crime praticado por um ou outro padre se transforma numa denúncia contra quase 90 padres pedófilos. A Spotlight publicou mais de 600 reportagens sobre o assunto no Boston Globe. O filme acaba quando o jornal chega às bancas com a primeira dessas reportagens. Foi a partir do material do jornal que os padres molestadores se transformaram numa questão da Igreja Católica em todo o mundo.
Sempre gostei de filmes sobre jornalistas, mesmo antes de ser um deles. A profissão não é muito bem vista pelo cinema. Dois dos meus filmes preferidos no gênero são dirigidos por Billy Wilder, um cineasta que tinha uma visão cínica do mundo e, consequentemente, do jornalismo também. “A montanha dos sete abutres” traz um Kirk Douglas sem ética, mostrando até onde um profissional pode ir em nome do sensacionalismo. O outro é “A primeira página”, com Jack Lemmon e Walter Matthau. Esse, pelo menos, é uma comédia, mas, apesar do humor, não deixa de mostrar do que é capaz um repórter para conseguir um furo.
Em “Spotlight: segredos revelados”, os jornalistas estão do lado do bem. Para quem se acostumou a ver a profissão apedrejada, é um alento. “Spotlight” não é só um filme sobre jornalismo. É um filme sobre o bom jornalismo. Não há dúvida de que os quatro repórteres da Spotlight são os mocinhos da trama. Uma reportagem bem feita é capaz de mudar a História. E isso é bom, não é? Pode ser que os tempos de jornalismo na internet não deem mais lugar para apurações demoradas e textos longos como os que o Boston Globe produziu. Pior para o leitor.
ARTUR XEXÉO Adaptado de O Globo, 10/01/2016.
E isso é bom, não é?
No último parágrafo, para qualificar o bom jornalismo, o autor do texto prioriza o seguinte aspecto da profissão:
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Conto de fadas
Depois de berrar por trinta minutos sem ser ouvido, ele fitou a torre do castelo, tentando imaginar outro meio de se comunicar com sua amada.
Voltou horas depois com balões de gás e uma enorme faixa, com os dizeres tão conhecidos na história: RAPUNZEL, JOGUE SUAS TRANÇAS! Amarrou uma corda e foi controlando a altura exata da janela, de modo que os balões posicionassem a faixa bem em frente. Dessa vez, não teria como ela não atendê-lo.
Mas ela não viu a faixa.
Frustrado, o príncipe saiu e voltou com um pombo treinado. Cochichando no ouvido do pássaro, ele segurava sua cabeça, de modo que o bichinho só pudesse ver a janela da moça. E aí deu certo, o mensageiro voou direto para dentro do quarto dela, levando o papel com os dizeres: RAPUNZEL, ESTOU HÁ HORAS ESPERANDO, JOGUE LOGO ESSAS TRANÇAS!
Não durou muito a expectativa do herói. Rapunzel deu um grito, assustada com a presença do pássaro, e, com um bico de direita, expulsou o mensageiro antes que ele pudesse entregar o recado.
Situações assim exigem medidas desesperadas. E, quando o príncipe apareceu de novo em frente à torre, vinha acompanhado de uma equipe de homens, com caixas de ferramentas e um carro de boi cheio de tábuas de madeira. O trabalho durou horas. Os livros não contam, mas o que aquele grupo construiu em frente ao castelo foi o primeiro outdoor da história. E ele dizia:
RAPUNZEL, SUA SURDA! ESTOU CHAMANDO HÁ HORAS! MULHER CRUEL COM OS ANIMAIS! APESAR DE TUDO, AINDA TE AMO. ENTÃO, POR TUDO O QUE HÁ DE MAIS SAGRADO, JOGUE LOGO ESSAS MALDITAS TRANÇAS!
Sentado em frente à enorme placa, o príncipe aguardou por quase um dia inteiro. Até que um dos homens da equipe o convenceu de que havia outras princesas para salvar. Tinha ouvido falar de uma que era particularmente interessada em baixinhos, de outra que dormia demais, todas elas envolviam algum desafio, mas nada parecido com isso.
Convencido, o príncipe foi embora. E (parece mentira) logo em seguida Rapunzel apareceu na janela:
– Nossa! Que placa enorme! Ah, se eu tivesse aprendido a ler...
Ricardo Benevides
Adaptado de nosdacomunicacao.com, 30/01/2009.
Amarrou uma corda e foi controlando a altura exata da janela, de modo que os balões posicionassem a faixa bem em frente.
Cochichando no ouvido do pássaro, ele segurava sua cabeça, de modo que o bichinho só pudesse ver a janela da moça.
A locução sublinhada estabelece, entre a oração principal e a subordinada, uma relação semântica de:
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Conto de fadas
Depois de berrar por trinta minutos sem ser ouvido, ele fitou a torre do castelo, tentando imaginar outro meio de se comunicar com sua amada.
Voltou horas depois com balões de gás e uma enorme faixa, com os dizeres tão conhecidos na história: RAPUNZEL, JOGUE SUAS TRANÇAS! Amarrou uma corda e foi controlando a altura exata da janela, de modo que os balões posicionassem a faixa bem em frente. Dessa vez, não teria como ela não atendê-lo.
Mas ela não viu a faixa.
Frustrado, o príncipe saiu e voltou com um pombo treinado. Cochichando no ouvido do pássaro, ele segurava sua cabeça, de modo que o bichinho só pudesse ver a janela da moça. E aí deu certo, o mensageiro voou direto para dentro do quarto dela, levando o papel com os dizeres: RAPUNZEL, ESTOU HÁ HORAS ESPERANDO, JOGUE LOGO ESSAS TRANÇAS!
Não durou muito a expectativa do herói. Rapunzel deu um grito, assustada com a presença do pássaro, e, com um bico de direita, expulsou o mensageiro antes que ele pudesse entregar o recado.
Situações assim exigem medidas desesperadas. E, quando o príncipe apareceu de novo em frente à torre, vinha acompanhado de uma equipe de homens, com caixas de ferramentas e um carro de boi cheio de tábuas de madeira. O trabalho durou horas. Os livros não contam, mas o que aquele grupo construiu em frente ao castelo foi o primeiro outdoor da história. E ele dizia:
RAPUNZEL, SUA SURDA! ESTOU CHAMANDO HÁ HORAS! MULHER CRUEL COM OS ANIMAIS! APESAR DE TUDO, AINDA TE AMO. ENTÃO, POR TUDO O QUE HÁ DE MAIS SAGRADO, JOGUE LOGO ESSAS MALDITAS TRANÇAS!
Sentado em frente à enorme placa, o príncipe aguardou por quase um dia inteiro. Até que um dos homens da equipe o convenceu de que havia outras princesas para salvar. Tinha ouvido falar de uma que era particularmente interessada em baixinhos, de outra que dormia demais, todas elas envolviam algum desafio, mas nada parecido com isso.
Convencido, o príncipe foi embora. E (parece mentira) logo em seguida Rapunzel apareceu na janela:
– Nossa! Que placa enorme! Ah, se eu tivesse aprendido a ler...
Ricardo Benevides
Adaptado de nosdacomunicacao.com, 30/01/2009.
Rapunzel, sua surda! Estou chamando há horas! Mulher cruel com os animais! Apesar de tudo, ainda te amo. Então, por tudo o que há de mais sagrado, jogue logo essas malditas tranças!
A fala do personagem revela um dilema da comunicação, que se materializa por meio do seguinte elemento:
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O treinamento para as relações com a mídia gira em torno de princípios e comportamentos que, ao longo do tempo, têm apresentado melhores resultados para a imagem pública de uma empresa – mas ninguém pode garantir que atingirão sempre os mais altos objetivos, porque o resultado depende de múltiplos fatores e, também, de elementos individuais que se combinam de forma única em cada situação.
Adaptado de Nogueira, N. Media training: melhorando as relações da empresa com os jornalistas. São Paulo: Editora de Cultura, 2009.
De acordo com o exposto no texto, o treinamento adequado para as relações com a mídia precisa estar condicionado à seguinte prática:
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As assessorias de imprensa produzem materiais em formatos muito similares aos utilizados pelos jornalistas, caracterizando-se como fontes de informação de qualidade e estabelecendo com as redações um acordo tácito de que todos os materiais enviados podem ser reproduzidos, tendo como resultado mídia espontânea. O significado de mídia espontânea é:
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Caderno Container