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A adequação do formato ao gênero textual envolve a
correspondência entre a organização estrutural do texto
e sua finalidade comunicativa, considerando elementos
como disposição das informações, marcas formais e
expectativas de circulação (MARCUSCHI, 2008).
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à adequação do formato do texto ao gênero, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) A organização estrutural do texto deve corresponder às convenções do gênero, orientando a disposição das informações conforme sua finalidade comunicativa.
( ) A adequação ao gênero admite variações na organização do texto, desde que se mantenha a função comunicativa prevista para aquele tipo textual.
( ) A forma de apresentação do texto decorre do uso de recursos expressivos que orientam a organização estrutural do enunciado no processo de produção textual.
( ) A disposição das partes do texto, como introdução, desenvolvimento e conclusão, pode variar conforme o gênero e sua função no contexto de uso.
( ) A estrutura do texto mantém relação com o gênero ao qual pertence, influenciando a seleção e a organização das informações no interior do enunciado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à adequação do formato do texto ao gênero, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) A organização estrutural do texto deve corresponder às convenções do gênero, orientando a disposição das informações conforme sua finalidade comunicativa.
( ) A adequação ao gênero admite variações na organização do texto, desde que se mantenha a função comunicativa prevista para aquele tipo textual.
( ) A forma de apresentação do texto decorre do uso de recursos expressivos que orientam a organização estrutural do enunciado no processo de produção textual.
( ) A disposição das partes do texto, como introdução, desenvolvimento e conclusão, pode variar conforme o gênero e sua função no contexto de uso.
( ) A estrutura do texto mantém relação com o gênero ao qual pertence, influenciando a seleção e a organização das informações no interior do enunciado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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Na comunicação administrativa, os expedientes oficiais
cumprem funções específicas, relacionadas à
formalização de atos, à circulação de informações e ao
registro de decisões no âmbito institucional, conforme
normas de redação aplicáveis (BRASIL, 2018).
Analise as proposições a seguir acerca da correspondência oficial.
I.A correspondência oficial tem como finalidade registrar e comunicar atos administrativos, assegurando a formalização das interações institucionais.
II.A elaboração da correspondência oficial admite variações estruturais moderadas, determinadas pela preferência estilística do redator no contexto institucional.
III.A correspondência oficial pode assumir diferentes funções, como solicitação, encaminhamento e comunicação de decisões administrativas.
IV.A organização da correspondência oficial orienta-se por modelos definidos, que contribuem para a padronização dos documentos no âmbito institucional.
Assinale a alternativa correta.
Analise as proposições a seguir acerca da correspondência oficial.
I.A correspondência oficial tem como finalidade registrar e comunicar atos administrativos, assegurando a formalização das interações institucionais.
II.A elaboração da correspondência oficial admite variações estruturais moderadas, determinadas pela preferência estilística do redator no contexto institucional.
III.A correspondência oficial pode assumir diferentes funções, como solicitação, encaminhamento e comunicação de decisões administrativas.
IV.A organização da correspondência oficial orienta-se por modelos definidos, que contribuem para a padronização dos documentos no âmbito institucional.
Assinale a alternativa correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto aos mecanismos de coesão empregados no texto sobre a imunoterapia.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do sinal indicativo de crase no trecho apresentado.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal no trecho apresentado.
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Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego desses elementos no texto sobre a imunoterapia.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto apresentado sobre a imunoterapia no tratamento do câncer.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à estrutura morfossintática do período apresentado.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à classificação e à função do termo "que" no período apresentado.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego dos sinais de pontuação no trecho apresentado.
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