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Leia o poema “Língua-Mar”, do cearense Adriano Espínola (1952):
A língua em que navego, marinheiro,
na proa das vogais e consoantes,
é a que me chega em ondas incessantes
à praia deste poema aventureiro.
É a língua portuguesa, a que primeiro
transpôs o abismo e as dores velejantes,
no mistério das águas mais distantes,
e que agora me banha por inteiro.
Língua de sol, espuma e maresia,
que a nau dos sonhadores-navegantes
atravessa a caminho dos instantes,
cruzando o Bojador de cada dia.
Ó língua-mar, viajando em todos nós!
No teu sal, singra, errante, a minha voz.
Leia as afirmativas a seguir, feitas sobre o poema:
I. A primeira estrofe (linhas ou versos 1 a 4) é composta por três orações, sendo que a oração principal tem como sujeito “a língua”.
II. A outra oração, que começa no primeiro verso, é uma subordinada adjetiva restritiva.
III. Na linha 13, a expressão “língua-mar” exerce a função de sujeito.
IV. O entusiasmo do poeta pela língua portuguesa faz com que ele a considere acima das outras. V. Na última linha, o verbo “singrar” é sinônimo de “navegar”.
VI. A presença do mar – em termos como “espuma”, “nau”, “navegantes”, “sal” – é uma referência à exploração portuguesa de novas terras.
Assinale a alternativa CORRETA:
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- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
I. Envio anexas as planilhas solicitadas por essa chefia.
II. Face à ameaça anual das enchentes, os ribeirinhos começam a vir para Manaus.
III. Os membros do Conselho se reuniram e os mesmos decidiram mudar o currículo.
IV. Participei do seminário onde essa questão foi extensamente debatida.
V. Ele gosta muito de Paris, cidade onde viveu por dez anos.
São recomendadas pelo Manual:
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Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Sobre aspecto linguístico do texto, podemos afirmar que:
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I. Espero que haja espaços bastantes para guardar tantos livros!
II. Não aja irrefletidamente, porque você pode se dar mal.
III. Não tenho medo de viajar de navio nem tampouco de avião.
IV. Temos tão pouco tempo para apresentar o relatório!
V. A intervenção dele foi a mais estúpida possível – e eu não sei o porquê.
VI. Vou mais meus colegas de curso ouvir a palestra de abertura do semestre.
Assinale a alternativa CORRETA:
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I. João Carlos trabalha, e o filho Alex estuda.
II. É um “ótimo leitor” de poesia: não entende nada.
III. Com a nova lei, os funcionários públicos e, principalmente os federais, receberam um reajuste aceitável.
IV. Madalena costuma dizer: eu só como sanduíches de “mortandela”, pois são os melhores.
V. Em nossa cidade natal, a segurança dos habitantes (oxalá isso venha a mudar um dia!) continua precária.
Quanto à pontuação, podemos afirmar que:
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