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Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
Diagnósticos diferenciadores entre espécies próximas, a partir de análises de sequências nucleotídicas, constituem uma importante aplicação de estudos genômicos.
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Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
Análises de sequências nucleotídicas, para fins de identificação de espécies, exigem consulta a bancos de dados, que registram sequências já conhecidas a ser utilizadas como referência.
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Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
A importância da genômica, em análises filogenéticas, se expressa na possibilidade de maior precisão na definição de relações de parentesco do que nas observações de características anatomomorfológicas.
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Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
Entre marcadores moleculares, destacam-se o citocromo b e a citocromo oxidase, considerados verdadeiros fósseis moleculares, dada à ampla distribuição deles no mundo vivo.
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Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
O sistema lineano de nomenclatura biológica reflete, necessariamente, estreitas relações de parentesco em nível bioquímico.
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Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
O sistema taxonômico criado por Lineu inclui o uso de uma nomenclatura binomial para designar a espécie como categoria taxonômica.
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A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que genes humanos não podem ser patenteados, o que pode afetar empresas de biotecnologia e baratear testes que se baseiam na procura de certas mutações, no país e até no Brasil. O caso em discussão na Suprema Corte diz respeito ao registro de propriedade intelectual da empresa Myriad Genetics, sobre os genes BRCA1 e BRCA2, cujas mutações indicam maior risco de câncer de mama e ovário, como mostra a figura. No entanto, o Tribunal deu à Myriad uma vitória parcial, dizendo que o DNA complementar – o chamado cDNA – sintetizado em laboratório pode ser patenteado. O cDNA é sintetizado com o uso de RNA mensageiro e usado em biotecnologia para fazer a clonagem de genes. (EUA vetam..., 2013, p. C7).

Considerando aspectos biológicos e éticos envolvidos na situação descrita, pode-se afirmar:
BRCA1 e BRCA2 constituem formas alélicas de um mesmo gene.
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A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que genes humanos não podem ser patenteados, o que pode afetar empresas de biotecnologia e baratear testes que se baseiam na procura de certas mutações, no país e até no Brasil. O caso em discussão na Suprema Corte diz respeito ao registro de propriedade intelectual da empresa Myriad Genetics, sobre os genes BRCA1 e BRCA2, cujas mutações indicam maior risco de câncer de mama e ovário, como mostra a figura. No entanto, o Tribunal deu à Myriad uma vitória parcial, dizendo que o DNA complementar – o chamado cDNA – sintetizado em laboratório pode ser patenteado. O cDNA é sintetizado com o uso de RNA mensageiro e usado em biotecnologia para fazer a clonagem de genes. (EUA vetam..., 2013, p. C7).

Considerando aspectos biológicos e éticos envolvidos na situação descrita, pode-se afirmar:
A tecnologia envolvida na síntese de uma molécula de DNA complementar dispensa o uso de material biológico, como polimerases e enzimas de restrição.
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A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que genes humanos não podem ser patenteados, o que pode afetar empresas de biotecnologia e baratear testes que se baseiam na procura de certas mutações, no país e até no Brasil. O caso em discussão na Suprema Corte diz respeito ao registro de propriedade intelectual da empresa Myriad Genetics, sobre os genes BRCA1 e BRCA2, cujas mutações indicam maior risco de câncer de mama e ovário, como mostra a figura. No entanto, o Tribunal deu à Myriad uma vitória parcial, dizendo que o DNA complementar – o chamado cDNA – sintetizado em laboratório pode ser patenteado. O cDNA é sintetizado com o uso de RNA mensageiro e usado em biotecnologia para fazer a clonagem de genes. (EUA vetam..., 2013, p. C7).

Considerando aspectos biológicos e éticos envolvidos na situação descrita, pode-se afirmar:
O patenteamento do cDNA constitui uma estratégia que torna possível o patenteamento de uma informação genética.
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A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que genes humanos não podem ser patenteados, o que pode afetar empresas de biotecnologia e baratear testes que se baseiam na procura de certas mutações, no país e até no Brasil. O caso em discussão na Suprema Corte diz respeito ao registro de propriedade intelectual da empresa Myriad Genetics, sobre os genes BRCA1 e BRCA2, cujas mutações indicam maior risco de câncer de mama e ovário, como mostra a figura. No entanto, o Tribunal deu à Myriad uma vitória parcial, dizendo que o DNA complementar – o chamado cDNA – sintetizado em laboratório pode ser patenteado. O cDNA é sintetizado com o uso de RNA mensageiro e usado em biotecnologia para fazer a clonagem de genes. (EUA vetam..., 2013, p. C7).

Considerando aspectos biológicos e éticos envolvidos na situação descrita, pode-se afirmar:
As formas não mutantes do BRCA1 e do BRCA2 são inativas, integrando o DNA não codificante.
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