Foram encontradas 100 questões.
Uma mulher com 31 anos chega com dor abdominal superior pós-prandial que tem sido recorrente nos últimos meses. Foi feita uma ultrassonografia da vesícula biliar que não demonstrou a presença de cálculos. As provas de função hepática foram normais. A melhor conduta terapêutica para esta paciente é a Colecistectomia de urgência.
Provas
Paciente sexo masculino, 68 anos apresenta-se com confusão, dor abdominal, tremores, temperatura retal de 34ºC e icterícia. Uma radiografia abdominal mostra ar na árvore biliar. Neste caso o diagnóstico mais provável é a Colangite aguda.
Provas
Paciente, 64 anos apresenta tosse, salivação excessiva e disfagia intermitente, as vezes com regurgitação com odor fétido há algum tempo. Agora apresenta dor retroesternal e infecções respiratória de repetição. Neste caso, a manometria esofágica é o exame padrão-ouro para o diagnóstico;
Provas
Paciente, sexo masculino, 49 anos, foi submetido a correção de hérnia inguinal pelo método de Bassini. Esta técnica cirúrgica consiste na aproximação com sutura em tripla camada do músculo oblíquo interno, do arco aponeurótico do músculo transverso e da fáscia transversal ao trato ílio-púbico (lig. de Thomson) e ligamento inguinal.
Provas
Paciente sexo masculino, 57 anos, alcoolista crônico e portador de cirrose chega ao pronto socorro com quadro de hematêmese aguda. Foi solicitada endoscopia digestiva alta onde foram evidenciadas varizes esofagicas em sangramento. A terapêutica mais eficaz para este paciente é a Escleroterapia endoscopica.
Provas
Gestante, 27 anos ao realizar ultrassonografia obstetrica durante o segundo trimestre de gestação recebe o diagnóstico de colelitíase. A mesma refere indigestão com ánsia de vómito frequente por toda a gravidez. Neste caso a conduta mais apropriada é aguardar o término da gestaçao para o acompanhamento.
Provas
Paciente do sexo masculino, 53 anos, com 2 dias de evolução de dor no quadrante inferior bilateralmente e defesa abdominal ao exame físico, 19.500 leucócitos e TC de abdome/pelve revelando atenuação da gordura perirretal e gás extraluminal. A melhor conduta nesse caso é encaminhar o paciente para cirurgia de urgência.
Provas
Homem, 58 anos, submetido a hepatectomia, com sangramento aumentado no intraoperatório devido a intercorrências cirúrgicas, recebendo mais de dez unidades de concentrado de hemácias num período de seis horas. Uma complicação que poderá ocorrer no pós-operatório imediato é a Hipocalcemia.
Provas
Mulher de 72 anos, com dor abdominal contínua com períodos de exacerbações marcadas por cólicas e com bastante distensão abdominal, realizou radiografia de abdome que mostrou o sinal de “U” invertido. Está hemodinamicamente estável, realizou TC que não mostrou perfuração ou isquemia. A conduta inicial, neste caso é reposição hidroeletrolítica e colonoscopia.
Provas
Paciente sexo masculino, 56 anos no 2º dia do pós-operatório de gastrectomia subtotal evolui com febre de 38,5ºC. Neste caso, a principal hipótese diagnóstica para a causa dessa febre é a infecção de sítio cirúrgico superficial.
Provas
Caderno Container