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Texto 1
Mobilidade urbana no Brasil
Nos últimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando cada vez mais, haja vista que a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos ao longo do dia e o excesso de pedestres em áreas centrais dos espaços urbanos. Trata-se, também, de uma questão ambiental, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição, interferindo em problemas naturais e climáticos em larga escala e também nas próprias cidades, a exemplo do aumento do problema das ilhas de calor.
A principal causa dos problemas de mobilidade urbana no Brasil relaciona-se ao aumento do uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos, embora esses últimos também encontrem dificuldades com a superlotação. Esse aumento do uso de veículos como carros e motos deve-se a, pelo menos, cinco fatores: má qualidade do transporte público no Brasil; aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos; redução de impostos por parte do Governo Federal sobre produtos industrializados (o que inclui os carros); concessão de mais crédito ao consumidor; e, por fim, herança histórica da política rodoviária do país.
Entre as principais soluções para o problema da mobilidade urbana, na visão de muitos especialistas, estaria o estímulo aos transportes coletivos públicos, através da melhoria de suas qualidades e eficiências e do desenvolvimento de um trânsito focado na circulação desses veículos, e a diversificação dos modais de transporte. Ao longo do século XX, o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros. A ideia é investir mais nesses modos alternativos, o que pode atenuar os excessivos números de veículos transitando nas ruas das grandes cidades do país.
De toda forma, é preciso ampliar os debates, regulamentando ações públicas para o interesse da questão, tais como a difusão dos fóruns de mobilidade urbana e a melhoria do Estatuto das Cidades, com ênfase na melhoria da qualidade e da eficiência dos deslocamentos por parte das populações.
(PENA, Rodolfo F. Alves. "Mobilidade urbana no Brasil".
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana- no-brasil.htm>. Acesso em 25/03/2016. Adaptado).
Considerando as relações sintáticas do fragmento “é preciso ampliar os debates", pode-se afirmar que ampliar os debates funciona como:
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Texto 1
Mobilidade urbana no Brasil
Nos últimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando cada vez mais, haja vista que a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos ao longo do dia e o excesso de pedestres em áreas centrais dos espaços urbanos. Trata-se, também, de uma questão ambiental, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição, interferindo em problemas naturais e climáticos em larga escala e também nas próprias cidades, a exemplo do aumento do problema das ilhas de calor.
A principal causa dos problemas de mobilidade urbana no Brasil relaciona-se ao aumento do uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos, embora esses últimos também encontrem dificuldades com a superlotação. Esse aumento do uso de veículos como carros e motos deve-se a, pelo menos, cinco fatores: má qualidade do transporte público no Brasil; aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos; redução de impostos por parte do Governo Federal sobre produtos industrializados (o que inclui os carros); concessão de mais crédito ao consumidor; e, por fim, herança histórica da política rodoviária do país.
Entre as principais soluções para o problema da mobilidade urbana, na visão de muitos especialistas, estaria o estímulo aos transportes coletivos públicos, através da melhoria de suas qualidades e eficiências e do desenvolvimento de um trânsito focado na circulação desses veículos, e a diversificação dos modais de transporte. Ao longo do século XX, o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros. A ideia é investir mais nesses modos alternativos, o que pode atenuar os excessivos números de veículos transitando nas ruas das grandes cidades do país.
De toda forma, é preciso ampliar os debates, regulamentando ações públicas para o interesse da questão, tais como a difusão dos fóruns de mobilidade urbana e a melhoria do Estatuto das Cidades, com ênfase na melhoria da qualidade e da eficiência dos deslocamentos por parte das populações.
(PENA, Rodolfo F. Alves. "Mobilidade urbana no Brasil".
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana- no-brasil.htm>. Acesso em 25/03/2016. Adaptado).
A expressão “em detrimento de” estabelece, no texto, a relação de:
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De acordo com o que dispõe a lei 8.078/1990, o Código de Defesa do Consumidor, é INCORRETO afirmar, que está entre os direitos básicos do consumidor a:
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Texto 1
Mobilidade urbana no Brasil
Nos últimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando cada vez mais, haja vista que a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos ao longo do dia e o excesso de pedestres em áreas centrais dos espaços urbanos. Trata-se, também, de uma questão ambiental, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição, interferindo em problemas naturais e climáticos em larga escala e também nas próprias cidades, a exemplo do aumento do problema das ilhas de calor.
A principal causa dos problemas de mobilidade urbana no Brasil relaciona-se ao aumento do uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos, embora esses últimos também encontrem dificuldades com a superlotação. Esse aumento do uso de veículos como carros e motos deve-se a, pelo menos, cinco fatores: má qualidade do transporte público no Brasil; aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos; redução de impostos por parte do Governo Federal sobre produtos industrializados (o que inclui os carros); concessão de mais crédito ao consumidor; e, por fim, herança histórica da política rodoviária do país.
Entre as principais soluções para o problema da mobilidade urbana, na visão de muitos especialistas, estaria o estímulo aos transportes coletivos públicos, através da melhoria de suas qualidades e eficiências e do desenvolvimento de um trânsito focado na circulação desses veículos, e a diversificação dos modais de transporte. Ao longo do século XX, o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros. A ideia é investir mais nesses modos alternativos, o que pode atenuar os excessivos números de veículos transitando nas ruas das grandes cidades do país.
De toda forma, é preciso ampliar os debates, regulamentando ações públicas para o interesse da questão, tais como a difusão dos fóruns de mobilidade urbana e a melhoria do Estatuto das Cidades, com ênfase na melhoria da qualidade e da eficiência dos deslocamentos por parte das populações.
(PENA, Rodolfo F. Alves. "Mobilidade urbana no Brasil".
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana- no-brasil.htm>. Acesso em 25/03/2016. Adaptado).
Analisando-se a estrutura do texto, conclui-se que se trata de um /uma:
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Uma dona de casa ao armazenar gêneros alimentícios no único refrigerador disponível teve dúvida quanto à sua disposição no interior do equipamento. Assim, qual deve ser a disposição a ser respeitada:
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De acordo com o que dispõe a lei 8.078/1990, o Código de Defesa do Consumidor, para a execução da Política Nacional das Relações de Consumo, contará o poder público com os seguintes instrumentos, EXCETO:
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O advento da economia doméstica no Brasil, historicamente, dar-se por volta de 1909 influenciada pela Revolução Industrial no momento em que as famílias emergiam do campo para as cidades, com mudanças marcantes no mundo do trabalho e no modo de vida familiar. Neste sentido a maior preocupação social reinante se configurava em razão da
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Um técnico em economia doméstica recorreu aos seus conhecimentos para proferir uma palestra para um grupo de mães trabalhadoras rurais que se utiliza dos recursos naturais. Assim, adotou na sua abordagem o modelo de desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da atual geração, sem comprometer, no entanto, a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações, cujo desenvolvimento é chamado de:
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De acordo com o que dispõe a lei 8.078/1990, o Código de Defesa do Consumidor, é correto afirmar que:
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A importância da economia doméstica está ressaltada nas seguintes concepções:
I - Saúde financeira e de qualidade de vida.
II - Uso racional dos recursos, a escolha correta dos bens de consumo e de alimentos.
III - As atitudes cotidianas que evitam o desperdício e as ações voltadas ao consumo consciente.
IV - Diminuir as despesas e colaborar para o desenvolvimento social sustentável.
Está correta a alternativa:
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