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Foram encontradas 350 questões.

3011414 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA
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O método de coloração HE (Hematoxilina e Eosina) é a técnica mais utilizada para a preparação de lâminas histológicas, constituindo-se na associação de dois corantes que entram em contraste, corando estruturas conforme seu pH. A imagem a seguir apresenta esta coloração sendo aplicada na preparação de uma lâmina de traqueia de avestruz, colorida de rosa e roxo através do referido método.

Enunciado 3456036-1

A seta aponta uma estrutura roxa , consequentemente corada por . Este corante, apesar de não verdadeiramente possuir caráter , comporta-se como tal, pertencendo, portanto, ao mesmo grupo de corantes com tal caráter.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, o texto acima.

 

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3011413 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA
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O “óleo de imersão” é um líquido transparente, oleoso e incolor muito utilizado na microscopia ótica. É recomendado utilizar o óleo de imersão

 

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3011412 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA
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A figura abaixo apresenta um microscópio ótico, localizando algumas das suas partes. A ampliação e o foco fino são realizados, respectivamente, pelas peças de número

Enunciado 3456034-1

 

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3011411 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA
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O fator mais significativo para a obtenção de uma boa imagem em microscopia ótica é

 

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3011410 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA
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A desinfecção e a esterilização são técnicas de limpeza de materiais de laboratório visando controlar o crescimento de micro-organismos. A esterilização pode ser realizada de forma eficiente empregando-se métodos físicos ou métodos químicos, dependendo, principalmente, da resistência térmica do material a ser esterilizado. Assinale a alternativa que contém dois métodos eficientes de esterilização quando são empregados isoladamente.

 

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3011409 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA
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Os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) são classificados pela Anvisa em Grupo A (possuem agentes biológicos), Grupo B (substâncias químicas), Grupo C (possuem radionuclídeos), Grupo D (resíduos que não apresentam risco químico, biológico e nem radioativo), Grupo E (materiais perfurocortantes ou escarificantes). Os RSS podem ser tratados por processos térmicos, químicos ou por irradiação, antes de serem descartados. Frascos vazios de soro são resíduos do Grupo e , enquanto vísceras de animais são resíduos do Grupo e .

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, o texto acima.

 

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3011408 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA
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Os materiais médico-hospitalares, hoje denominados produtos médicos, foram regulamentados pela Anvisa em 2011. Assinale a alternativa em que todos os itens apresentados são produtos médicos, de acordo com a norma.

 

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Quem me leva à residência de Menandro Olinda é o padre Pedro Paulo. Disse ao maestro que eu queria conhecê-lo pessoalmente e o pobre homem ficou lisonjeado. Subimos a velha e estreita escada que cheira a mofo de porão, e cujos degraus rangem ao passo dos que sobem ou descem. O professor nos recebe à sua porta, abraça-me como a um velho amigo, mas quando lhe quero apertar a mão ele sacode a cabeça negativamente: “Desculpe-me, mas não costumo apertar a mão de ninguém. Tenho de poupá-las. São a minha fortuna. Com elas quero ainda conquistar o mundo”. Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam. “Entrem. Sentem-se. Esta é a vossa casa. Desculpem a desordem. É a caverna dum eremita”.

Curioso. Conheço esta sala. Talvez duma peça de teatro. Ou dum romance. Cheiro de bolor e tempo. O tapete, de tipo persa, muito poído e desbotado. Móveis antigos. O piano de cauda a um canto. Retratos de gente morta nas paredes. A máscara de gesso de Beethoven, copiada de bronze que está na escultura de Fernando Corona, na praça da Matriz de Porto Alegre. Poeira nos móveis. Num ângulo da sala, uma pilha de partituras de piano. Uma estante de tipo art noveau com livros. Um divã com uma coberta de veludo grená. Velhas cadeiras estofadas de brocado cor de ouro velho, mas já muito seboso e esfiapado.

– Venha ver a vista aqui da sacada! – convida-me o professor.

Aproximo-me dele. Um ranço de suor muitas vezes dormido exala-se do corpo deste homem alto e descarnado, de rosto longo, testa olímpica e pele alva. Seus cabelos, com grandes entradas, são ralos, já meio grisalhos, compridos e esfarripados.

Avisto a Praça da República, as paineiras floridas, as torres da Matriz, gente andando pelas calçadas, namorados sentados nos bancos, o fotógrafo lambe-lambe postado perto do coreto.

Voltamos para a sala. Os olhos do professor estão fitos em mim, como se ele estivesse procurando avaliar-me, tentando descobrir que espécie de homem sou.

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed. São Paulo: Globo, 1997.

Considere as seguintes afirmações.

I - Poderíamos inserir uma vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

II - Poderíamos retirar a vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

III - Poderíamos inserir uma vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

Quais estão corretas?

 

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Quem me leva à residência de Menandro Olinda é o padre Pedro Paulo. Disse ao maestro que eu queria conhecê-lo pessoalmente e o pobre homem ficou lisonjeado. Subimos a velha e estreita escada que cheira a mofo de porão, e cujos degraus rangem ao passo dos que sobem ou descem. O professor nos recebe à sua porta, abraça-me como a um velho amigo, mas quando lhe quero apertar a mão ele sacode a cabeça negativamente: “Desculpe-me, mas não costumo apertar a mão de ninguém. Tenho de poupá-las. São a minha fortuna. Com elas quero ainda conquistar o mundo”. Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam. “Entrem. Sentem-se. Esta é a vossa casa. Desculpem a desordem. É a caverna dum eremita”.

Curioso. Conheço esta sala. Talvez duma peça de teatro. Ou dum romance. Cheiro de bolor e tempo. O tapete, de tipo persa, muito poído e desbotado. Móveis antigos. O piano de cauda a um canto. Retratos de gente morta nas paredes. A máscara de gesso de Beethoven, copiada de bronze que está na escultura de Fernando Corona, na praça da Matriz de Porto Alegre. Poeira nos móveis. Num ângulo da sala, uma pilha de partituras de piano. Uma estante de tipo art noveau com livros. Um divã com uma coberta de veludo grená. Velhas cadeiras estofadas de brocado cor de ouro velho, mas já muito seboso e esfiapado.

– Venha ver a vista aqui da sacada! – convida-me o professor.

Aproximo-me dele. Um ranço de suor muitas vezes dormido exala-se do corpo deste homem alto e descarnado, de rosto longo, testa olímpica e pele alva. Seus cabelos, com grandes entradas, são ralos, já meio grisalhos, compridos e esfarripados.

Avisto a Praça da República, as paineiras floridas, as torres da Matriz, gente andando pelas calçadas, namorados sentados nos bancos, o fotógrafo lambe-lambe postado perto do coreto.

Voltamos para a sala. Os olhos do professor estão fitos em mim, como se ele estivesse procurando avaliar-me, tentando descobrir que espécie de homem sou.

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed. São Paulo: Globo, 1997.

Assinale com 1 aqueles pronomes que se referem ao narrador do texto e com 2 aqueles pronomes que não se referem ao narrador do texto.

( ) me

( ) me

( ) lhe

( ) me

( ) me

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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Por volta das 6 horas da manhã de quinta-feira, 23 de abril de 1500, quando o sol nasceu na ampla em frente ao morro batizado de Monte Pascoal, a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral estava ancorada a 36 quilômetros da costa. Assim que o dia raiou, a frota se pôs cuidadosamente em marcha, avançando cerca de 30 quilômetros em três horas, no rumo daquelas praias banhadas de luz. Por volta das 10 da manhã, os navios lançaram âncoras, fundeando outra vez. Estavam agora a 3 quilômetros da praia, em frente foz de um pequeno rio, cujas águas se jogavam contra o mar, depois de serpentear em meio ao emaranhado de uma floresta densa.

Então, na areia, margens daquele regato, entre a mata e o mar, os portugueses viram “homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito”. A um sinal do comandante-mor, os capitães dos outros navios embarcaram em batéis e esquifes e se dirigiram à nau capitânia para uma breve reunião. Logo após ela, Cabral decidiu enviar à terra o experiente Nicolau Coelho, que estivera na Índia com Vasco da Gama. Junto com ele, seguiram Gaspar da Gama – que, além do árabe, falava os dialetos hindus da costa do Malabar –, mais um grumete da Guiné e um escravo de Angola. Os portugueses conseguiram reunir, assim, homens dos três continentes conhecidos até então, e capazes de falar seis ou sete línguas diferentes.

Mas, quando o batel de Nicolau Coelho chegou à foz do pequeno rio, não foi possível travar diálogo algum com os nativos – agora já “cerca de 18 ou 20”. Os rugidos de um mar que começava a se encapelar impediram que houvesse “fala ou entendimento”. De todo modo, os tripulantes do batel concluíram que nunca haviam visto homens como aqueles, “pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas”.

Os nativos se aproximaram do bote, “todos rijamente, trazendo nas mãos arcos e setas. Nicolau Coelho fez sinal para que pousassem seus arcos. Eles os pousaram”. E então, mesmo que não pudessem ouvir o que gritavam uns para os outros, portugueses e indígenas fizeram sua primeira troca. Sem descer do barco, Coelho jogou à praia um gorro vermelho, típico dos marujos lusos, um sombreiro preto e a carapuça de linho que usava na própria cabeça. Os nativos retribuíram dando-lhe um cocar, além de um colar de contas brancas. De certa forma, estava iniciando-se ali uma aliança entre aquela tribo e os portugueses.

Adaptado de BUENO, E. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Considere as seguintes propostas de substituição de elementos coesivos do texto e assinale com 1 aquelas que mantêm o mesmo sentido do texto e com 2 aquelas que alteram o sentido original do texto.

( ) Então por Por isso.

( ) assim por dessa forma.

( ) Mas por todavia.

( ) mesmo que por conquanto.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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