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Foram encontradas 65 questões.

3878077 Ano: 2025
Disciplina: Eletroeletrônica
Banca: UFF
Orgão: UFF
Considere o circuito apresentado a seguir.

Enunciado 4855247-1

O valor da resistência R para que a corrente IR seja igual a 2 A é
 

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3878076 Ano: 2025
Disciplina: Eletroeletrônica
Banca: UFF
Orgão: UFF
Dadas as tensões v1(t) = 20sen(ωt + 60°) e v2(t) = 60cos(ωt − 20°), a defasagem angular entre as tensões v1(t) e v2(t) é
 

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3878075 Ano: 2025
Disciplina: Eletroeletrônica
Banca: UFF
Orgão: UFF
Considere uma forma de onda representando uma tensão periódica, conforme apresentado no gráfico a seguir.

Enunciado 4855245-1

O valor médio aproximado da tensão v(t) é
 

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Considere o circuito apresentado a seguir.

Enunciado 4855244-1

O valor da tensão V1 é

 

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3878073 Ano: 2025
Disciplina: Eletroeletrônica
Banca: UFF
Orgão: UFF
Se 40 J de energia são necessários para mover uma carga de 20 C de um ponto A para o ponto B, então a tensão VAB, ou seja, a diferença de potencial entre os pontos A e B, é
 

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Texto 3

VEJA O MANUAL PRÁTICO DE VIRAR 'MÃE DA SUA MÃE'

Martha Medeiros

Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro

“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo

Mãe. Uma edição minúscula, menos de

páginas, que trata sobre a relação do autor com

sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,

pois o assunto é da maior grandeza.

Minha amiga e eu estamos passando pela mesma

situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram

na infância e na adolescência, agora precisam

segurar na nossa mão para atravessar essa rua

assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é

só doçura em seu texto e faz tudo parecer um

piquenique no parque com a matriarca. De fato,

que oportunidade fabulosa de ficarmos mais

próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por

nós.

Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as

mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros

planos.

Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se

fecha e o amor vence no final.

Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os

pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que

eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um

volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a

ida ao mercado vira um passeio na selva. Não

todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em

idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio

prazo de validade, e é um privilégio quando se

consegue chegar tão longe sem depender dos

outros. Mas não é a norma.

Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,

acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas

de impaciência, tempero que não é bem-vindo

nesta receita. Por enquanto, um elemento tem

facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.

Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos

rindo enquanto dá para rir, e assim todos se

ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:

reconhecer que todos os envolvidos precisam de

ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza

necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar

primeiro.

Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/04/veja-o-manual-pratico-de-virar-mae-dasua-mae.ghtml.Acesso em: 07 maio 2025. Fragmento adaptado.

No enunciado “Vamos rindo enquanto dá para rir,...” (linhas 37-38), a locução verbal “vamos rindo” indica ação
 

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Texto 1

Com licença poética

Adélia Prado

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não tão feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

— dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.

Prado, Adélia. Bagagem [recurso eletrônico]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2025. p. 7.

No verso “Mulher é desdobrável. Eu sou.”, temos orações classificadas como
 

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Texto 1

Com licença poética

Adélia Prado

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não tão feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

— dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.

Prado, Adélia. Bagagem [recurso eletrônico]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2025. p. 7.

No enunciado “Vai ser coxo na vida é maldição pra homem” (Verso 17), a preposição contraída “pra” é um exemplo de:
 

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Texto 1

Com licença poética

Adélia Prado

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não tão feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

— dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.

Prado, Adélia. Bagagem [recurso eletrônico]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2025. p. 7.

No trecho “ a minha vontade de alegria, /sua raiz vai ao meu mil avô” (Versos 15 e 16) —, o emprego da palavra sublinhada (“já”) tem como objetivo orientar discursivamente o enunciado para
 

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Texto 1

Com licença poética

Adélia Prado

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher,

esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem,

sem precisar mentir.

Não tão feia que não possa casar,

acho o Rio de Janeiro uma beleza e

ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.

Inauguro linhagens, fundo reinos

— dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree,

já a minha vontade de alegria,

sua raiz vai ao meu mil avô.

Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu sou.

Prado, Adélia. Bagagem [recurso eletrônico]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2025. p. 7.

A expressão “não tem pedigree”, sublinhada no enunciado “minha tristeza não tem pedigree” (Verso 14), indica que a tristeza da voz poética é:
 

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