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Foram encontradas 70 questões.

4178613 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Na figura, têm-se o quadrado ABCD de lado 4 cm e o triângulo isósceles APQ com lados AP e AQ, medindo 5 cm, sendo P e Q pertencentes aos lados DC e BC, respectivamente.
  Enunciado 4722313-1
A área do triângulo APQ é igual a
 

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4178612 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Considere as seguintes afirmações:

I. “Se o projeto for aprovado, então, a Fundação liberará os recursos.”
II. “A Fundação liberará os recursos, se a documentação estiver completa.”

Sabendo-se que a Fundação não liberou os recursos, é CORRETO afirmar que:
 

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4178611 Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
O preço de venda inicial de um produto é R$ 220,00. O preço do produto teve um aumento de 10% no primeiro mês e um aumento de 20% no segundo mês, em relação ao preço no final do primeiro mês. No terceiro mês, o produto foi vendido com um desconto de 30% sobre o preço de venda no final do segundo mês. O produto foi vendido por
 

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4178610 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Em um tanque foram adicionados 13 × 1011 mm3 da substância X e 25 × 10-2 hm3 da substância Y. O volume da substância resultante, em m3 , é
 

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4178609 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Para criar uma senha, uma pessoa foi orientada a escolher 3 letras e 4 números, sem repetição de letras e nem de números, letras e números tomados nos respectivos conjuntos {A, B, C, D, E, F} e {2, 3, 4, 5, 6}.

A quantidade de senhas que começam e terminam com letras é
 

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4178608 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Dadas as equações lineares: x - y + z = 4 e 2x + y - z = 1, é CORRETO afirmar que
 

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4178607 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Seja n = 2a ⋅ 3b ⋅ 5c um número inteiro com 126 divisores positivos, sendo a, b, c números inteiros positivos satisfazendo a + b = 3.

Assinale a alternativa que apresenta os valores corretos de a, b e c, respectivamente:
 

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4178606 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Numa enquete feita com 80 pessoas, entre servidores e estudantes da UFLA, considerando os três meios de transporte: ônibus, carro e bicicleta, utilizados para chegar à Universidade, concluiu-se que:

50 pessoas usam ônibus
35 pessoas usam carro
20 pessoas usam bicicleta
14 pessoas usam ônibus e carro
10 pessoas usam carro e bicicleta
8 pessoas usam ônibus e bicicleta
4 pessoas usam ônibus, carro e bicicleta

Com base nesses dados, o número de pessoas entrevistadas, que usam alternativas diferentes às três formas de locomoção consideradas na pesquisa, é:
 

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4178605 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Considere a função f(x) = ax2+ bx + c, sendo a, b e c números reais com a ≠ 0. Sabendo que as raízes da função f são x1 = 2 e x2 = 3, o valor de \(\dfrac{b+c}{a}\) é igual a
 

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4178604 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

A RAÇA SUPERIOR

Walcyr Carrasco

A espécie humana acredita ser a única inteligente. Puro engano. Há tempos

imemoriais nós, os humanos, fomos derrotados por uma raça superior, muito mais

esperta. Mais que derrotados, fomos domesticados. Pelos cachorros. De fato, sob

qualquer índice de avaliação, a raça canina se mostra superior. Quem convive com um

cão gosta de dizer que é "dono". Como acreditar, se tudo prova que o cachorro é dono do

homem? Na questão da alimentação, por exemplo. Qualquer pessoa gasta dinheiro e

tempo para comprar ração. Analisa os vários tipos e até experimenta uns pedacinhos para

avaliar o sabor. Corre atrás de ossos para proporcionar tardes de degustação ao cachorro.

Compra imitações de borracha. Indústrias pesquisam novas rações nutritivas. Gastam

uma fábula em propaganda. Ou seja: sem levantar uma pata, o cachorro faz com que os

seres humanos trabalhem torrando neurônios, tempo e dinheiro simplesmente para

alimentá-los! Certa vez tive uma cachorrinha que só podia comer arroz com cenoura e

carne moída. Estava sem empregada. Durante um mês levantava uma hora antes,

preparava a comida e saía para trabalhar. Ao voltar, servia uma nova refeição e lavava o

prato. Em troca, ela me lambia os dedos. Eu me sentia no cúmulo da felicidade só de

receber essas lambidinhas! Seja dita a verdade: quem era dono de quem?

E na questão amorosa? Quando gosta de alguém o cão abana o rabo. Pode ser um

desconhecido. Gostou, abanou. Quando está a fim, deita-se de patas para cima e lança

um olhar bem pidoncho. Até o coração mais duro não resiste a dar carinho, coçar as

orelhas, fazer uns afagos. Eu, não. Nunca me deitei de barriga para ficar me oferecendo.

Vontade não faltou, mas e a coragem? Nós, seres humanos, usamos artifícios. Gastamos

dinheiro em perfumes, em cabeleireiros, em dermatologistas. Vamos a happy hours,

jantares, festas, barzinhos da moda, entramos em chats da internet, só para achar quem

nos coce as orelhas. Se alguém faz festa para todo mundo que conhece, rebolando como

um cãozinho, vem o veredicto:

— Ih! Está com carência afetiva.

Toca a procurar terapeuta. Horas e horas dedicadas a analisar a pura vontade de

buscar amor! Revistas dedicam quilômetros de papel a práticas de sedução. Como olhar

de lado, como sorrir, como se oferecer sem dar na vista. Mais: como ter coragem de

expressar os sentimentos. Cachorro, não. Abana o rabo e pronto. Muitas vezes, com

ciúme, já tive vontade de morder alguém. Ao contrário, sorri simpaticamente enquanto o

sangue fervia. Cães não possuem esse tipo de constrangimento. Atiram-se em cima do

rival. Mordem a mão de quem acaricia. Até conseguirem seu quinhão de afeto. Mas

também não guardam raiva. Depois de rosnarem um para o outro, dois cães saem

pulando e brincando juntos. Que espécie sabe lidar melhor com as próprias emoções?

A questão da pele também é importante. Criamos indústrias do vestuário porque

não estamos satisfeitos com a própria pele, e inventamos estratagemas para cobri-la. Boa

parte da humanidade se dedica a fabricar tecidos, a inventar e a vender roupas. Qualquer

pessoa ambiciona se vestir bem. Fortunas são despendidas em novos guarda-roupas. A

moda vira, e toca a gastar tudo outra vez. Cachorro, não. Nasce vestido. Imagine-se

quanto delírio, quanta mão-de-obra seria evitada se o ser humano tivesse a mesma

tranquilidade a respeito da própria aparência.

Chegamos ao X da questão. Criamos filosofias, escrevemos livros. Há quem faça

ioga, meditação. Tudo para aprender a aceitar o fardo da existência. O cão já nasce

aceitando. A vida é e não é, deve pensar o cão, com a sabedoria de um mestre zen. É o

que constato todo dia ao chegar em casa exausto do trabalho, de mau humor com o

chefe, com a fatura do cartão de crédito prestes a me degolar, o cheque especial batendo

as folhas em torno de minhas orelhas como uma ave de rapina.

Sento na varanda e meu cachorro se aproxima. Sem nenhuma preocupação na

vida. Deita-se aos meus pés e prepara-se para receber sua dose cotidiana de carinho. Eu

me submeto. Raça superior é isso aí.

Disponível em: https://comissaodecultura.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/walcyr-carrasco-pequenos-d elitos-e-outras-crc3b4nicas.pdf (Adaptado).

Leia a tirinha a seguir:

Enunciado 4722304-4

Disponível em: http://www.willtirando.com.br/category/viva-intensamente/page/5/

A partir da construção da tirinha, todos os excertos, a seguir, evidenciam um diálogo entre os textos, EXCETO:

 

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