Foram encontradas 210 questões.
Na prática da pneumologia clínica, apesar dos avanços em métodos de imagem, a necessidade
de biópsias para um diagnóstico diferencial assertivo permanece. Assim, é fundamental ao
médico conhecer as correlações entre uma dada doença pulmonar e o seu substrato
anatomopatológico à microscopia.
As alternativas, a seguir, apresentam diagnósticos de doenças pulmonares comuns com seus achados histopatológicos correspondente, EXCETO, em:
As alternativas, a seguir, apresentam diagnósticos de doenças pulmonares comuns com seus achados histopatológicos correspondente, EXCETO, em:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Mulher de 60 anos, ex-fumante de 20 cigarros por dia mais exposição à fumaça de biomassa de lenha por 30 anos, com dispneia grau 2 na escala mMRC e tosse crônica. Em consulta, exame físico sumário mostra estertores finos em bases pulmonares, sem cianose ou edema. Apresenta pontuação CAT de 18. Espirometria após broncodilatador mostra VEF1 sobre CVF de 0,62, menor que 0,70, e VEF1 de 65% do valor previsto.
Considerando a classificação GOLD e o manejo inicial relacionados ao rastreio e à estratificação de DPOC na paciente referida, assinale a alternativa CORRETA:
Mulher de 60 anos, ex-fumante de 20 cigarros por dia mais exposição à fumaça de biomassa de lenha por 30 anos, com dispneia grau 2 na escala mMRC e tosse crônica. Em consulta, exame físico sumário mostra estertores finos em bases pulmonares, sem cianose ou edema. Apresenta pontuação CAT de 18. Espirometria após broncodilatador mostra VEF1 sobre CVF de 0,62, menor que 0,70, e VEF1 de 65% do valor previsto.
Considerando a classificação GOLD e o manejo inicial relacionados ao rastreio e à estratificação de DPOC na paciente referida, assinale a alternativa CORRETA:
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Suponha a seguinte situação fictícia relacionada a um atendimento em uma Unidade de Pronto
Atendimento (UPA).
Menina de 7 anos com sibilos recorrentes, 3 episódios por ano, após infecção viral respiratória. Sem história de atopia conhecida. Hoje, em consulta, apresenta sibilos e uso de musculatura acessória, frequência respiratória: 35 irpm, sat. O2: 91% em ar ambiente. O peak flow (Pico de Fluxo Expiratório - PFE) é 70% do previsto para a idade sem tratamento de manutenção.
Considerando o controle e a exacerbação de asma nessa criança, na UBS/ESF, a conduta inicial, conforme classificação GINA (Global Initiative for Asthma) é:
Menina de 7 anos com sibilos recorrentes, 3 episódios por ano, após infecção viral respiratória. Sem história de atopia conhecida. Hoje, em consulta, apresenta sibilos e uso de musculatura acessória, frequência respiratória: 35 irpm, sat. O2: 91% em ar ambiente. O peak flow (Pico de Fluxo Expiratório - PFE) é 70% do previsto para a idade sem tratamento de manutenção.
Considerando o controle e a exacerbação de asma nessa criança, na UBS/ESF, a conduta inicial, conforme classificação GINA (Global Initiative for Asthma) é:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Mulher de 45 anos, HIV positivo em terapia antirretroviral com um inibidor de protease, CD4 indicando 250 células/mL3, além de artrite reumatoide em tratamento com adalimumabe. História de contato domiciliar com tuberculose ativa (pai diagnosticado recentemente). Entretanto, assintomática do trato respiratório. Teste IGRA positivo, enzimas hepáticas ALT e AST normais, sem hepatite C.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a quimioprofilaxia a ser adotada nesse casso:
Mulher de 45 anos, HIV positivo em terapia antirretroviral com um inibidor de protease, CD4 indicando 250 células/mL3, além de artrite reumatoide em tratamento com adalimumabe. História de contato domiciliar com tuberculose ativa (pai diagnosticado recentemente). Entretanto, assintomática do trato respiratório. Teste IGRA positivo, enzimas hepáticas ALT e AST normais, sem hepatite C.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a quimioprofilaxia a ser adotada nesse casso:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Homem de 58 anos, diabético mal controlado com hemoglobina glicada de 9,1% e em uso de prednisona por vasculite, apresentando tosse crônica, hemoptise e perda de peso há 2 meses. Radiografia de tórax mostra cavitação no lobo superior esquerdo e nódulos múltiplos. Sem febre alta.
A conduta inicial apropriada para diagnóstico diferencial entre tuberculose e infecção fúngica pulmonar cavitária nessa realidade é:
Homem de 58 anos, diabético mal controlado com hemoglobina glicada de 9,1% e em uso de prednisona por vasculite, apresentando tosse crônica, hemoptise e perda de peso há 2 meses. Radiografia de tórax mostra cavitação no lobo superior esquerdo e nódulos múltiplos. Sem febre alta.
A conduta inicial apropriada para diagnóstico diferencial entre tuberculose e infecção fúngica pulmonar cavitária nessa realidade é:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Idoso de 68 anos, ex-tabagista, queixa de "fraqueza e febre arrastada", além de piora da tosse, iniciada há cerca de 4 meses. Há história de aumento de expectoração, sudorese noturna e um episódio de hemoptise de cerca de 30 mL na última semana. Nega perda de peso. Durante atendimento, apresenta estertores localizados no pulmão direito, sem radiografia disponível no momento. Sat. O2: 95%.
Considerando o diagnóstico diferencial inicial na UBS/ESF, ainda sem imagem, assinale a alternativa CORRETA sobre a priorização de exame complementar:
Idoso de 68 anos, ex-tabagista, queixa de "fraqueza e febre arrastada", além de piora da tosse, iniciada há cerca de 4 meses. Há história de aumento de expectoração, sudorese noturna e um episódio de hemoptise de cerca de 30 mL na última semana. Nega perda de peso. Durante atendimento, apresenta estertores localizados no pulmão direito, sem radiografia disponível no momento. Sat. O2: 95%.
Considerando o diagnóstico diferencial inicial na UBS/ESF, ainda sem imagem, assinale a alternativa CORRETA sobre a priorização de exame complementar:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Homem de 40 anos, desempregado, apresenta tosse persistente há mais de 3 semanas, perda de 8 kg e sudorese noturna, convivendo com 4 domiciliares, incluindo uma criança. Na ESF: bafejos fétidos e adenomegalias cervicais. Baciloscopia de escarro revela BAAR: ++.
São condutas corretas para esse caso, no âmbito da UBS/ESF, EXCETO:
Homem de 40 anos, desempregado, apresenta tosse persistente há mais de 3 semanas, perda de 8 kg e sudorese noturna, convivendo com 4 domiciliares, incluindo uma criança. Na ESF: bafejos fétidos e adenomegalias cervicais. Baciloscopia de escarro revela BAAR: ++.
São condutas corretas para esse caso, no âmbito da UBS/ESF, EXCETO:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Homem de 65 anos, em uso de prednisona 20 mg/dia por polimialgia reumática há 6 meses, apresenta sibilos, dispneia progressiva e diarreia há 2 semanas. Exames confirmam larva de Strongyloides stercoralis em escarro e fezes, eosinófilos 15%, IgE elevada. Sem história de viagem ao exterior. Na UBS/ESF, diagnostica-se hiperinfecção pulmonar.
O manejo inicial apropriado para hiperinfecção por estrongiloidíase na UBS/ESF envolve, EXCETO:
Homem de 65 anos, em uso de prednisona 20 mg/dia por polimialgia reumática há 6 meses, apresenta sibilos, dispneia progressiva e diarreia há 2 semanas. Exames confirmam larva de Strongyloides stercoralis em escarro e fezes, eosinófilos 15%, IgE elevada. Sem história de viagem ao exterior. Na UBS/ESF, diagnostica-se hiperinfecção pulmonar.
O manejo inicial apropriado para hiperinfecção por estrongiloidíase na UBS/ESF envolve, EXCETO:
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Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Jovem de 22 anos, nordestino, lavrador, apresenta tosse seca noturna e febre baixa há 10 dias. Exames laboratoriais revelam eosinófilos 25% (absoluto 3.500/mm³) e RX de tórax mostra infiltrados periféricos transitórios em lobo inferior esquerdo (melhorados no controle). Relata consumo frequente de verduras mal lavadas, sem viagens recentes ou história prévia de asma. O médico da UBS/ESF suspeita de Síndrome de Loeffler, frequentemente, associada ao ciclo de Loss.
São helmintos que realizam o ciclo de Loss, EXCETO:
Jovem de 22 anos, nordestino, lavrador, apresenta tosse seca noturna e febre baixa há 10 dias. Exames laboratoriais revelam eosinófilos 25% (absoluto 3.500/mm³) e RX de tórax mostra infiltrados periféricos transitórios em lobo inferior esquerdo (melhorados no controle). Relata consumo frequente de verduras mal lavadas, sem viagens recentes ou história prévia de asma. O médico da UBS/ESF suspeita de Síndrome de Loeffler, frequentemente, associada ao ciclo de Loss.
São helmintos que realizam o ciclo de Loss, EXCETO:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Você atende na UBS/ESF uma mulher de 55 anos, tabagista 30 maços-ano, com dispneia aos esforços moderados (subir um lance de escada) e tosse produtiva matinal há 3 semanas, sem febre ou hemoptise. Ao exame: FR 24 irpm, SatO2 93% em ar ambiente, estertores finos em bases bilaterais, IMC 28 kg/m².
Diante desse caso clínico atendido na UBS/ESF, assinale a conduta inicial adequada:
Você atende na UBS/ESF uma mulher de 55 anos, tabagista 30 maços-ano, com dispneia aos esforços moderados (subir um lance de escada) e tosse produtiva matinal há 3 semanas, sem febre ou hemoptise. Ao exame: FR 24 irpm, SatO2 93% em ar ambiente, estertores finos em bases bilaterais, IMC 28 kg/m².
Diante desse caso clínico atendido na UBS/ESF, assinale a conduta inicial adequada:
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