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Foram encontradas 50 questões.

1114576 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Qual das alternativas abaixo não pode ser relacionada ao Lied romântico?
 

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1113630 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Bach e Handel nasceram no mesmo ano (1685), na Alemanha. Ambos são apontados grandes representantes do estilo barroco. Apesar dessas coincidências, suas personalidades musicais e histórias de vida são consideravelmente diferentes. Cada um deles compôs um conjunto de seis Sonatas para violino solista. Correlacione as características abaixo com cada um desses autores, preenchendo os parênteses com B (Bach) ou H (Handel).
( ) Escritas para violino e baixo-cifrado.
( ) Escritas para violino e cravo obbligato.
( ) Textura característica de Trio, tendo cada uma das partes de cravo importância equivalente à do violino.
( ) Adagios com todas as notas escritas, não necessitando de adições.
( ) Adagios com apenas notas estruturais escritas, deixando o intérprete livre para adicionar ornamentos e preenchimento melódico.
( ) Parte do baixo pode ser dobrada por instrumentos graves como violoncelo, viola da gamba ou fagote.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1105209 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco,
01/04/2012, p.B15. Adaptado.
Um tema pode ser abordado a partir de diversas perspectivas. No caso do Texto, o racismo é abordado com foco:
 

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1104445 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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São instrumentos transpositores em Si bemol, EXCETO:
 

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1097163 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco,
01/04/2012, p.B15. Adaptado.
O Texto provê a informação de que:
 

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1088911 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Qual das alternativas abaixo não é um movimento da suíte clássica?
 

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1084778 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A questão se refere à peça abaixo, “Felhô valék, mar süt a nap...”, Nº III, da Hommage à R. Sch.(*) – op 15d (1990), do compositor húngaro György Kurtag:
Enunciado 1084778-1
Em relação à utilização da escala e à harmonização, podemos dizer que Kurtag usou, como matéria-prima:
 

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1084252 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Em que consiste, na música vocal, o Recitativo Secco?
 

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1079693 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Qual das alternativas abaixo representa a análise harmônica correta do trecho da canção “Esse Cara”, de Caetano Veloso?
Enunciado 1079693-1
 

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1078216 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Racismo, não.
Celebramos há pouco (21 de março) o Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial. A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960. Vinte mil negros protestavam pacificamente contra a lei do passe, que restringia os locais onde podiam circular. O Exército atirou contra a multidão, matando sessenta e nove pessoas e ferindo cento e oitenta e seis.
No Brasil, o racismo foi rechaçado de forma intransigente. Nossa Constituição repudia essa prática abjeta. Também não se tolera o racismo camuflado, aquele que existe na prática mas tem vergonha de apresentar-se com este nome. A discriminação racial não humilha apenas aqueles que são discriminados. Todos somos vilipendiados, não importando nossa raça, quando alguém sofre discriminação.
Votada pelo Congresso, foi promulgada pelo Presidente da República, em 13 de maio de 1997, a Lei n° 9.459. Definiu os “crimes de racismo” e estabeleceu penas para os mesmos. Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante. Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades, e que estabelecesse a respectiva pena para cada crime definido. Assim, por exemplo, injuriar alguém recorrendo a elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem passou a ser crime mais grave que a injúria comum.
Outro avanço significativo foi a sanção e promulgação, pelo Presidente da República, do Estatuto da Igualdade Racial, em 20 de julho de 2010. O Estatuto prevê a criação de programas e medidas específicas para reduzir a desigualdade racial no país. Obriga as escolas a inserirem no currículo o ensino da história da África e da população negra no Brasil. O Estatuto definiu como crime a conduta de dificultar, por preconceito, a promoção funcional de pessoas negras no setor público ou privado. Para esse crime foi cominada pena de até cinco anos de reclusão.
Dois presidentes da República, de dois partidos competidores, promulgaram, num lapso de 13 anos (1997 e 2010), duas leis que se completam e guardam absoluta sintonia. Certos princípios suplantam os autores políticos que se encontravam em cena quando o princípio foi consagrado. O eventual titular do Poder passa porque o Poder é, por natureza, passageiro. O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.
João Baptista Herkenhoff. Diário de Pernambuco,
01/04/2012, p.B15. Adaptado.
No que concerne a algumas relações semânticas presentes no Texto, analise as proposições a seguir.
1) No trecho: “A data foi instituída pela ONU, para expressar a repulsa universal ao massacre ocorrido em Johanesburgo, na África do Sul, em 21 de março de 1960.”, evidencia-se uma relação de finalidade.
2) No trecho: “Não bastava que a Constituição tivesse condenado o racismo, embora isso fosse importante”, o segmento final estabelece uma relação concessiva com o anterior.
3) No trecho: “Para que houvesse processo e punição contra os autores de crimes de racismo, era preciso uma lei que definisse tais crimes, em suas diversas modalidades”, o primeiro segmento é a condição do que se afirma em seguida.
4) O trecho: “O princípio, a ideia, a causa permanecem porque a História se constrói através de gerações.”, traz uma relação de causalidade.
Estão corretas:
 

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