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Foram encontradas 60 questões.

2487986 Ano: 2014
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Com relação à classificação adotada pelo DNIT, a partir da configuração básica de cada veículo ou combinação de veículos e do número de eixos para efeito de contagens classificatórias, aponte a definição incorreta em relação aos veículos seguintes:
 

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Na inicialização do sistema operacional Microsoft Windows 7, a tecla de atalho que permite o acesso à opção de inicialização do sistema operacional no modo de segurança é:
 

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2487081 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
No estudo topográfico para o projeto geométrico de estradas de rodagem, a fase de definição de diretrizes de traçado, a partir das condições locais e dos pontos de passagem obrigatórios, representa a etapa de:
 

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2486950 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Correlacione os elementos dos projetos geométricos de rodovias às suas respectivas definições.
1) Alinhamento Horizontal ( ) Greide da rodovia com suas características altimétricas.
2) Superlargura ( ) Declividade transversal com caimento para o centro da curva visando contrabalançar a aceleração centrífuga.
3) Terceira Faixa
( ) Compreende a rodovia e suas instalações correlatas e faixas adjacentes onde se estende a jurisdição do órgão rodoviário.
4) Alinhamento vertical ( ) Projeção do eixo da rodovia que determina o traçado em planta e o percurso da rodovia.
5) Faixa de domínio ( ) Espaço auxiliar acrescido lateralmente à faixa no lado direito em greide ascendente objetivando manter a fluência do movimento.
6) Superelevação ( ) Faixa de trânsito de largura variável utilizada como transição para deslocamento lateral para uma pista paralela.
7) Taper (teiper)
( ) Acréscimo de espaço transversal ao longo de curvas de concordância horizontal, para possibilitar a inserção de veículos longos nas faixas de tráfego em segurança.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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TEXTO
Quando é dia de futebol
(1) Publicados em sua maioria nos jornais Correio da Manhã e Jornal do Brasil, nos quais o autor ocupou cadeira cativa durante muitos anos, os textos de Quando é dia de futebol mostram um Carlos Drummond de Andrade atento ao futebol em suas múltiplas variantes: o esporte, a manifestação popular, a metáfora que nos ajuda a entender a realidade brasileira. São crônicas e poemas escritos a partir da observação do autor sobre campeonatos, Copas do Mundo, rivalidades entre grandes times e lances geniais de Pelé, Mané Garrincha e outros.
(2) Selecionados por Luís Maurício e Pedro Augusto Graña Drummond, netos do poeta, os textos oferecem um passeio – muito drummondiano e, portanto, leve, inteligente e arguto – por nove Copas do Mundo: de 1954, na Suíça, até a última testemunhada pelo autor, em 1986, no México. Não são, claro, resenhas de certames nem tentativas de análise futebolística. Vão além, em seu aparente descompromisso, pois capturam no futebol aquilo que mais interessava ao autor: a capacidade que o bate-bola tem de estilizar, durante os noventa minutos de duração de uma partida, as grandes paixões humanas.
“Confesso que o futebol me aturde, porque nem sei chegar até o seu mistério”, anota o mineiro em um dos textos. Pura modéstia, como se verá na leitura deste Quando é dia de futebol, pois, se houve algum escritor brasileiro habilitado à decifração desse esporte apaixonante, foi mesmo Carlos Drummond de Andrade.
(www.companhiadasletras.com.br. Acessado em 25/02/2014).
Em: “Confesso que o futebol me aturde, porque nem sei chegar até o seu mistério”, Drummond declara que o futebol:
 

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2486451 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
O raio mínimo de uma curva horizontal de uma rodovia é estabelecido a partir de um conjunto de variáveis.
Considerando a relação de variáveis a seguir, assinale a alternativa correta.
 

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TEXTO
Nossa sabedoria gramatical oculta (que significa “saber português”?)
(1) “Saber gramática”, ou mesmo “saber português”, é geralmente considerado privilégio de poucos. Raras pessoas se atrevem a dizer que conhecem a língua. Tendemos a achar, em vez, que falamos de “qualquer jeito”, sem regras definidas. Dois fatores contribuem para essa convicção tão generalizada: primeiro, o fato de que falamos com uma facilidade muito grande, de certo modo sem pensar (pelo menos, sem pensar na forma do que vamos dizer), e estamos acostumados a associar conhecimento a uma reflexão consciente, laboriosa e por vezes dolorosa. Segundo, o ensino escolar nos inculcou, durante longos anos, a ideia de que não conhecemos a nossa língua; repetidos fracassos em redações, exercícios e provas acentuaram esse complexo.
(2) Pretendo trazer aqui boas notícias. Vou sustentar que, apesar das crenças populares, sabemos, e muito bem, a nossa língua. Nosso conhecimento da língua é ao mesmo tempo altamente complexo, incrivelmente exato e extremamente seguro. Isso se aplica não apenas àqueles que sempre brilharam nas provas de português, mas também a praticamente qualquer pessoa que tenha o português como língua materna.
(3) Será preciso, primeiro, distinguir dois tipos de conhecimentos, aos quais se dão as designações de “implícito” e de “explícito”. Vamos partir de um exemplo: eu sou capaz de andar com razoável eficiência, e em geral ando bastante. No entanto, não sou capaz de explicar os processos musculares e nervosos que ocorrem quando ponho em prática essa minha habilidade tão corriqueira. A fisiologia do andar é para mim um mistério.
(4) Pergunta-se, então: tenho ou não conhecimento da habilidade de andar? A resposta é que tenho esse conhecimento em um sentido muito importante – ou seja, tenho um conhecimento implícito da habilidade de andar. Já meu conhecimento explícito dessa habilidade é deficiente, pois sou incapaz de explicar o que acontece com meu corpo quando estou andando. O que nos interessa aqui é o seguinte: sou detentor de um conhecimento implícito altamente complexo e eficiente. O que eu não sei é explicitar o que faço para andar.
(5) Da mesma forma, qualquer falante do português possui um conhecimento implícito altamente elaborado da língua, muito embora não seja capaz de explicitar esse conhecimento. Esse conhecimento não é fruto de instrução recebida na escola, mas foi adquirido de maneira tão natural e espontânea quanto a nossa habilidade de andar. Mesmo pessoas que nunca estudaram gramática chegam a um conhecimento implícito perfeitamente adequado da língua. São como pessoas que não conhecem a anatomia e a fisiologia das pernas, mas que andam, dançam, nadam e pedalam sem problemas.
(6) Por exemplo: digamos que encontramos em algum texto a seguinte sequência de palavras: “Meus irmãos viram meu irmão na TV”. Essa frase só é aceitável se se entender que o irmão que foi visto na TV não pertence ao grupo dos irmãos que o viram. Será inaceitável se se entender que o irmão que apareceu na TV faz parte do conjunto dos que assistiram ao programa.
(7) De onde tiramos esse conhecimento? Como se explica que tenhamos intuições tão definidas acerca de frases que nunca encontramos antes? Tudo provém do uso que fazemos a todo momento desse mecanismo maravilhosamente complexo que temos em nossas mentes, e que manejamos com admirável destreza. Esse mecanismo é o nosso conhecimento implícito da língua, objeto principal da investigação dos linguistas.
(Mário A. Perini. Sofrendo a gramática. São Paulo: Editora Ática, 1997, p. 11-16. Adaptado).
Analise o seguinte trecho do Texto: “Esse conhecimento não é fruto de instrução recebida na escola, mas foi adquirido de maneira tão natural e espontânea quanto a nossa habilidade de andar.” Nesse trecho, encontramos sinais de que foram estabelecidas relações semânticas de:
 

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TEXTO
Nossa sabedoria gramatical oculta (que significa “saber português”?)
(1) “Saber gramática”, ou mesmo “saber português”, é geralmente considerado privilégio de poucos. Raras pessoas se atrevem a dizer que conhecem a língua. Tendemos a achar, em vez, que falamos de “qualquer jeito”, sem regras definidas. Dois fatores contribuem para essa convicção tão generalizada: primeiro, o fato de que falamos com uma facilidade muito grande, de certo modo sem pensar (pelo menos, sem pensar na forma do que vamos dizer), e estamos acostumados a associar conhecimento a uma reflexão consciente, laboriosa e por vezes dolorosa. Segundo, o ensino escolar nos inculcou, durante longos anos, a ideia de que não conhecemos a nossa língua; repetidos fracassos em redações, exercícios e provas acentuaram esse complexo.
(2) Pretendo trazer aqui boas notícias. Vou sustentar que, apesar das crenças populares, sabemos, e muito bem, a nossa língua. Nosso conhecimento da língua é ao mesmo tempo altamente complexo, incrivelmente exato e extremamente seguro. Isso se aplica não apenas àqueles que sempre brilharam nas provas de português, mas também a praticamente qualquer pessoa que tenha o português como língua materna.
(3) Será preciso, primeiro, distinguir dois tipos de conhecimentos, aos quais se dão as designações de “implícito” e de “explícito”. Vamos partir de um exemplo: eu sou capaz de andar com razoável eficiência, e em geral ando bastante. No entanto, não sou capaz de explicar os processos musculares e nervosos que ocorrem quando ponho em prática essa minha habilidade tão corriqueira. A fisiologia do andar é para mim um mistério.
(4) Pergunta-se, então: tenho ou não conhecimento da habilidade de andar? A resposta é que tenho esse conhecimento em um sentido muito importante – ou seja, tenho um conhecimento implícito da habilidade de andar. Já meu conhecimento explícito dessa habilidade é deficiente, pois sou incapaz de explicar o que acontece com meu corpo quando estou andando. O que nos interessa aqui é o seguinte: sou detentor de um conhecimento implícito altamente complexo e eficiente. O que eu não sei é explicitar o que faço para andar.
(5) Da mesma forma, qualquer falante do português possui um conhecimento implícito altamente elaborado da língua, muito embora não seja capaz de explicitar esse conhecimento. Esse conhecimento não é fruto de instrução recebida na escola, mas foi adquirido de maneira tão natural e espontânea quanto a nossa habilidade de andar. Mesmo pessoas que nunca estudaram gramática chegam a um conhecimento implícito perfeitamente adequado da língua. São como pessoas que não conhecem a anatomia e a fisiologia das pernas, mas que andam, dançam, nadam e pedalam sem problemas.
(6) Por exemplo: digamos que encontramos em algum texto a seguinte sequência de palavras: “Meus irmãos viram meu irmão na TV”. Essa frase só é aceitável se se entender que o irmão que foi visto na TV não pertence ao grupo dos irmãos que o viram. Será inaceitável se se entender que o irmão que apareceu na TV faz parte do conjunto dos que assistiram ao programa.
(7) De onde tiramos esse conhecimento? Como se explica que tenhamos intuições tão definidas acerca de frases que nunca encontramos antes? Tudo provém do uso que fazemos a todo momento desse mecanismo maravilhosamente complexo que temos em nossas mentes, e que manejamos com admirável destreza. Esse mecanismo é o nosso conhecimento implícito da língua, objeto principal da investigação dos linguistas.
(Mário A. Perini. Sofrendo a gramática. São Paulo: Editora Ática, 1997, p. 11-16. Adaptado).
No Texto, como ideia global, o autor apresenta o ponto de vista teórico de que:
 

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2485406 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Qual dos seguintes tipos de ensaios geotécnicos visa definir, para determinadas faixas pré-estabelecidas de tamanho de grãos, a percentagem em peso que cada fração de solo possui em relação à massa da amostra em análise?
 

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2484964 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Sobre o processo de materialização de pontos do eixo do projeto de uma curva circular em rodovia, analise as seguintes afirmações.
1) O processo de locação por deflexões acumuladas consiste no posicionamento de pontos da curva a partir de medidas dos ângulos de deflexão, em relação à tangente, à curva e das respectivas distâncias, medidas ao longo da curva.
2) A locação não é feita pelo arco e, sim, pela corda, de forma que o erro cometido nesta substituição esteja dentro dos limites de tolerância.
3) Para reduzir os erros de locação para curvas de raios superiores a 100 m, a corda da locação deve ser de 5m, e, para as curvas de raios de 50 a 100m, a corda de locação deve ser de 10m.
4) A deflexão acumulada a partir do PC da curva até o PT deve ser igual ao ângulo central ou de deflexão das tangentes.
5) A deflexão sucessiva é aquela que corresponde a cada estaca isoladamente, ou seja, é o ângulo que a visada a cada estaca forma com a tangente ou com a visada anterior.
Estão corretas, apenas:
 

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