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TEXTO 2
As línguas
Uma língua viva não é uma língua perfeitamente ajustada a um conjunto de prescrições que estabelece o que é certo e o que é errado. Os modos de falar estão encharcados das marcas do lugar em que se fala, do tempo, das características sociais de quem fala, das particularidades da situação comunicativa. Ainda que se observe uma enorme diversidade nos usos da língua, a imagem de uma língua única e homogênea é um fantasma difícil de combater.
Sabemos que falar uma variedade ou outra pode provocar efeitos diferentes sobre os interlocutores: cumplicidade, exclusão, admiração. Isso porque o valor social das variedades linguísticas não é o mesmo. As manifestações de preconceito linguístico que ecoam pela mídia impressa e as que, silenciosamente, ocorrem dentro das salas de aulas das escolas brasileiras, dão mostra de seu poder de discriminação.
Ao corrigir o emprego “impróprio” do léxico ou o uso “inexato” das regras de sintaxe, não se intervém apenas na forma, se intervém nos sentidos produzidos e na identidade de quem fala. (...)
A correção do outro sempre rompe o fluxo do sentido, porque atinge o enunciador e nem sempre é possível a este retomar o rumo.
(José Carlos de Azeredo (Org.). Língua portuguesa em debate. Petrópolis: Vozes, 2000, p. 83).
Conforme o autor do Texto 2, um dos poderes da discriminação social reside:
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TEXTO 1
As línguas de sinais no Mundo
Assim como entre os idiomas falados, é grande a variedade de línguas de sinais ao redor do mundo.
Muitos linguistas se dedicaram a estudar diferentes línguas gestuais, concluindo que estas apresentavam diferenças consideráveis entre si. Deve-se levar em conta que diferenças culturais são determinantes nos modos de representação do mundo. Assim, os surdos sentem as mesmas dificuldades que os ouvintes quando necessitam comunicar com outros que utilizam uma língua diferente.
Cada país tem a sua própria língua gestual. Considerando os países lusófonos, sabemos que alguns utilizam diferentes línguas de sinais: no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em Portugal, existe a Língua Gestual de Sinais (LGP), por exemplo.
Além disso, da mesma forma que acontece nas línguas faladas oralmente, existem variações linguísticas dentro da própria língua de sinais, isto é, regionalismos ou sotaques diferentes. Essas variações se devem a ligeiras diferenças culturais e influências diversas no sistema de ensino do país, por exemplo. Há, inclusive, uma língua de sinais pretensamente universal, análoga ao Esperanto, conhecida como Gestuno, que é usada em convenções e competições internacionais.
Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época ou a épocas anteriores àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. Uma pista interessante para admitir esta possibilidade é o fato de que o bebê humano desenvolve a coordenação motora dos membros antes de se tornar capaz de coordenar o aparelho fono-articulatório. As línguas de sinais são criações espontâneas do ser humano e se aprimoram exatamente da mesma forma que as línguas orais. Nenhuma língua é superior ou inferior a outra; cada língua se desenvolve e expande na medida da necessidade de seus usuários.
Também é comum aos ouvintes pressupor que as línguas de sinais sejam versões sinalizadas das línguas orais. No entanto, embora haja semelhanças ou aspectos comuns entre as línguas de sinais, devido a um certo contágio linguístico, as línguas de sinais são autônomas, não derivando das orais e possuindo peculiaridades que as distinguem umas das outras e das línguas orais.
A língua de sinais é tão natural e tão complexa quanto as línguas orais, dispondo de recursos expressivos suficientes para permitir aos seus usuários expressar-se sobre qualquer assunto, em qualquer situação, domínio do conhecimento e esfera de atividade. Mais importante, ainda: é uma língua adaptada à capacidade de expressão dos surdos.
(HTTP:PT.wikipedia.org/wiki/L%C3%. Acesso em 14 de março de 2015).
Observe o uso (ou não) do sinal indicativo da crase no trecho seguinte: “Não se sabe quando as línguas de sinais se iniciaram, mas sua origem remonta possivelmente à mesma época (1) ou a épocas (2) anteriores àquelas (3) em que foram sendo desenvolvidas as (4) línguas orais”. Pelo sentido expresso nesse texto, podemos afirmar que:
1) Em (1), o uso do sinal da crase é, sintaticamente, obrigatório.
2) Em (2), o uso do sinal da crase é facultativo; falta a preposição.
3) Em (3), o pronome ‘aquelas’ rejeita o sinal indicativo da crase.
4) Em (4), não deve haver sinal de crase: trata-se apenas do artigo.
5) Em (1), a regência do verbo ‘remontar’ exige a preposição ‘a’ antes de seu complemento.
2) Em (2), o uso do sinal da crase é facultativo; falta a preposição.
3) Em (3), o pronome ‘aquelas’ rejeita o sinal indicativo da crase.
4) Em (4), não deve haver sinal de crase: trata-se apenas do artigo.
5) Em (1), a regência do verbo ‘remontar’ exige a preposição ‘a’ antes de seu complemento.
Estão corretas:
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De acordo com a Grafia Braille para a Informática, o sinal que representa o símbolo @, denominado arroba, é formado pelos pontos:
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Em conformidade com a Grafia Braille para a Língua Portuguesa, as reticências são representadas pelo sinal composto formado pelos pontos:
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Qual das alternativas abaixo não corresponde a uma função do Programa Braille Fácil?
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No que diz respeito à aplicação da simbologia Braille para os números, é correto afirmar que.
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Em conformidade com as Normas Técnicas, para impressão em Face Única, a folha braille deve conter:
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O Manual Internacional de Musicografia Braille, publicado em português pelo MEC, visa reunir acordos internacionais referendados em Conferências sobre a Musicografia Braille. A maioria destes acordos faz referência:
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No tocante à conceituação básica referente ao Sistema Braille, é correto afirmar que:
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TEXTO 4

Jim Davis. Garfield em ação. Rio de Janeiro: Salamandra, 1988, v. 9.
Na Tirinha exposta acima, o autor pretende destacar:
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