Foram encontradas 1.914 questões.
Qual das opções abaixo menciona dois programas que são comumente utilizados na etapa de mixagem de gravações de áudio em estúdio?
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- Certificado DigitalFundamentos: Certificado Digital
- Certificado DigitalAC: Autoridade Certificadora
- Certificado DigitalAssinatura Digital
- Certificado DigitalValidade de Certificados
Com relação a Assinaturas e Certificações Digitais, assinale a alternativa incorreta.
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A corrente !$ i !$, no circuito abaixo, é:

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A especiação refere-se ao surgimento de uma ou mais espécies, a partir de uma população ancestral, envolvendo mecanismos de diferenciação genética e pode ocorrer por vários fatores. Em relação ao tipo de especiação, assinale a alternativa incorreta.
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Para evitar o aparecimento de linhas horizontais em monitores de computador ou televisores que aparecem na imagem, devemos:
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Existem alguns elementos típicos presentes na maioria dos sites da web. Entre eles, estão o título da página, o cabeçalho, as navegações estruturais e o rodapé da página. Alguns sites também utilizam um pequeno elemento gráfico, que fica identificado ao lado do endereço da página ou na aba de navegação, também conhecido por:
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- Conceitos BásicosFundamentos de Segurança da Informação
- Conceitos BásicosPrincípiosConfidencialidade
- Conceitos BásicosPrincípiosDisponibilidade
- Conceitos BásicosPrincípiosIntegridade
A Segurança da Informação é definida pela NBR ISO/IEC 27002:2005 como “preservação da confidencialidade, da integridade e da disponibilidade da informação, podendo também envolver outras propriedades, tais como autenticidade, responsabilidade, não repúdio e confiabilidade.” Sobre as características da Segurança da Informação citadas acima, é correto afirmar que:
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Ao refletir sobre a interface da Fonoaudiologia com a inclusão social, o Fonoaudiólogo educacional, que atua dentro de uma instituição de ensino, vem ampliando sua concepção por meio de diferentes possibilidades epistemológicas, filosóficas, metodológicas que tem contribuído para diferenciar a atuação fonoaudiológica educacional da fonoaudiologia clínica, fragmentada e tecnicista. Relacione as sentenças de acordo com as visões abaixo descritas.
1) Fonoaudiologia clínica com visão fragmentada, tecnicista
2) Fonoaudiologia educacional com visão ampliada
( ) define os diagnósticos dos transtornos de linguagem escrita por avaliação da ortografia e da produção textual.
( ) reflete sobre os índices educacionais, em diversos aspectos como, por exemplo, as formas de organização social e familiar relacionadas aos critérios de inclusão e exclusão e aos determinantes socioeconômicos.
( ) valoriza a escuta e a participação da comunidade escolar no processo de escolha de práticas a serem adotadas.
( ) reflete a educação como um campo específico de atuação de conhecimento técnico sobre critérios normatizadores de classificação e da realização de triagens, diagnósticos e encaminhamentos.
( ) compreende a articulação entre as dimensões individual/singular e coletiva.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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O que a 'nova Terra' tem de especial?
Na última quarta (24), uma notícia deixou de orelhas em pé tanto os amantes da ficção científica quanto os da ciência da vida real: astrônomos do European Southern Observatory, um dos maiores observatórios do mundo, anunciaram a descoberta de um planeta que pode ter muitas das condições necessárias ao surgimento e à evolução da vida. Batizado de Próxima b, ele orbita uma anã vermelha chamada Proxima Centauri – e já foi carinhosamente apelidado de Nova Terra. Entenda por que e veja o que ele tem de bacana.
1. Ele está na distância perfeita de sua estrela.
O Próxima b está a 7,5 milhões de km de sua estrela-mãe, a Proxima Centauri. Isso é bem perto: é 5% da distância da Terra ao Sol. Mercúrio mesmo fica bem mais longe: a 57 milhões de km. Toda essa proximidade pode parecer ruim, mas está tranquilo, está favorável, para o planeta recémdescoberto: sua estrela é bem mais fria e muito menor do que o Sol – tem menos de 15% do diâmetro dele (pouco maior que Júpiter). Isso compensa a proximidade. Isso significa que, no Próxima b, pode haver água líquida, o ingrediente básico para a vida.
2. A estrela dele vai viver muito mais do que o Sol.
A Proxima Centauri é uma anã vermelha que pertence à constelação do Centauro, e que provavelmente tem a mesma idade que o Sol. Mas as análises dos astrônomos mostram que a Proxima vai continuar brilhando – e "alimentando" Próxima b – por alguns bilhões de anos depois de o nosso sol morrer, o que vai acontecer daqui a 7 bilhões de anos. Ou seja: contando que o planeta seja mesmo habitável e que, um dia, seja alcançável pelas nossas naves, poderemos nos mudar para lá, para passar mais alguns bilhões com um sol para chamar de nosso.
3. O céu no planeta, provavelmente, é vermelho.
Se você chegasse em Próxima b, em vez do familiar céu azul aqui da Terra, você veria uma imensidão vermelha, como um pôr do sol eterno. Isso porque a luz da estrela é avermelhada.
4. Ele está MUITO perto da gente.
Daqui até o Próximo b, é um pulinho (pelo menos, em termos astronômicos): só 4,2 anos-luz (37 trilhões de km). Pode parecer bastante, mas os outros planetas semelhantes à Terra que nós já encontramos ficam bem mais longe: o Kapteyn b, na constelação de Pictor, está a quase 13 anos-luz de distância; o Wolf 1061 c, na constelação do Serpentário, fica a 14 anos-luz; e o GJ 667 c, na constelação de Escorpião, a 22 anos-luz. De fato, a Proxima Centauri é a estrela que está mais perto do sistema solar – daí o nome da estrela, e o do planeta, que ganhou o nome da estrela adicionado da letra "b" – o "a" seria a própria anã vermelha.
5. Ele é uma Terra com esteroides
A massa do Próxima b é só 30% maior quea nossa. A princípio, isso não faz sentido. Os modelos científicos mais avançados de formação de corpos celestes mostram que as estrelas pequenas, como a Proxima Centauri, só conseguem comportar planetas minúsculos: bem menores que o nosso. Os astrônomos ainda não sabem o que possibilitou o crescimento do Próxima b (...).
6. Pode existir vida por lá.
O planeta está na chamada zona habitável da órbita da estrela – perto o bastante para que a água presente ali não congele, e longe o suficiente para que não evapore. Ou seja: ele pode ter água líquida, o ingrediente essencial para a vida. Essencial, mas não exclusivo: também é preciso haver um campo magnético que proteja o planeta da radiação que vem da estrela – que, no caso do Próxima b, é GRANDE: ele recebe 400 vezes mais raios X do que a Terra.
7. Ele não tem dia e noite
Sabe a Lua, que está sempre com a mesma face voltada para a Terra? Então: com o Próxima b é a mesma coisa. A configuração da gravidade do planeta e da estrela, somada à proximidade dos dois, travou um "de frente" para o outro – não há rotação, só translação. Isso significa que Próxima b não tem dia e noite, mas também indica que o lado iluminado deve ter uma temperatura relativamente amena – que pode variar entre 0°C a 30°C –, enquanto o outro, sempre no escuro, pode chegar a um frio de -60°C. Mas isso até que é ok, se a gente considerar que a temperatura mais fria registrada na Terra foi de -89,2°C, no Polo Sul, e a mais quente, 54°C. (...)
(Helô D'Angelo. Disponível em: http://super.abril.com.br/ciencia/oque- a-nova-terra-tem-de-especial Acesso em: 30 ago. 2016. Adaptado).
Analise o emprego das convenções de ortografia e acentuação gráfica nos enunciados a seguir e assinale aquele que atende as regras válidas, atualmente, no português do Brasil.
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A face negativa da norma culta
1. Há tempos que os trabalhos no campo da linguística brasileira têm como uma de suas principais preocupações os modos de ensino da norma culta da Língua Portuguesa. Vista como símbolo do bem-falar, a norma culta é amplamente defendida como a “variedade linguística de maior prestígio social”, assim descrita na maioria das gramáticas. Nesse sentido, o ensino de português, de um modo geral, tem se pautado na transmissão das regras subjacentes a essa norma. As gramáticas e os livros didáticos, além de darem continuidade a um comércio editorial, que se diz capaz de oferecer essa “arte do bemfalar” aos incapazes de adquiri-la socialmente, em suas atividades linguísticas cotidianas, apenas reforçam a ideia absurda de que a norma culta é a única aceitável, e quem não souber dominá-la será excluído do conjunto dos indivíduos que “sabem falar português”.
2. Essa ideia de supervalorização da norma culta e de sua superioridade sobre as outras variedades passou a ser senso comum na sociedade, gerando, assim, uma onda de preconceito e intolerância, já que se subentende que qualquer uso que fuja à norma será considerado “inferior e desprestigiado”. O livro “Preconceito e intolerância na linguagem”, da professora Marli Quadros Leite, abordou esse problema e constatou a ocorrência de intolerâncias, sobretudo, em discursos da imprensa escrita. [...]
3. A primeira reflexão trazida por Leite é a de que o preconceito contra a linguagem não é apenas linguístico, mas também social e político. Por meio das análises feitas, é possível perceber, por exemplo, o preconceito e a intolerância contra o povo nordestino, mostrados, principalmente, por habitantes das regiões Sul e Sudeste. [...] Fica evidente que os argumentos daqueles que têm preconceito contra a linguagem do nordestino baseiam-se na ideia de que se trata de uma linguagem “errada”, utilizada por pessoas de baixo prestígio social e que “não sabem falar o português”. Esse tipo de pensamento tem – em grande parte – origem na distinção entre norma culta e norma popular, na negação de outras variedades linguísticas e na ignorância de que a língua é um fenômeno social e, inevitavelmente, variável.
4. As análises dos gêneros feitas por Leite são de grande valia aos estudos sobre preconceito e intolerância contra determinadas variedades linguísticas, mas sua abordagem sobre a ocorrência desses fenômenos na escola é, sem sombra de dúvidas, o que coroa sua obra, visto que, além da influência da sociedade em geral, a escola (infelizmente) tem sido a grande incentivadora do preconceito e da intolerância linguísticos. A insistência da escola em ensinar, de forma supervalorizada, as regras gramaticais – às vezes, sem levar em consideração as variedades linguísticas dos alunos – cria na mente dos estudantes a ideia de que a norma culta é a que “reina” na sociedade. Isso gera uma atitude corretiva do indivíduo consigo mesmo – num “policiamento linguístico” – e de um indivíduo para com outro – numa posição soberba e acusadora a que subjaz o pensamento: “Você fala errado! Eu estudo e falo certo, logo, eu posso corrigir seu erro”.
5. Essa é a face negativa da norma culta. Essa falsa superioridade e desprezo sobre as outras variedades linguísticas, o que, infelizmente, gera o preconceito e a intolerância, não apenas contra a linguagem de quem faz uso de outras normas, mas contra a própria pessoa. O uso e o ensino da norma culta são, sem dúvida, essenciais. Ela deve ter, sim, seu lugar na sociedade e na escola, de forma que todos possam ter a capacidade de comportar-se linguisticamente de forma adequada em cada situação comunicativa. O que se torna necessário, como conclui Leite, é que as pessoas não julguem umas às outras pela linguagem de que fazem uso, mas que haja o respeito, a tolerância, a aceitação e a valorização de todas as normas linguísticas, pois todas, igualmente, são válidas e essenciais à vida da comunidade linguística.
Talita Santos Menezes. Disponível em: http://www.webartigos.com/artigos/a-face-negativa-da-norma-culta/118492. Acesso em 05/09/2016. (Adaptado).
Considerando o objetivo central pretendido pelo Texto, identifique o fragmento que, por seu conteúdo, assume inteira relevância no texto:
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