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De acordo com Freud, as fobias são
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Ana tem 34 anos, fez uma mastectomia radical e está fazendo quimioterapia. Na consulta, diz ao seu médico que sente revolta e indignação e, por vezes, ainda não acredita ter tido um câncer, por mais que veja os exames. Pretende mudar seu estilo de vida, adquirir hábitos mais saudáveis e esquecer esse pesadelo. O que está se passando com a paciente é
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A memantina, utilizada no tratamento de demências, é um medicamento que age no sistema
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É temor característico do terceiro trimestre da gestação
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Considera-se contraindicação para o uso de clozapina
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Sabe-se que uma hierarquia de ansiedade está relacionada com vários níveis de desenvolvimento. Dentre as alternativas abaixo, a forma mais madura de ansiedade é
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No tratamento farmacológico de demências, em estágios leves e moderados, está bem estabelecido na literatura o uso de
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Em relação ao período da gestação, é correto afirmar que
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A questão deverá ser respondida com base no texto abaixo:


Com as crianças aprendemos sempre. Mas quando elas adoecem, transformam-se em didatas ainda mais impressionantes. A perplexidade diante da doença, o temor do desconhecido e a confissão dos medos sem dissimulação enternecem este convívio. Não apenas pelo olho aceso no apelo desesperado por ajuda, mas pela incapacidade do médico de ser uma coisa só, sucumbindo à dualidade entre o técnico rigoroso e o resíduo instintivo de pai ou mãe que cada um de nós carrega, não importa a combinação dos cromossomas.
Respeito a opinião dos que condenam o envolvimento afetivo nesta situação, sob o pretexto de que isso(I) poderia comprometer a isenção do juízo médico, mas festejo, encantado, a legião dos que não conseguem evitar.
O Bernardo nasceu com um defeito congênito, descoberto aos quatro anos de idade, depois de uma série de infecções pulmonares. Na noite anterior à cirurgia, rodeado de pais e avós, ouviu as explicações do que seria feito, tudo cuidadosamente elaborado para que chegasse ao seu(II) nível de entendimento e sem gerar uma ansiedade desnecessária. Terminada a conversa, com o olhinho mais inocente, perguntou: “E você sabe fazer isso?”
Como é impossível deixar de pensar que aquela figurinha miúda, enrolada no lençol, poderia ser um filho ou um neto, é fácil entender porque os pediatras de vocação são os médicos mais carinhosos. O exercício da doçura adoça as pessoas.
O Wendel gastou mais da metade dos seus escassos 14 anos em internações complicadas, terapias intensivas de alto risco, longos períodos de respiração artificial e, depois de tudo, submeteu-se a um transplante duplo de pulmões. Como as placas de facilitação não acompanham sua trilha, fez uma complicação num dos brônquios implantados do doador, necessitando correção cirúrgica.
Novamente no bloco cirúrgico, nos encontramos. Cumpridos os abraços e beijos, veio o comentário, com uma cara gorducha e séria. “Estou nas suas(III) mãos.” Quando respondi, meio debochado: “Você sempre esteve!”.
Ele completou : “Pois vê se não erra desta vez!”.
Límpidos assim, nascemos. Uma pena que, ao longo da vida, preocupados em construir a blindagem para o convívio social, percamos muito dessa pureza original.
Das afirmações abaixo,
I) isso se refere a envolvimento afetivo.
II) seu se refere a do menino.
III) suas se refere a do médico.
II) seu se refere a do menino.
III) suas se refere a do médico.
está(ao) correta(s)
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A questão deverá ser respondida com base no texto abaixo:


Com as crianças aprendemos sempre. Mas quando elas adoecem, transformam-se em didatas ainda mais impressionantes. A perplexidade diante da doença, o temor do desconhecido e a confissão dos medos sem dissimulação enternecem este convívio. Não apenas pelo olho aceso no apelo desesperado por ajuda, mas pela incapacidade do médico de ser uma coisa só, sucumbindo à dualidade entre o técnico rigoroso e o resíduo instintivo de pai ou mãe que cada um de nós carrega, não importa a combinação dos cromossomas.
Respeito a opinião dos que condenam o envolvimento afetivo nesta situação, sob o pretexto de que isso poderia comprometer a isenção do juízo médico, mas festejo, encantado, a legião dos que não conseguem evitar.
O Bernardo nasceu com um defeito congênito(I), descoberto aos quatro anos de idade, depois de uma série de infecções pulmonares. Na noite anterior à cirurgia, rodeado de pais e avós, ouviu as explicações do que seria feito, tudo cuidadosamente elaborado para que chegasse ao seu nível de entendimento e sem gerar uma ansiedade desnecessária. Terminada a conversa, com o olhinho mais inocente, perguntou: “E você sabe fazer isso?”
Como é impossível deixar de pensar que aquela figurinha miúda, enrolada no lençol, poderia ser um filho ou um neto, é fácil entender porque(II) os pediatras de vocação são os médicos mais carinhosos. O exercício da doçura adoça as pessoas.
O Wendel gastou mais da metade dos seus escassos 14 anos em internações complicadas, terapias intensivas de alto risco, longos períodos de respiração artificial e, depois de tudo, submeteu-se a um transplante duplo de pulmões. Como(III) as placas de facilitação não acompanham sua trilha, fez uma complicação num dos brônquios implantados do doador, necessitando correção cirúrgica.
Novamente no bloco cirúrgico, nos encontramos. Cumpridos os abraços e beijos, veio o comentário, com uma cara gorducha e séria. “Estou nas suas mãos.” Quando respondi, meio debochado: “Você sempre esteve!”.
Ele completou : “Pois vê se não erra desta vez!”.
Límpidos assim, nascemos. Uma pena que, ao longo da vida, preocupados em construir a blindagem para o convívio social, percamos muito dessa pureza original.
Das afirmações abaixo,
I) congênito poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por congênere.
II) Há um equívoco do autor na grafia da palavra porque, pois deveria ser grafada na forma por que.
III) O nexo Como estabelece uma relação de comparação.
está(ão) correta(s)
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