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O Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990, com as seguintes finalidades:

 

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A Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005, dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, e dá outras providências. Caberá à Instituição Federal de Ensino avaliar anualmente a adequação do quadro de pessoal às suas necessidades, propondo ao Ministério da Educação, se for o caso, o seu redimensionamento, consideradas, entre outras, as seguintes variáveis:

 

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O Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, combinado com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações. Assim sendo, em todos os órgãos e entidades da administração Pública Federal direta, indireta, autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público. A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é

 

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O prazo para conclusão da sindicância não excederá 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da autoridade superior e dela (sindicância) poderá resultar, em conformidade com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, o seguinte:

 

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Sem qualquer prejuízo, poderá o servidor ausentar-se do serviço, em conformidade com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, nas seguintes situações:

 

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De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 36 (trinta e seis) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:

 

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Estabelece a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que o concurso público terá validade de até

 

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De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, o servidor fará jus a trinta dias de férias, que podem ser acumuladas, até o máximo de dois períodos, no caso de necessidade do serviço, ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica. Para o primeiro período de férias serão exigidos

 

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Empatia

1 As pessoas se preocupam em ser simpáticas, mas pouco se esforçam para ser empáticas, e

2 algumas talvez nem saibam direito o que o termo significa. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar

3 do outro, de compreendê-lo emocionalmente. Vai muito além da identificação. Podemos até não sintonizar

4 com alguém, mas nada impede que entendamos as razões pelas quais ele se comporta de determinado

5 jeito, o que o faz sofrer, os direitos que ele tem.

6 Nada impede?

7 Foi força de expressão. O narcisismo, por exemplo, impede a empatia. A pessoa é tão autofocada

8 que para ela só existem dois tipos de gente: os seus iguais e o resto, sendo que o resto não merece um

9 segundo olhar. Narciso acha feio o que não é espelho. Ele se retroalimenta de aplausos, elogios e

10 concordâncias, e assim vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga

11 respeito. Se pisam no seu pé, reclama e exige que os holofotes se voltem para essa agressão gravíssima.

12 Se pisarem no pé do outro, é porque o outro fez por merecer.

13 Afora o narcisismo, existe outro impedimento para a empatia: a ignorância. Pessoas que não

14 circulam, não possuem amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes

15 tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência. Qualquer estranho que possua

16 hábitos diferentes será criticado em vez de respeitado. Os ignorantes têm medo do desconhecido.

17 E afora o narcisismo e a ignorância, há o mau-caratismo daqueles que, mesmo tendo o dever de

18 pensar no bem público, colocam seus próprios interesses acima do de todos, e aí os exemplos se

19 empilham: políticos corruptos, empresários que só visam o lucro sem respeitar a legislação, pessoas que

20 “compram” vagas de emprego e de estudo que deveriam ser conquistadas através dos trâmites usuais, sem

21 falar em atitudes prosaicas como furar fila, estacionar em vaga para deficientes, terminar namoros pelo

22 Facebook, faltar compromissos sem avisar antes, enfim, aquelas "coisinhas" que se faz no automático sem

23 pensar que há alguém do outro lado do balcão que irá se sentir prejudicado ou magoado.

24 É um assunto recorrente: precisamos de mais gentileza etc. e tal. Para muitos, puxar uma cadeira

25 para a moça sentar ou juntar um pacote que alguém deixou cair, basta. Sim, somos todos gentis, mas

26 colocar-se no lugar do outro vai muito além da polidez e é o que realmente pode melhorar o mundo em que

27 vivemos. A cada pequeno gesto diário, a cada decisão que tomamos, estamos interferindo na vida alheia.

28 Logo, sejamos mais empáticos do que simpáticos. Ninguém espera que você e eu passemos a agir como

29 heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência de que só desenvolvendo a empatia é que se cria uma

30 corrente de acertos e de responsabilidade - colocar-se no lugar do outro não é uma simples gentileza que se

31 faz, é a solução para sairmos dessa barbárie disfarçada e sermos uma sociedade civilizada de fato.

(MEDEIROS, Martha. A graça da coisa. São Paulo: Arqueiro, 2015)

No trecho “Ninguém espera que você e eu passemos a agir como heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência...” (linhas 28 e 29), os verbos passar e ter se referem a eventos que

 

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Empatia

1 As pessoas se preocupam em ser simpáticas, mas pouco se esforçam para ser empáticas, e

2 algumas talvez nem saibam direito o que o termo significa. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar

3 do outro, de compreendê-lo emocionalmente. Vai muito além da identificação. Podemos até não sintonizar

4 com alguém, mas nada impede que entendamos as razões pelas quais ele se comporta de determinado

5 jeito, o que o faz sofrer, os direitos que ele tem.

6 Nada impede?

7 Foi força de expressão. O narcisismo, por exemplo, impede a empatia. A pessoa é tão autofocada

8 que para ela só existem dois tipos de gente: os seus iguais e o resto, sendo que o resto não merece um

9 segundo olhar. Narciso acha feio o que não é espelho. Ele se retroalimenta de aplausos, elogios e

10 concordâncias, e assim vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga

11 respeito. Se pisam no seu pé, reclama e exige que os holofotes se voltem para essa agressão gravíssima.

12 Se pisarem no pé do outro, é porque o outro fez por merecer.

13 Afora o narcisismo, existe outro impedimento para a empatia: a ignorância. Pessoas que não

14 circulam, não possuem amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes

15 tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência. Qualquer estranho que possua

16 hábitos diferentes será criticado em vez de respeitado. Os ignorantes têm medo do desconhecido.

17 E afora o narcisismo e a ignorância, há o mau-caratismo daqueles que, mesmo tendo o dever de

18 pensar no bem público, colocam seus próprios interesses acima do de todos, e aí os exemplos se

19 empilham: políticos corruptos, empresários que só visam o lucro sem respeitar a legislação, pessoas que

20 “compram” vagas de emprego e de estudo que deveriam ser conquistadas através dos trâmites usuais, sem

21 falar em atitudes prosaicas como furar fila, estacionar em vaga para deficientes, terminar namoros pelo

22 Facebook, faltar compromissos sem avisar antes, enfim, aquelas "coisinhas" que se faz no automático sem

23 pensar que há alguém do outro lado do balcão que irá se sentir prejudicado ou magoado.

24 É um assunto recorrente: precisamos de mais gentileza etc. e tal. Para muitos, puxar uma cadeira

25 para a moça sentar ou juntar um pacote que alguém deixou cair, basta. Sim, somos todos gentis, mas

26 colocar-se no lugar do outro vai muito além da polidez e é o que realmente pode melhorar o mundo em que

27 vivemos. A cada pequeno gesto diário, a cada decisão que tomamos, estamos interferindo na vida alheia.

28 Logo, sejamos mais empáticos do que simpáticos. Ninguém espera que você e eu passemos a agir como

29 heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência de que só desenvolvendo a empatia é que se cria uma

30 corrente de acertos e de responsabilidade - colocar-se no lugar do outro não é uma simples gentileza que se

31 faz, é a solução para sairmos dessa barbárie disfarçada e sermos uma sociedade civilizada de fato.

(MEDEIROS, Martha. A graça da coisa. São Paulo: Arqueiro, 2015)

A palavra logo no trecho “Logo, sejamos mais empáticos do que simpáticos.” (linha 28) tem o sentido de

 

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