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Rico em belezas naturais, o Brasil tem uma extensa costa litorânea, com cerca de 7,5 mil quilômetros, sendo alvo de turistas do mundo inteiro. O problema é quando se fala do descarte incorreto de resíduos, principalmente de lixo reciclável, nas nossas milhares de praias.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Oceanográfico da USP (IO/USP) revelou dados preocupantes: mais de 95% do lixo encontrado nas praias brasileiras é composto de plástico. Estima-se que cerca de 8,8 milhões de toneladas de lixo plástico acabam nos oceanos do planeta todos os anos.
Para piorar, o lixo plástico se decompõe em partículas minúsculas que entram na cadeia alimentar dos peixes e dos animais marinhos e podem chegar ao organismo dos seres humanos.
Microplásticos já foram encontrados em quase todas as fontes de alimento oceânicas, como crustáceos e moluscos [...]
E como fazer para amenizar os efeitos da poluição nas praias?
Uma vez no oceano fica muito difícil coletar e reciclar os resíduos plásticos. Alguns sistemas mecânicos inovadores, como o The Ocean Cleanup, se mostraram eficazes na hora de coletar os resíduos maiores, como garrafas e copos.
Mas, uma vez decomposto em microplástico, o lixo se espalha pela coluna d'água dos oceanos e acaba praticamente impossível de ser coletado e reciclado.
Disponível em:
https://www.reciclasampa.com.br/artigo/lixo-nas-praias-um-
problema-que-tem-solucao?nm_conteudo=lixo-nas-praias:-um-
problema-que-tem-solucao. Acesso em: 20 de Jul. 2023.
A partir da leitura do Texto 3, é possível inferir que
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Texto 2

O Texto 2 faz parte de um gênero que mistura linguagem verbal e não verbal, sendo ambas essenciais para sua compreensão e interpretação. A partir disso, é possível afirmar que há predomínio da função emotiva da linguagem, que se constitui
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Texto 2

Em “é tudo muito legal!”, o verbo destacado
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Texto 2

Assinale a alternativa correta quanto à pontuação do Texto 2.
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Ritalina não melhora a performance de estudantes
em provas, mostra estudo
Muitos estudantes apelam para o medicamento
tentando estudar melhor, mas o remédio para TDAH
não ajuda se você não tem o transtorno.
No começo do ano, muitas farmácias passaram por uma escassez de remédios para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), principalmente Ritalina. Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.
O período coincide com a época de grandes vestibulares do país. Isso significa que, impulsionados por tendências estrangeiras, estudantes podem ter contribuído para a falta do remédio. O uso de Ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo – sendo até vendidos como “smart drugs”: drogas inteligentes.
Só que elas não dão nada de “smart” para você. Os pesquisadores fizeram testes com quarenta voluntários [...]
“Nossas descobertas sugerem que as “drogas inteligentes” aumentam a motivação, mas uma redução na qualidade do esforço, crucial para resolver problemas complexos, anula esse efeito”, escrevem os pesquisadores em seu artigo.
A sensação de eficiência pode ser uma confusão com o ânimo de trabalhar. Quem toma esses remédios sem necessidade talvez acredite que se sentir motivado e alerta seja o mesmo que desempenhar um bom trabalho.
Os pesquisadores pontuam também que os remédios são importantes para pessoas com TDAH – eles ajudam quem precisa, mas quem não precisa pode se atrapalhar. Melhor deixar a medicação para os pacientes de verdade.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/ritalina-nao-melhora-
a-performance-de-estudantes-em-provas-mostra-estudo/. Acesso
em: 10 de Jul. 2023.
Em “A sensação de eficiência pode ser uma confusão com o ânimo de trabalhar”, a expressão destacada
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Ritalina não melhora a performance de estudantes
em provas, mostra estudo
Muitos estudantes apelam para o medicamento
tentando estudar melhor, mas o remédio para TDAH
não ajuda se você não tem o transtorno.
No começo do ano, muitas farmácias passaram por uma escassez de remédios para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), principalmente Ritalina. Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.
O período coincide com a época de grandes vestibulares do país. Isso significa que, impulsionados por tendências estrangeiras, estudantes podem ter contribuído para a falta do remédio. O uso de Ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo – sendo até vendidos como “smart drugs”: drogas inteligentes.
Só que elas não dão nada de “smart” para você. Os pesquisadores fizeram testes com quarenta voluntários [...]
“Nossas descobertas sugerem que as “drogas inteligentes” aumentam a motivação, mas uma redução na qualidade do esforço, crucial para resolver problemas complexos, anula esse efeito”, escrevem os pesquisadores em seu artigo.
A sensação de eficiência pode ser uma confusão com o ânimo de trabalhar. Quem toma esses remédios sem necessidade talvez acredite que se sentir motivado e alerta seja o mesmo que desempenhar um bom trabalho.
Os pesquisadores pontuam também que os remédios são importantes para pessoas com TDAH – eles ajudam quem precisa, mas quem não precisa pode se atrapalhar. Melhor deixar a medicação para os pacientes de verdade.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/ritalina-nao-melhora-
a-performance-de-estudantes-em-provas-mostra-estudo/. Acesso
em: 10 de Jul. 2023.
Analise os termos/expressões destacadas em:
“O uso de Ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo” e assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, sinônimos apropriados, isto é, com sentido equivalente, para esses termos/expressões.
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Ritalina não melhora a performance de estudantes
em provas, mostra estudo
Muitos estudantes apelam para o medicamento
tentando estudar melhor, mas o remédio para TDAH
não ajuda se você não tem o transtorno.
No começo do ano, muitas farmácias passaram por uma escassez de remédios para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), principalmente Ritalina. Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.
O período coincide com a época de grandes vestibulares do país. Isso significa que, impulsionados por tendências estrangeiras, estudantes podem ter contribuído para a falta do remédio. O uso de Ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo – sendo até vendidos como “smart drugs”: drogas inteligentes.
Só que elas não dão nada de “smart” para você. Os pesquisadores fizeram testes com quarenta voluntários [...]
“Nossas descobertas sugerem que as “drogas inteligentes” aumentam a motivação, mas uma redução na qualidade do esforço, crucial para resolver problemas complexos, anula esse efeito”, escrevem os pesquisadores em seu artigo.
A sensação de eficiência pode ser uma confusão com o ânimo de trabalhar. Quem toma esses remédios sem necessidade talvez acredite que se sentir motivado e alerta seja o mesmo que desempenhar um bom trabalho.
Os pesquisadores pontuam também que os remédios são importantes para pessoas com TDAH – eles ajudam quem precisa, mas quem não precisa pode se atrapalhar. Melhor deixar a medicação para os pacientes de verdade.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/ritalina-nao-melhora-
a-performance-de-estudantes-em-provas-mostra-estudo/. Acesso
em: 10 de Jul. 2023.
“Os pesquisadores fizeram testes com quarenta voluntários [...]. “Nossas descobertas sugerem que as “drogas inteligentes” aumentam a motivação, mas uma redução na qualidade do esforço, crucial para resolver problemas complexos, anula esse efeito”, escrevem os pesquisadores em seu artigo.”
A partir desse trecho e de sua função no Texto 1, é correto afirmar que ele
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Ritalina não melhora a performance de estudantes
em provas, mostra estudo
Muitos estudantes apelam para o medicamento
tentando estudar melhor, mas o remédio para TDAH
não ajuda se você não tem o transtorno.
No começo do ano, muitas farmácias passaram por uma escassez de remédios para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), principalmente Ritalina. Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.
O período coincide com a época de grandes vestibulares do país. Isso significa que, impulsionados por tendências estrangeiras, estudantes podem ter contribuído para a falta do remédio. O uso de Ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo – sendo até vendidos como “smart drugs”: drogas inteligentes.
Só que elas não dão nada de “smart” para você. Os pesquisadores fizeram testes com quarenta voluntários [...]
“Nossas descobertas sugerem que as “drogas inteligentes” aumentam a motivação, mas uma redução na qualidade do esforço, crucial para resolver problemas complexos, anula esse efeito”, escrevem os pesquisadores em seu artigo.
A sensação de eficiência pode ser uma confusão com o ânimo de trabalhar. Quem toma esses remédios sem necessidade talvez acredite que se sentir motivado e alerta seja o mesmo que desempenhar um bom trabalho.
Os pesquisadores pontuam também que os remédios são importantes para pessoas com TDAH – eles ajudam quem precisa, mas quem não precisa pode se atrapalhar. Melhor deixar a medicação para os pacientes de verdade.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/ritalina-nao-melhora-
a-performance-de-estudantes-em-provas-mostra-estudo/. Acesso
em: 10 de Jul. 2023.
Assinale a alternativa correta quanto à funcionalidade dos termos/expressões destacados em cada sentença.
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Ritalina não melhora a performance de estudantes
em provas, mostra estudo
Muitos estudantes apelam para o medicamento
tentando estudar melhor, mas o remédio para TDAH
não ajuda se você não tem o transtorno.
No começo do ano, muitas farmácias passaram por uma escassez de remédios para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), principalmente Ritalina. Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.
O período coincide com a época de grandes vestibulares do país. Isso significa que, impulsionados por tendências estrangeiras, estudantes podem ter contribuído para a falta do remédio. O uso de Ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo – sendo até vendidos como “smart drugs”: drogas inteligentes.
Só que elas não dão nada de “smart” para você. Os pesquisadores fizeram testes com quarenta voluntários [...]
“Nossas descobertas sugerem que as “drogas inteligentes” aumentam a motivação, mas uma redução na qualidade do esforço, crucial para resolver problemas complexos, anula esse efeito”, escrevem os pesquisadores em seu artigo.
A sensação de eficiência pode ser uma confusão com o ânimo de trabalhar. Quem toma esses remédios sem necessidade talvez acredite que se sentir motivado e alerta seja o mesmo que desempenhar um bom trabalho.
Os pesquisadores pontuam também que os remédios são importantes para pessoas com TDAH – eles ajudam quem precisa, mas quem não precisa pode se atrapalhar. Melhor deixar a medicação para os pacientes de verdade.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/ritalina-nao-melhora-
a-performance-de-estudantes-em-provas-mostra-estudo/. Acesso
em: 10 de Jul. 2023.
No trecho “Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.”, a expressão destacada tem função
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Ritalina não melhora a performance de estudantes
em provas, mostra estudo
Muitos estudantes apelam para o medicamento
tentando estudar melhor, mas o remédio para TDAH
não ajuda se você não tem o transtorno.
No começo do ano, muitas farmácias passaram por uma escassez de remédios para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), principalmente Ritalina. Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.
O período coincide com a época de grandes vestibulares do país. Isso significa que, impulsionados por tendências estrangeiras, estudantes podem ter contribuído para a falta do remédio. O uso de Ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo – sendo até vendidos como “smart drugs”: drogas inteligentes.
Só que elas não dão nada de “smart” para você. Os pesquisadores fizeram testes com quarenta voluntários [...]
“Nossas descobertas sugerem que as “drogas inteligentes” aumentam a motivação, mas uma redução na qualidade do esforço, crucial para resolver problemas complexos, anula esse efeito”, escrevem os pesquisadores em seu artigo.
A sensação de eficiência pode ser uma confusão com o ânimo de trabalhar. Quem toma esses remédios sem necessidade talvez acredite que se sentir motivado e alerta seja o mesmo que desempenhar um bom trabalho.
Os pesquisadores pontuam também que os remédios são importantes para pessoas com TDAH – eles ajudam quem precisa, mas quem não precisa pode se atrapalhar. Melhor deixar a medicação para os pacientes de verdade.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/ritalina-nao-melhora-
a-performance-de-estudantes-em-provas-mostra-estudo/. Acesso
em: 10 de Jul. 2023.
Após a leitura do Texto 1, é possível concluir que
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