Foram encontradas 50 questões.
- Banco de Dados RelacionalTransaçõesNíveis de IsolamentoLeitura Suja (Dirty Read)
- Banco de Dados RelacionalTransaçõesNíveis de IsolamentoLeitura Fantasma (Phantom Read)
- Banco de Dados RelacionalTransaçõesNíveis de IsolamentoLeitura Não Repetível (Nonrepeatable Read)
Existem alguns fenômenos que definem os níveis de isolamento de transações do padrão SQL. O fenômeno que permite a uma transação acessar os dados atualizados em uma segunda transação antes mesmo de a segunda ter sido confirmada é chamado de
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- Na tabela PRODUTO: a coluna id_produto é a chave primária.
- Na tabela PEDIDO: a coluna id_pedido é a chave primária.
- Na tabela ITEM_PEDIDO: a coluna id_item_pedido é a chave primária, a coluna id_produto possui chave estrangeira para a tabela PRODUTO e a coluna id_pedido possui chave estrangeira para a tabela PEDIDO.
Tabela PRODUTO

Tabela PEDIDO

OBS.: No conteúdo da coluna nome_solicitante não existem espaços em branco.
Tabela ITEM_PEDIDO

A alternativa que possui o resultado ao executar a consulta
select p.nome, sum(p.saldo_estoque)
from produto p join item_pedido ip on p.id_produto = ip.id_produto
group by p.nome having sum(p.saldo_estoque) >= 20 order by p.nome
é:
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Considere as afirmativas abaixo sobre desenvolvimento web com Java utilizando JSP (Java Server Pages), EL (Expression Language) e JSTL (Java Server Pages Standard Tag Library).
I. É possível desenvolver uma página JSP utilizando EL e JSTL quando a diretiva <%@page isELIgnored ="false" %> é definida no topo da página.
II. O acesso ao banco de dados pode ser feito com EL, através da tag sql, desde que esta tenha sido declarada no topo da página JSP.
III. JSTL possibilita ao programador criar páginas JSP sem necessariamente utilizar códigos Java. Conseguindo desta forma, facilitar a integração entre webdesigners e programadores.
A opção abaixo que indica as afirmativas corretas é:
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Livre do racismo e da discriminação
Maria Nazareth Farani Azevêdo*
Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.
A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.
Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".
Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.
A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.
O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo
-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.
*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.
Com relação às expressões “desse fenômeno”, “do problema”, “tais acontecimentos” e “essa causa”, é correto afirmar que elas
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Livre do racismo e da discriminação
Maria Nazareth Farani Azevêdo*
Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.
A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.
Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".
Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.
A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.
O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo
-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.
*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.
Considerando o emprego das palavras “antônimo” e “sinônimo”, é correto afirmar que elas
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Considere as afirmativas abaixo sobre a utilização de filtros em programação para a Web com Java. Considere também que o arquivo web.xml corresponde ao arquivo de configurações de uma aplicação Web em Java.
I. Os filtros são classes Java que permitem que uma requisição seja interceptada antes de chegar na classe Servlet.
II. Os filtros são classes Java que herdam da classe javax.servlet.Filter (disponível na API JEE).
III. Pode-se criar uma cadeia de filtros, onde a configuração da ordem em que cada filtro é invocado depende de como esses filtros estão configurados no arquivo web.xml.
IV. É possível configurar um filtro através da configuração do arquivo web.xml para interceptar requisições oriundas de qualquer URL.
A opção abaixo que indica todas as afirmativas corretas é
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Livre do racismo e da discriminação
Maria Nazareth Farani Azevêdo*
Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.
A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.
Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".
Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.
A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.
O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo
-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.
*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.
“Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta”.
Em relação à flexão no plural das formas verbais “realizarem” e “criarem”, é correto afirmar que esse procedimento é
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Considere os trechos de códigos abaixo como sendo as implementações das classes Publicacao e Livro na linguagem Java orientada a objetos.
import java.util.Date;
public class Publicacao {
Date data;
public final void publicar ( ) {
System.out.println("Publicando...");
}
}
public class Livro extends Publicacao {
}
Sobre estas duas classes, é correto afirmar que:
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Considere abaixo o trecho do código fonte de uma classe Servlet e parte do arquivo web.xml (arquivo de configuração da aplicação web), que contém a configuração para esta classe.
//Classe Servlet
public class CadLivroServlet extends HttpServlet {
protected void doPost(HttpServletRequest req,
HttpServletResponse res)
throws ServletException, IOException {
String titulo = req.getParameter("titulo");
}
}
<!-- Arquivo web.xml -->
<servlet>
<display-name>CadLivroServlet</display-name>
<servlet-name> CadLivServlet </servlet-name>
<servlet-class>CadLivroServlet</servlet-class>
</servlet>
<servlet-mapping>
<servlet-name> CadLivServlet </servlet-name>
<url-pattern>/CadLivro</url-pattern>
</servlet-mapping>
<!-- ... -->
Uma URL válida para invocar a classe servlet CadLivroServlet é:
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Considere as declarações abaixo em uma página JSP para a utilização de Java Server Pages Standard Tag Library (JSTL).
<%@taglib uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" prefix="c" %>
<%@taglib uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/sql" prefix="sql" %>
Com base nestas declarações e no conhecimento em JSTL, é correto afirmar que
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Caderno Container