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"(...) o estádio do espelho é um drama cujo impulso interno precipita-se da insuficiência para a antecipação - e que fabrica para o sujeito, apanhado no engodo da identificação espacial, as fantasias que se sucedem desde uma imagem despedaçada do corpo até uma forma de sua totalidade que chamaremos de ortopédica - e para a armadura enfim assumida de uma identidade alienante, que marcará com sua estrutura rígida todo o seu desenvolvimento mental." (In: Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998, p.100).
O estádio do espelho refere-se a um momento lógico do desenvolvimento psíquico que envolve a apreensão pelo bebê do(a) __________, ocorrendo cronologicamente de modo geral entre __________.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas CORRETAMENTE:
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“A posição do psicanalista confrontado com o tratamento [da toxicomania] é ditada pela ética de sua disciplina. Cabe a ele ouvir uma demanda para além de seu objetivo imediato e responder a ela sem preocupação de ‘cura’, sem empatia nem antipatia pelo sintoma ou por aquele que dele é portador, mas tendo em mente que a manutenção de uma posição rigorosa e desprovida de compaixão também é suscetível de aliviar o paciente, inclusive de seu sofrimento.” (In: O transexualismo. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2002).
Com base no excerto acima, responda as questões 37 e 38.
De uma perspectiva psicanalítica, a cura entendida no sentido do tratamento da toxicomania seria orientada via:
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- Psicologia ClínicaTeorias da PersonalidadeFreud
- Psicologia ClínicaTipos de PsicoterapiaPsicanalítica
“A posição do psicanalista confrontado com o tratamento [da toxicomania] é ditada pela ética de sua disciplina. Cabe a ele ouvir uma demanda para além de seu objetivo imediato e responder a ela sem preocupação de ‘cura’, sem empatia nem antipatia pelo sintoma ou por aquele que dele é portador, mas tendo em mente que a manutenção de uma posição rigorosa e desprovida de compaixão também é suscetível de aliviar o paciente, inclusive de seu sofrimento.” (In: O transexualismo. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2002).
Com base no excerto acima, responda as questões 37 e 38.
A ética da psicanálise fundamenta-se na noção de:
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“(...) se é verdade que o toxicômano ama o estado de falta [fissura] porque dele goza, pois bem, então vemos que a prática natural, normal e espontânea que temos da interdição, esta prática animada, como deve ser, pela intenção de assistir, de cuidar, viria participar ao mesmo tempo da manutenção e do entretenimento da toxicomania, uma vez que ela está mergulhada até o fundo em seu objetivo (...)” (In: Alcoolismo, delinquência, toxicomania: uma outra forma de gozar. São Paulo: Escuta, 2000, p. 110). Com base nesse excerto, marque a alternativa CORRETA:
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Considere o excerto extraído do livro A loucura entre nós: uma experiência lacaniana no país da Saúde Mental (Rio de Janeiro: Contra Capa, 2014, p. 85-86): “No momento em que a clínica psiquiátrica adere ao progresso científico e se distancia das questões subjetivas, algo dessa subjetividade reaparece na posição humanista sustentada pelos demais discursos que compõem a Saúde Mental. A nova forma do humanismo é fundada com base no conceito de cidadania, podendo o testemunho do aspecto defensivo do humanismo atual ser percebido na expressão ‘direitos do cidadão’, definitivamente atrelada à grande maioria dos discursos da Saúde Mental. (...) Houve uma desvalorização da clínica, em prol da promoção social do louco. (...) A nova condição não deixa de trazer embaraços, uma vez que a abordagem da loucura pela vertente da cidadania acrescenta de modo irreversível o discurso jurídico ao cotidiano das instituições.” Responda as questões 33, 34 e 35.
Com relação à subjetividade à qual o texto faz alusão, marque verdadeiro (V) ou falso (F) às afirmações abaixo:
( ) Reduz-se ao Outro social, que guia às práticas de atenção inclusiva.
( ) Embasa um humanismo confrontativo e polarizado à biomedicina.
( ) É entendida como experiência singular e incomunicável.
( ) Dá origem a uma clínica generalizada da cidadania possível.
Assinale a alternativa CORRETA:
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas de Saúde Mental
- Psicologia da SaúdeSaúde Mental
Considere o excerto extraído do livro A loucura entre nós: uma experiência lacaniana no país da Saúde Mental (Rio de Janeiro: Contra Capa, 2014, p. 85-86): “No momento em que a clínica psiquiátrica adere ao progresso científico e se distancia das questões subjetivas, algo dessa subjetividade reaparece na posição humanista sustentada pelos demais discursos que compõem a Saúde Mental. A nova forma do humanismo é fundada com base no conceito de cidadania, podendo o testemunho do aspecto defensivo do humanismo atual ser percebido na expressão ‘direitos do cidadão’, definitivamente atrelada à grande maioria dos discursos da Saúde Mental. (...) Houve uma desvalorização da clínica, em prol da promoção social do louco. (...) A nova condição não deixa de trazer embaraços, uma vez que a abordagem da loucura pela vertente da cidadania acrescenta de modo irreversível o discurso jurídico ao cotidiano das instituições.” Responda as questões 33, 34 e 35.
Tal reorientação do campo brasileiro da saúde mental implica a diluição da clínica psicológica nas políticas públicas de atenção, com ênfase na promoção da cidadania e na (re)inserção social. Dentre as adjetivações que essas práticas clínicas então emergentes vêm recebendo, destacam-se, salvo:
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Considere o excerto extraído do livro A loucura entre nós: uma experiência lacaniana no país da Saúde Mental (Rio de Janeiro: Contra Capa, 2014, p. 85-86): “No momento em que a clínica psiquiátrica adere ao progresso científico e se distancia das questões subjetivas, algo dessa subjetividade reaparece na posição humanista sustentada pelos demais discursos que compõem a Saúde Mental. A nova forma do humanismo é fundada com base no conceito de cidadania, podendo o testemunho do aspecto defensivo do humanismo atual ser percebido na expressão ‘direitos do cidadão’, definitivamente atrelada à grande maioria dos discursos da Saúde Mental. (...) Houve uma desvalorização da clínica, em prol da promoção social do louco. (...) A nova condição não deixa de trazer embaraços, uma vez que a abordagem da loucura pela vertente da cidadania acrescenta de modo irreversível o discurso jurídico ao cotidiano das instituições.” Responda as questões 33, 34 e 35.
O efeito rebote da adoção do ideal da cidadania aplicado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), em torno dos Direitos Humanos, como reorientação do campo da saúde mental é sua:
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“A ideia de que falta de atenção, impulsividade e hiperatividade, sintomas característicos do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), são fenômenos médicos é recente, e o início do interesse em crianças que apresentam essas características data do começo do século XX (...). Esse processo pelo qual problemas não médicos passam a ser definidos e tratados como problemas médicos, geralmente chamados de doenças, transtornos ou síndromes, foi objeto de análise de diversos sociólogos e filósofos, como Illich, Foucault, Conrad, dentre outros. Essa sobreposição de fatos cotidianos pelo discurso médico recebeu o nome de medicalização. (...) O diagnóstico de TDAH se alastra de forma generalizada, principalmente na escola, e isso mostra, dentre outras coisas, a medicalização do comportamento dessas crianças diagnosticadas. (....) Existe assim o perigo da expansão da categoria diagnóstica, englobando dentro dessa classificação um número cada vez maior de indivíduos.” (In: Medicalização da vida: ética, saúde pública e indústria farmacêutica. Curitiba: Prisma, 2013, p. 185).
De acordo com o trecho acima, responda as questões 31 e 32 seguintes.
Pode-se inferir que o surgimento do TDAH como categoria médica resulta do(a):
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“A ideia de que falta de atenção, impulsividade e hiperatividade, sintomas característicos do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), são fenômenos médicos é recente, e o início do interesse em crianças que apresentam essas características data do começo do século XX (...). Esse processo pelo qual problemas não médicos passam a ser definidos e tratados como problemas médicos, geralmente chamados de doenças, transtornos ou síndromes, foi objeto de análise de diversos sociólogos e filósofos, como Illich, Foucault, Conrad, dentre outros. Essa sobreposição de fatos cotidianos pelo discurso médico recebeu o nome de medicalização. (...) O diagnóstico de TDAH se alastra de forma generalizada, principalmente na escola, e isso mostra, dentre outras coisas, a medicalização do comportamento dessas crianças diagnosticadas. (....) Existe assim o perigo da expansão da categoria diagnóstica, englobando dentro dessa classificação um número cada vez maior de indivíduos.” (In: Medicalização da vida: ética, saúde pública e indústria farmacêutica. Curitiba: Prisma, 2013, p. 185).
De acordo com o trecho acima, responda as questões 31 e 32 seguintes.
Com relação ao TDAH NÃO se pode deduzir que:
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Assinale o processo seguinte que NÃO corresponde ao excerto acima:
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