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Considere as afirmativas a seguir, referentes ao tempo de serviço, de acordo com as disposições da Lei n0 8.112/90:
I A apuração do tempo de serviço será feita em dias, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias.
II O afastamento em virtude de exercício de cargo ou função de governo ou administração, em qualquer parte do território nacional, por nomeação do Presidente da República, é considerado como de efetivo exercício.
III O tempo de serviço prestado às Forças Armadas não é contado para todos os efeitos.
IV O afastamento em virtude da licença à paternidade não é considerado como de efetivo exercício.
Dentre as afirmativas, estão corretas
 

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2484879 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Os reservatórios sofrem com o processo de assoreamento em função do volume de sedimento interceptado pelo mesmo. Por conta disto, antes da construção da barragem estudos são realizados para a determinação da vida útil do reservatório. Sobre esse tema, considere as seguintes afirmativas:
I O levantamento da topografia do fundo de reservatórios não pode ser realizado após o seu enchimento, em função dos equipamentos topográficos não serem adequados para trabalharem nessas condições.
II O levantamento batimétrico de reservatórios após o seu enchimento. não é um procedimento realizado no Brasil, em função do elevado custo dos equipamentos necessários para essa atividade.
III A vida útil de um reservatório pode ser determinada considerando-se o aporte anual de sedimento retido no mesmo, que pode ser estimado a partir da comparação entre as topografias do fundo do reservatório em diferentes tempos.
IV O levantamento batimétrico deveria ser realizado com mais frequência nos reservatórios brasileiros, para que fosse possível, além de estimar a vida útil dos mesmos, atualizar as suas curvas cota-área-volume.
Estão corretas as afirmativas:
 

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2484478 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A medição do transporte de sedimentos objetiva determinar a descarga sólida, ou seja, a quantidade de sedimentos que passa em uma seção transversal por unidade de tempo. Os sedimentos transportados podem ser divididos em descarga sólida total em suspensão e descarga sólida do leito. Sobre as medições da descarga sólida total em suspensão é correto afirmar:
 

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2483684 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A hidrologia urbana moderna enfoca a questão da drenagem urbana de forma pontual, ou seja, procura-se reter as águas pluviais onde se formam, evitando-se assim o crescimento das vazões e riscos de inundações na parte baixa da bacia de drenagem. Dentre as várias formas de reter na origem os deflúvios superficiais, o controle em lotes é dos mais eficazes.
Assim, a principal medida, tomada pelo Brasil tem sido
 

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No período “Além das questões materiais, diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social”, considerando-se as orientações normativas do português padrão, é correta a substituição da palavra em destaque pelo verbo
 

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2482431 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Sobre as coletas de amostras para a análise de qualidade da água, é correto afirmar:
 

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2482397 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Os métodos que podem ser utilizados para a realização da medição direta da descarga sólida de sedimento do leito são:
 

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2482389 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Os principais parâmetros que caracterizam um aquífero, quanto à sua importância como reservatório de exploração de água subterrânea, são:
 

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2482081 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A curva-chave de um rio é obtida através de
 

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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
Sobre o texto em estudo, é correto afirmar:
 

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