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Foram encontradas 50 questões.

2483821 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFS
Orgão: UFS
Os compensados disponíveis no mercado são produtos fabricados
 

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2483612 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFS
Orgão: UFS
Considerando-se a composição do tronco de uma árvore, é correto afirmar:
 

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2483106 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFS
Orgão: UFS
A figura a seguir mostra os elementos que compõem os dentes de uma serra.
Enunciado 2786629-1
Com base na figura, considere as seguintes afirmativas:
I Quanto menor o ângulo de incidência, maior a resistência do dente, principalmente quando o objetivo é cortar madeiras tropicais duras.
II Passo do dente é a distância entre a ponta de um dente e a ponta do próximo. O passo do dente deve ser longo quando o objetivo for cortar madeiras mais duras.
III A garganta é a área curva entre os dentes onde a serragem se acomoda até sair da linha de corte. Serras com gargantas grandes são indicadas para velocidades de corte mais baixas e para cortar madeiras macias.
IV O passo do dente é a distância entre a ponta de um dente e a ponta do próximo. Quanto maior o passo do dente, menor será a aptidão da serra para cortar madeiras macias.
Estão corretas
 

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No período “Além das questões materiais, diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social”, considerando-se as orientações normativas do português padrão, é correta a substituição da palavra em destaque pelo verbo
 

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2482280 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFS
Orgão: UFS
A figura a seguir mostra duas posições para um mesmo tipo de corte em madeira, sendo este um caso especial de corte periférico com raio infinito.
Enunciado 2775501-1
Esse tipo de corte é denominado
 

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2482031 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFS
Orgão: UFS
O MDF (chapa de fibras de densidade média) e o MDP (chapa de partículas de densidade média) são painéis de alta tecnologia que, nos últimos 15 anos, tiveram um uso crescente em movelaria e marcenaria em geral. Com relação a esses dois tipos de painéis, considere as seguintes afirmativas:
I O MDP é mais indicado para partes móveis, laterais, divisórias, prateleiras e portas retas.
II O MDF é indicado para usos mais nobres, tais como elementos usinados em baixo relevo e com cantos ou partes arredondadas.
III O MDF e o MDP podem ser utilizados para as mesmas finalidades, ficando a critério do profissional julgar qual a melhor forma de utilização.
IV O MDF e o MDP comuns são colados com adesivo sintético que não resiste à ação da umidade.
Estão corretas
 

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2481506 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFS
Orgão: UFS
A Figura 1, a seguir, mostra uma máquina de marcenaria indicada para fazer ranhuras, relevos, furos, arestas, enfeites, letras, etc. A Figura 2 mostra um utensílio de uso diário e muito útil para prender objetos de vários tipos.
Enunciado 2765084-1
A máquina da Figura 1 e o utensílio da Figura 2 são denominados, respectivamente,
 

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2481503 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFS
Orgão: UFS
Sobre os tipos de ferragens utilizadas na movelaria em geral, considere as afirmativas a seguir.
I O fecho à unha é uma tranqueta de metal que mantém a porta fechada e que se faz correr com a unha.
II A aldrava é uma peça de ferro ou latão com uma das extremidades dobrada no esquadro e a outra munida de um pitão. Serve para fechar as portas por fora.
III O ferro pedrês é uma espécie de fecho para manter fechadas as portas e que se faz correr com a mão.
IV O rodízio é uma pequena roda ou esfera metálica que se afixa aos pés das cadeiras e das mesas, para que estas peças possam, rolando, ser movidas com facilidade.
Estão corretas
 

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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
Sobre o texto em estudo, é correto afirmar:
 

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Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos.
A expressão “ao sair dos quartos” tem valor
 

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