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As rochas são formadas por um ou mais minerais. São exemplos de minerais formadores de rochas: , e .
Assinale a alternativa que completa, corretamente, as lacunas.
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A formação de um fóssil depende de condições especiais existentes em alguns locais da Terra, como lagos, mares, etc, em uma sequência de acontecimentos. Considere as seguintes afirmações:
I. A erosão expõe os restos fósseis à superfície.
II. As camadas de sedimentos transformam-se em rochas e os restos de animais em fósseis.
III. Rochas marinhas são elevadas do fundo do mar e expostas na superfície da Terra.
IV. Os restos de animais mortos são soterrados sob camadas de sedimentos.
A alternativa que indica a sequência correta de formação e exposição de um fóssil é
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O solo, geralmente, é formado por partículas de tamanhos diversos. Para reconhecimento do tamanho dos grãos de um solo, realiza-se a análise granulométrica. Considere as seguintes afirmações:
I. A análise granulométrica por peneiramento é efetuada para conhecer a porcentagem da fração mais grossa do solo e tem como limitação a abertura das malhas das peneiras que não podem ser tão pequenas quanto o diâmetro de interesse.
II. A análise granulométrica por sedimentação é utilizada quando se deseja conhecer a distribuição da fração fina do solo.
III. A análise granulométrica comumente consiste de duas fases: peneiramento e sedimentação.
Está(ão) correta(s)
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Considere as seguintes afirmações com relação à intensidade da erosão:
I. a erosão é maior quanto maior o escoamento superficial.
II. solos com textura areia fina/silte são muito suscetíveis à erosão.
III. quanto maior a intensidade da chuva, maior a sua capacidade erosiva.
Está(ão) correta(s)
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Liquefação é um estado da matéria entre o plástico e o fluido. Um exemplo desse fenômeno na natureza é a ocorrência de
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Assinale verdadeira (V) ou falsa (F) nas afirmativas a seguir.
( ) Uma forma prática de identificar a influência das partículas argilosas em um solo é baseada na análise de seu comportamento na presença de água por meio de ensaios conhecidos como Limites de Atterberg.
( ) Solos argilosos têm comportamentos diferentes conforme o seu teor de umidade. Quando muito úmidos se comportam como líquido e, quando secos, tornam-se plásticos.
( ) A diferença entre o Limite de Liquidez e o de Plasticidade, isto é, a faixa de valores em que o solo se apresenta plástico é definida como índice de Plasticidade.
A sequência correta é
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O solo maduro é composto pelos horizontes A, B, C e D, definidos desde a superfície até a rocha que lhe deu origem.
Observe os itens abaixo.
( ) Horizonte para onde é transportado o material argiloso (fenômeno de iluviação).
( ) Horizonte que contém humos, apresenta intensa vida bacteriana.
( ) Horizonte composto pela rocha-mãe.
( ) Horizonte que, mesmo alterado, muitas vezes conserva a estrutura original da rocha.
Agora, numere esses itens, correlacionando-os aos horizontes do solo:
1. A
2. B
3. C
4. D
A numeração correta, de cima para baixo, é
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
TEXTO 01
SEM FACEBOOK
Mário Corso
Das minhas relações mais próximas, só três comungam comigo não ter Facebook. Não pensem que tenho críticas, sou um simpatizante, apenas não quero usar. Pouco dou conta dos meus amigos, onde vou arranjar tempo para mais? Minha etiqueta me faz responder a tudo, teria que largar o trabalho se entrasse na rede social. Só recentemente minhas filhas me convenceram de que, se não respondesse a um spam, ninguém ficaria ofendido.
A cidade ganhou a parada. Acabou o pequeno mundo onde todos se conheciam, onde não se podia esconder segredos e pecados. Viver na urbe é cruzar com desconhecidos, sentir a frieza do anonimato. Essa é a realidade da maioria.
Meu apreço com as redes sociais é por acreditar que elas são um antídoto para o isolamento urbano. São uma novidade que imita o passado, uma nova versão, por vezes mais rica, por vezes mais pobre, da antiga comunidade. Detalhe, não quero retroceder, o apreço é pelo resgate da nossa essência social. Vivemos para o olhar dos outros, essa é a realidade simples, evidente. Quem pensa o contrário vai na conversa da literatura de autoajuda, que idolatra a autossuficiência e acredita que é possível ser feliz sozinho. É uma ilusão tola, nascemos para vitrine.
Quando checamos insistentemente para saber como reagiram a nossas postagens, somos desvelados no pedido amoroso. O viciado em rede social é obcecado pela sociabilidade. Está em busca de um olhar, de uma aprovação, precisa disso para existir. Ou vamos acreditar que a carência, o desespero amoroso e a busca pelo reconhecimento são novidades da internet?
Sei que o Facebook é o retrato da felicidade fingida, todos vestidos de ego de domingo, mas essa é a demanda do nosso tempo. Critique nossos costumes, não o espelho. Sei também que as redes são usadas basicamente para frivolidades, é certo, mas isso somos nós. Se a vida miúda de uma cidadezinha fosse transcrita, não seria diferente. Fofoca, sabedoria de almanaque, dicas de produtos culturais, troca de impressões e às vezes até um bom conselho, além de ser um amplificador veloz para mobilizações.
Também apontam que amigos virtuais não substituem os presenciais. Todos se dão conta, justamente usam a rede na esperança de escapar dela. O objetivo final é ser visto e conhecido também fora. Usamos esse grande palco para ensaiar e nos aproximarmos dos outros, fazer o que sempre fizemos. O Facebook é a nostalgia da aldeia e sua superação.
FONTE: Jornal ZERO HORA, terça-feira, 18 de junho de 2013. (adaptado)
Se analisadas a argumentação desenvolvida no terceiro parágrafo e as relações de sentido entre as ideias, todas as alternativas apresentam sequências coerentes para a frase iniciada a seguir, à EXCEÇÃO de
Esta realidade é simples, evidente:
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
TEXTO 01
SEM FACEBOOK
Mário Corso
Das minhas relações mais próximas, só três comungam comigo não ter Facebook. Não pensem que tenho críticas, sou um simpatizante, apenas não quero usar. Pouco dou conta dos meus amigos, onde vou arranjar tempo para mais? Minha etiqueta me faz responder a tudo, teria que largar o trabalho se entrasse na rede social. Só recentemente minhas filhas me convenceram de que, se não respondesse a um spam, ninguém ficaria ofendido.
A cidade ganhou a parada. Acabou o pequeno mundo onde todos se conheciam, onde não se podia esconder segredos e pecados. Viver na urbe é cruzar com desconhecidos, sentir a frieza do anonimato. Essa é a realidade da maioria.
Meu apreço com as redes sociais é por acreditar que elas são um antídoto para o isolamento urbano. São uma novidade que imita o passado, uma nova versão, por vezes mais rica, por vezes mais pobre, da antiga comunidade. Detalhe, não quero retroceder, o apreço é pelo resgate da nossa essência social. Vivemos para o olhar dos outros, essa é a realidade simples, evidente. Quem pensa o contrário vai na conversa da literatura de autoajuda, que idolatra a autossuficiência e acredita que é possível ser feliz sozinho. É uma ilusão tola, nascemos para vitrine.
Quando checamos insistentemente para saber como reagiram a nossas postagens, somos desvelados no pedido amoroso. O viciado em rede social é obcecado pela sociabilidade. Está em busca de um olhar, de uma aprovação, precisa disso para existir. Ou vamos acreditar que a carência, o desespero amoroso e a busca pelo reconhecimento são novidades da internet?
Sei que o Facebook é o retrato da felicidade fingida, todos vestidos de ego de domingo, mas essa é a demanda do nosso tempo. Critique nossos costumes, não o espelho. Sei também que as redes são usadas basicamente para frivolidades, é certo, mas isso somos nós. Se a vida miúda de uma cidadezinha fosse transcrita, não seria diferente. Fofoca, sabedoria de almanaque, dicas de produtos culturais, troca de impressões e às vezes até um bom conselho, além de ser um amplificador veloz para mobilizações.
Também apontam que amigos virtuais não substituem os presenciais. Todos se dão conta, justamente usam a rede na esperança de escapar dela. O objetivo final é ser visto e conhecido também fora. Usamos esse grande palco para ensaiar e nos aproximarmos dos outros, fazer o que sempre fizemos. O Facebook é a nostalgia da aldeia e sua superação.
FONTE: Jornal ZERO HORA, terça-feira, 18 de junho de 2013. (adaptado)
A questão refere-se à frase em destaque a seguir.
Critique nossos costumes, não o espelho.
Recorrer à linguagem figurada permite que, por meio da frase, uma crítica seja dirigida
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Leia a tirinha para responder à questão.

FONTE: DILBERT - Scott Adams, Jornal ZERO HORA, segunda-feira, 15 de julho de 2013.
Scott Adams ambienta os seus quadrinhos em um escritório de uma empresa comercial. Pelos diálogos entre os personagens, evidencia-se que
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