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Sobre as dimensões constitutivas do trabalho profissional, conforme Guerra (2017), é INCORRETO afirmar:
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Depressão no Brasil e no Mundo
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em dez anos o número de casos do transtorno aumentou mais de 18% em um índice mundial que ultrapassa as 320 milhões de pessoas diagnosticadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Disponível em: https://www.amafresp.org.br/noticias/depressao-como-entender-e-vencer-um-dos-principais-problemas-de-saude-da-atualidade/. Acesso em: 2 fev. 2022. Adaptado.
O principal propósito comunicativo do texto 1 é:
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Depressão no Brasil e no Mundo
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em dez anos o número de casos do transtorno aumentou mais de 18% em um índice mundial que ultrapassa as 320 milhões de pessoas diagnosticadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Disponível em: https://www.amafresp.org.br/noticias/depressao-como-entender-e-vencer-um-dos-principais-problemas-de-saude-da-atualidade/. Acesso em: 2 fev. 2022. Adaptado.
“Menos de 10% das pessoas que têm depressão no mundo buscam os tratamentos necessários.” A informação acima foi empregada no texto 1 com sentido:
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Fazer divulgação científica por quê?
Ana de Medeiros Arnt
Sempre falamos que é necessário existir divulgação científica, dentro de instituições de pesquisa como as universidades. No entanto, existem muitos sentimentos contraditórios e debates travados sobre a questão. E hoje eu gostaria de falar um pouco sobre isto, tentando justificar por que fazer divulgação científica? Antes disso: só universidades devem fazer divulgação científica?
Antes de me embrenhar “de verdade nesta questão”, acho importante falar que não… Não é só universidade ou instituições que devem fazer divulgação científica. Todavia, cada vez mais me convenço que não devemos pensar a divulgação científica como algo a ser feito sozinho como profissionais. Podemos fazer divulgação científica de forma independente de instituições – e a maioria dos divulgadores que conheço estão neste formato, na verdade… E fazendo muito bem, diga-se de passagem! Mas a divulgação científica é um dos braços importantes de instâncias de pesquisa e, cada vez mais, presente no trabalho rotineiro de algumas pessoas.
Antes de nos jogarmos nas questões que serão centrais no texto de hoje, ainda ressalto que quando pergunto “por que fazer divulgação científica?” não o faço como mais um trabalho do cientista/pesquisador. Não é ato individual! A divulgação científica precisa da coletividade, é ato de grupos de pesquisa, de cientistas em formação, de instituições, de comunicadores, jornalistas: é trabalho de equipe! [...] Por que devo me preocupar com divulgar ciência?
Não há como pensar sobre a preocupação com a compreensão da ciência na sociedade, sem parafrasear Sagan. Já em 1995 ele anunciava que nós criamos uma sociedade que depende da ciência e tecnologia. Todavia, isto ocorria sem que ninguém entendesse de ciência e tecnologia. Sagan dizia que isso é uma bomba relógio que vai explodir na nossa cara a qualquer momento. (e não é que ele estava certo? Um total de zero surpresas aqui!)
importante pensarmos, também, na preocupação como parte das necessidades que encontramos para que a ciência esteja circulando socialmente, enquanto conhecimento. Neste caso, estou defendendo a ideia da ciência como ferramenta para pensar sobre o (e agir no) mundo. Deleuze fala que a teoria tem que ser como uma caixa de ferramenta “é preciso que sirva, é preciso que funcione”. E não no sentido utilitarista, mas no sentido de forma de pensamento, ferramenta que nos possibilita pensar. [...]
Por que a divulgação científica é importante para a sociedade?
Eu sempre gosto de apontar que o conhecimento técnico e científico é um direito humano. Seja para sustentar a liberdade de opinião e expressão (Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos), seja pelo direito à instrução (Artigo 26), seja pelo direito a participar da vida cultural da comunidade e do progresso científico e seus benefícios (Artigo 27).
Se a ciência é uma caixa de ferramentas e é a maneira para pensar e mudar nossas perspectivas, a maneira de explicar nosso mundo, os fenômenos naturais e sociais, é direito de todo o ser humano compreender seu funcionamento, para embasar seus argumentos, refutar ideias estapafúrdias, educar-se e participar do mundo a partir deste conhecimento por sua compreensão.
A divulgação científica é importante para a sociedade porque conhecimento científico e teorias científicas são parte de nossa luta cotidiana, bem como parte do que vale a pena lutar. Esta relevância reside, portanto, por sermos seres sociais e políticos e o conhecimento ser nossa caixa de ferramentas diárias.
Além disso, existem demandas da sociedade que às vezes são resolvidas, pensadas, teorizadas com ideias científicas e tecnológicas. Todavia, às vezes não é isso o que acontece, e às vezes temos tragédias que poderiam ser evitadas (estamos vivenciando uma neste momento). E, às vezes, temos decisões que são resolvidas, pensadas, teorizadas com ideias científicas e tecnológicas, e isso não é questionado como deveria ser. Compreender a ciência possibilita questioná-la também, sem conspiracionismos ou falácias.
Sem cair em desinformações que se aproveitam de polarizações ou vulnerabilidades, sem que estejamos acostumados à ideia de questionarmo-nos a nós mesmos, pois é de ciência (e não dogma) que se trata.
Portanto, a divulgação científica é importante para a sociedade porque precisamos (nós, cientistas e não cientistas) aprender como pensar a partir de pressupostos científicos, mas também precisamos entender como questioná-los.[...] Por fim
Sempre que eu penso sobre estas questões abordadas neste texto, eu não consigo deixar de mencionar uma das minhas maiores referências na divulgação científica que é a Revista Ciência Hoje – talvez uma das maiores responsáveis por eu ser divulgadora científica hoje.
No histórico da revista consta a proposta audaciosa, para um tempo de cerceamento dos saberes “divulgar os diversos campos da ciência sem deixar de promover o debate político em torno de questões como cidadania, educação e participação universitária, possibilitando, assim, a democratização do conhecimento” (Revista Ciência Hoje).
Se em tempos tão sombrios como os que vivemos durante a ditadura, tivemos uma iniciativa que fincou o pé no debate sobre democratização do conhecimento, por qual motivo não seria agora esta nossa luta?
Se as teorias científicas são instrumentos para nossas vidas, a divulgação científica é este espaço de construção coletiva de pontes, diálogos, conhecimentos que tornam as lutas socialmente possíveis, responsáveis, encantadoras, éticas e empáticas!
Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/cediciencias/2021/11/19/fazer-divulgacao-cientifica-por-que/. Acesso em: 3 fev. 2021. Adaptado.
A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
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Fazer divulgação científica por quê?
Ana de Medeiros Arnt
Sempre falamos que é necessário existir divulgação científica, dentro de instituições de pesquisa como as universidades. No entanto, existem muitos sentimentos contraditórios e debates travados sobre a questão. E hoje eu gostaria de falar um pouco sobre isto, tentando justificar por que fazer divulgação científica? Antes disso: só universidades devem fazer divulgação científica?
Antes de me embrenhar “de verdade nesta questão”, acho importante falar que não… Não é só universidade ou instituições que devem fazer divulgação científica. Todavia, cada vez mais me convenço que não devemos pensar a divulgação científica como algo a ser feito sozinho como profissionais. Podemos fazer divulgação científica de forma independente de instituições – e a maioria dos divulgadores que conheço estão neste formato, na verdade… E fazendo muito bem, diga-se de passagem! Mas a divulgação científica é um dos braços importantes de instâncias de pesquisa e, cada vez mais, presente no trabalho rotineiro de algumas pessoas.
Antes de nos jogarmos nas questões que serão centrais no texto de hoje, ainda ressalto que quando pergunto “por que fazer divulgação científica?” não o faço como mais um trabalho do cientista/pesquisador. Não é ato individual! A divulgação científica precisa da coletividade, é ato de grupos de pesquisa, de cientistas em formação, de instituições, de comunicadores, jornalistas: é trabalho de equipe! [...] Por que devo me preocupar com divulgar ciência?
Não há como pensar sobre a preocupação com a compreensão da ciência na sociedade, sem parafrasear Sagan. Já em 1995 ele anunciava que nós criamos uma sociedade que depende da ciência e tecnologia. Todavia, isto ocorria sem que ninguém entendesse de ciência e tecnologia. Sagan dizia que isso é uma bomba relógio que vai explodir na nossa cara a qualquer momento. (e não é que ele estava certo? Um total de zero surpresas aqui!)
importante pensarmos, também, na preocupação como parte das necessidades que encontramos para que a ciência esteja circulando socialmente, enquanto conhecimento. Neste caso, estou defendendo a ideia da ciência como ferramenta para pensar sobre o (e agir no) mundo. Deleuze fala que a teoria tem que ser como uma caixa de ferramenta “é preciso que sirva, é preciso que funcione”. E não no sentido utilitarista, mas no sentido de forma de pensamento, ferramenta que nos possibilita pensar. [...]
Por que a divulgação científica é importante para a sociedade?
Eu sempre gosto de apontar que o conhecimento técnico e científico é um direito humano. Seja para sustentar a liberdade de opinião e expressão (Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos), seja pelo direito à instrução (Artigo 26), seja pelo direito a participar da vida cultural da comunidade e do progresso científico e seus benefícios (Artigo 27).
Se a ciência é uma caixa de ferramentas e é a maneira para pensar e mudar nossas perspectivas, a maneira de explicar nosso mundo, os fenômenos naturais e sociais, é direito de todo o ser humano compreender seu funcionamento, para embasar seus argumentos, refutar ideias estapafúrdias, educar-se e participar do mundo a partir deste conhecimento por sua compreensão.
A divulgação científica é importante para a sociedade porque conhecimento científico e teorias científicas são parte de nossa luta cotidiana, bem como parte do que vale a pena lutar. Esta relevância reside, portanto, por sermos seres sociais e políticos e o conhecimento ser nossa caixa de ferramentas diárias.
Além disso, existem demandas da sociedade que às vezes são resolvidas, pensadas, teorizadas com ideias científicas e tecnológicas. Todavia, às vezes não é isso o que acontece, e às vezes temos tragédias que poderiam ser evitadas (estamos vivenciando uma neste momento). E, às vezes, temos decisões que são resolvidas, pensadas, teorizadas com ideias científicas e tecnológicas, e isso não é questionado como deveria ser. Compreender a ciência possibilita questioná-la também, sem conspiracionismos ou falácias.
Sem cair em desinformações que se aproveitam de polarizações ou vulnerabilidades, sem que estejamos acostumados à ideia de questionarmo-nos a nós mesmos, pois é de ciência (e não dogma) que se trata.
Portanto, a divulgação científica é importante para a sociedade porque precisamos (nós, cientistas e não cientistas) aprender como pensar a partir de pressupostos científicos, mas também precisamos entender como questioná-los.[...] Por fim
Sempre que eu penso sobre estas questões abordadas neste texto, eu não consigo deixar de mencionar uma das minhas maiores referências na divulgação científica que é a Revista Ciência Hoje – talvez uma das maiores responsáveis por eu ser divulgadora científica hoje.
No histórico da revista consta a proposta audaciosa, para um tempo de cerceamento dos saberes “divulgar os diversos campos da ciência sem deixar de promover o debate político em torno de questões como cidadania, educação e participação universitária, possibilitando, assim, a democratização do conhecimento” (Revista Ciência Hoje).
Se em tempos tão sombrios como os que vivemos durante a ditadura, tivemos uma iniciativa que fincou o pé no debate sobre democratização do conhecimento, por qual motivo não seria agora esta nossa luta?
Se as teorias científicas são instrumentos para nossas vidas, a divulgação científica é este espaço de construção coletiva de pontes, diálogos, conhecimentos que tornam as lutas socialmente possíveis, responsáveis, encantadoras, éticas e empáticas!
Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/cediciencias/2021/11/19/fazer-divulgacao-cientifica-por-que/. Acesso em: 3 fev. 2021. Adaptado.
“Fazer divulgação científica por quê?” (Título)
Nessa sentença, observa-se a utilização do termo “por quê”. Sabe-se, contudo, que há variações na grafia e no emprego desse termo em razão do seu papel semântico e sintático nos enunciados.
A alternativa em que há o uso CORRETO desse termo é:
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Fazer divulgação científica por quê?
Ana de Medeiros Arnt
Sempre falamos que é necessário existir divulgação científica, dentro de instituições de pesquisa como as universidades. No entanto, existem muitos sentimentos contraditórios e debates travados sobre a questão. E hoje eu gostaria de falar um pouco sobre isto, tentando justificar por que fazer divulgação científica? Antes disso: só universidades devem fazer divulgação científica?
Antes de me embrenhar “de verdade nesta questão”, acho importante falar que não… Não é só universidade ou instituições que devem fazer divulgação científica. Todavia, cada vez mais me convenço que não devemos pensar a divulgação científica como algo a ser feito sozinho como profissionais. Podemos fazer divulgação científica de forma independente de instituições – e a maioria dos divulgadores que conheço estão neste formato, na verdade… E fazendo muito bem, diga-se de passagem! Mas a divulgação científica é um dos braços importantes de instâncias de pesquisa e, cada vez mais, presente no trabalho rotineiro de algumas pessoas.
Antes de nos jogarmos nas questões que serão centrais no texto de hoje, ainda ressalto que quando pergunto “por que fazer divulgação científica?” não o faço como mais um trabalho do cientista/pesquisador. Não é ato individual! A divulgação científica precisa da coletividade, é ato de grupos de pesquisa, de cientistas em formação, de instituições, de comunicadores, jornalistas: é trabalho de equipe! [...] Por que devo me preocupar com divulgar ciência?
Não há como pensar sobre a preocupação com a compreensão da ciência na sociedade, sem parafrasear Sagan. Já em 1995 ele anunciava que nós criamos uma sociedade que depende da ciência e tecnologia. Todavia, isto ocorria sem que ninguém entendesse de ciência e tecnologia. Sagan dizia que isso é uma bomba relógio que vai explodir na nossa cara a qualquer momento. (e não é que ele estava certo? Um total de zero surpresas aqui!)
importante pensarmos, também, na preocupação como parte das necessidades que encontramos para que a ciência esteja circulando socialmente, enquanto conhecimento. Neste caso, estou defendendo a ideia da ciência como ferramenta para pensar sobre o (e agir no) mundo. Deleuze fala que a teoria tem que ser como uma caixa de ferramenta “é preciso que sirva, é preciso que funcione”. E não no sentido utilitarista, mas no sentido de forma de pensamento, ferramenta que nos possibilita pensar. [...]
Por que a divulgação científica é importante para a sociedade?
Eu sempre gosto de apontar que o conhecimento técnico e científico é um direito humano. Seja para sustentar a liberdade de opinião e expressão (Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos), seja pelo direito à instrução (Artigo 26), seja pelo direito a participar da vida cultural da comunidade e do progresso científico e seus benefícios (Artigo 27).
Se a ciência é uma caixa de ferramentas e é a maneira para pensar e mudar nossas perspectivas, a maneira de explicar nosso mundo, os fenômenos naturais e sociais, é direito de todo o ser humano compreender seu funcionamento, para embasar seus argumentos, refutar ideias estapafúrdias, educar-se e participar do mundo a partir deste conhecimento por sua compreensão.
A divulgação científica é importante para a sociedade porque conhecimento científico e teorias científicas são parte de nossa luta cotidiana, bem como parte do que vale a pena lutar. Esta relevância reside, portanto, por sermos seres sociais e políticos e o conhecimento ser nossa caixa de ferramentas diárias.
Além disso, existem demandas da sociedade que às vezes são resolvidas, pensadas, teorizadas com ideias científicas e tecnológicas. Todavia, às vezes não é isso o que acontece, e às vezes temos tragédias que poderiam ser evitadas (estamos vivenciando uma neste momento). E, às vezes, temos decisões que são resolvidas, pensadas, teorizadas com ideias científicas e tecnológicas, e isso não é questionado como deveria ser. Compreender a ciência possibilita questioná-la também, sem conspiracionismos ou falácias.
Sem cair em desinformações que se aproveitam de polarizações ou vulnerabilidades, sem que estejamos acostumados à ideia de questionarmo-nos a nós mesmos, pois é de ciência (e não dogma) que se trata.
Portanto, a divulgação científica é importante para a sociedade porque precisamos (nós, cientistas e não cientistas) aprender como pensar a partir de pressupostos científicos, mas também precisamos entender como questioná-los.[...] Por fim
Sempre que eu penso sobre estas questões abordadas neste texto, eu não consigo deixar de mencionar uma das minhas maiores referências na divulgação científica que é a Revista Ciência Hoje – talvez uma das maiores responsáveis por eu ser divulgadora científica hoje.
No histórico da revista consta a proposta audaciosa, para um tempo de cerceamento dos saberes “divulgar os diversos campos da ciência sem deixar de promover o debate político em torno de questões como cidadania, educação e participação universitária, possibilitando, assim, a democratização do conhecimento” (Revista Ciência Hoje).
Se em tempos tão sombrios como os que vivemos durante a ditadura, tivemos uma iniciativa que fincou o pé no debate sobre democratização do conhecimento, por qual motivo não seria agora esta nossa luta?
Se as teorias científicas são instrumentos para nossas vidas, a divulgação científica é este espaço de construção coletiva de pontes, diálogos, conhecimentos que tornam as lutas socialmente possíveis, responsáveis, encantadoras, éticas e empáticas!
Disponível em: https://www.blogs.unicamp.br/cediciencias/2021/11/19/fazer-divulgacao-cientifica-por-que/. Acesso em: 3 fev. 2021. Adaptado.
Observe os termos grifados nos trechos abaixo:
I. “Não há como pensar sobre a preocupação com a compreensão da ciência na sociedade, sem parafrasear Sagan.” (§ 4)
II. “ ‘divulgar os diversos campos da ciência sem deixar de promover o debate político em torno de questões como cidadania, educação e participação universitária, possibilitando, assim, a democratização do conhecimento’ (Revista Ciência Hoje).” (§ 13)
As formas nominais dos verbos grifados nos trechos acima devem ser classificadas, respectivamente, como:
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TEXTO 2
De que formas a saúde mental é afetada pela pandemia?

Disponível em: https://www.estado.rs.gov.br/upload/arquivos//relatorio-saude-mental-e-pandemia-quais-os-impactos-e-como-mitigar.pdf. Acesso em: 2 fev. 2022. Adaptado.
“Transtornos mentais podem perdurar em médio prazo se não tratados.”
Na sentença acima, observa-se que é expressa uma ideia de condição. Assinale a alternativa na qual o conector NÃO foi utilizado com o mesmo sentido:
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TEXTO 3
ENTENDA O LANGUISHING: ENTORPECIMENTO DA VIDA E SENSAÇÃO DE VAZIO
Da pandemia emergiu o languishing,
termo para denominar um sentimento persistente de apatia, desânimo e falta de motivação.
Lilian Monteiro
Não é tristeza, não é cansaço, não é depressão... É mais um desânimo, uma desmotivação, a sensação de carregar um peso invisível e constante, um coração apertado, respiração difícil e uma alma vazia em um corpo que luta para se reencontrar, que há muito tempo não se vê, não se sente…
É doído.
Esses sentimentos e sensações definem o languishing, definhando, o mais novo transtorno da saúde mental aflorado com a instalação da pandemia, em 2020.
Languishing: 'A pandemia colocou todos numa condição de sobreviventes'
Em alguns momentos da vida, todos lutamos contra a desmotivação, mas o que preocupa é quando ela se instala, quando a apatia toma conta do dia a dia e perde-se força e energia para se mobilizar por algo e por si mesmo, muitas vezes nem sequer tendo noção do que está vivendo, já que, aparentemente, tudo está bem com a saúde física/clínica, há trabalho, alimentação correta, casa, segurança, boletos em dia. É um adoecimento novo e, por isso, ainda há dificuldade para identificar esse fenômeno psicológico.
Uma parcela da população mundial já lida com as consequências da apatia persistente, marcada, substancialmente, pela sensação de vazio que determina o languishing. Sensação que não passa, perdura dia após dia. É como se a pessoa estivesse no limbo, num estado de indecisão, incerteza, indefinição e nada a movesse para sair desse lugar. É viver o desalento e o desamparo.
O termo foi cunhado pelo psicólogo e sociólogo americano Corey Keyes, que ficou impressionado com o fato de que muitas pessoas que não estavam deprimidas também não estavam prosperando. Na pesquisa que conduziu, ele constatou que as pessoas com maior probabilidade de sofrer grandes transtornos de depressão e ansiedade na próxima década não são as que apresentam esses sintomas hoje, mas aquelas que estão definhando agora.
Adam Grant, psicólogo organizacional da Wharton, escreveu a respeito na versão digital do The New York Times e afirmou: “Na psicologia, pensamos em saúde mental em um espectro que vai da depressão ao florescimento. O florescimento é o pico do bem-estar: você tem um forte senso de significado, domínio e importância para os outros. A depressão é o vale do mal-estar: você se sente desanimado, esgotado e sem valor. O definhamento é o filho do meio negligenciado da saúde mental. É o vazio entre a depressão e o florescimento – a ausência de bem-estar. Você não tem sintomas de doença mental, mas também não é a imagem da saúde mental. Você não está funcionando em plena capacidade. O definhamento entorpece sua motivação, interrompe sua capacidade de se concentrar e triplica as chances de você reduzir o trabalho. Parece ser mais comum do que a depressão maior – e, de certa forma, pode ser um fator de risco maior para doenças mentais.”
O languishing é como se entorpecesse a pessoa de qualquer motivação, propósito, foco. E não o confunda com esgotamento ou falta de esperança, as pessoas ainda têm energia, mas se sentem sem alegria, sem objetivo, estagnadas e essas emoções as dominam. [...]
Para Adam Grant, o definhamento não está apenas em nossas cabeças – está em nossas circunstâncias. Você não pode curar uma cultura doente com bandagens pessoais.
“Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental. À medida que nos aproximamos de uma nova realidade pós-pandemia, é hora de repensar nossa compreensão de saúde mental e bem-estar. 'Não deprimido' não significa que você não está lutando. 'Não triste' não significa que você está empolgado. Ao reconhecer que muitos de nós estão definhando, podemos começar a dar voz ao desespero silencioso e iluminar um caminho para sair do vazio.”
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2022/01/4981358-entenda-o-languishing-entorpecimento-da-vida-e-sensacao-de-vazio.html. Acesso em: 17 fev. 2022. Adaptado.
“Não é tristeza, não é cansaço, não é depressão...” (§ 1)
Na sentença acima, observa-se o uso adequado da vírgula. Assinale a alternativa que apresenta o emprego desse sinal de pontuação de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa:
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TEXTO 3
ENTENDA O LANGUISHING: ENTORPECIMENTO DA VIDA E SENSAÇÃO DE VAZIO
Da pandemia emergiu o languishing,
termo para denominar um sentimento persistente de apatia, desânimo e falta de motivação.
Lilian Monteiro
Não é tristeza, não é cansaço, não é depressão... É mais um desânimo, uma desmotivação, a sensação de carregar um peso invisível e constante, um coração apertado, respiração difícil e uma alma vazia em um corpo que luta para se reencontrar, que há muito tempo não se vê, não se sente…
É doído.
Esses sentimentos e sensações definem o languishing, definhando, o mais novo transtorno da saúde mental aflorado com a instalação da pandemia, em 2020.
Languishing: 'A pandemia colocou todos numa condição de sobreviventes'
Em alguns momentos da vida, todos lutamos contra a desmotivação, mas o que preocupa é quando ela se instala, quando a apatia toma conta do dia a dia e perde-se força e energia para se mobilizar por algo e por si mesmo, muitas vezes nem sequer tendo noção do que está vivendo, já que, aparentemente, tudo está bem com a saúde física/clínica, há trabalho, alimentação correta, casa, segurança, boletos em dia. É um adoecimento novo e, por isso, ainda há dificuldade para identificar esse fenômeno psicológico.
Uma parcela da população mundial já lida com as consequências da apatia persistente, marcada, substancialmente, pela sensação de vazio que determina o languishing. Sensação que não passa, perdura dia após dia. É como se a pessoa estivesse no limbo, num estado de indecisão, incerteza, indefinição e nada a movesse para sair desse lugar. É viver o desalento e o desamparo.
O termo foi cunhado pelo psicólogo e sociólogo americano Corey Keyes, que ficou impressionado com o fato de que muitas pessoas que não estavam deprimidas também não estavam prosperando. Na pesquisa que conduziu, ele constatou que as pessoas com maior probabilidade de sofrer grandes transtornos de depressão e ansiedade na próxima década não são as que apresentam esses sintomas hoje, mas aquelas que estão definhando agora.
Adam Grant, psicólogo organizacional da Wharton, escreveu a respeito na versão digital do The New York Times e afirmou: “Na psicologia, pensamos em saúde mental em um espectro que vai da depressão ao florescimento. O florescimento é o pico do bem-estar: você tem um forte senso de significado, domínio e importância para os outros. A depressão é o vale do mal-estar: você se sente desanimado, esgotado e sem valor. O definhamento é o filho do meio negligenciado da saúde mental. É o vazio entre a depressão e o florescimento – a ausência de bem-estar. Você não tem sintomas de doença mental, mas também não é a imagem da saúde mental. Você não está funcionando em plena capacidade. O definhamento entorpece sua motivação, interrompe sua capacidade de se concentrar e triplica as chances de você reduzir o trabalho. Parece ser mais comum do que a depressão maior – e, de certa forma, pode ser um fator de risco maior para doenças mentais.”
O languishing é como se entorpecesse a pessoa de qualquer motivação, propósito, foco. E não o confunda com esgotamento ou falta de esperança, as pessoas ainda têm energia, mas se sentem sem alegria, sem objetivo, estagnadas e essas emoções as dominam. [...]
Para Adam Grant, o definhamento não está apenas em nossas cabeças – está em nossas circunstâncias. Você não pode curar uma cultura doente com bandagens pessoais.
“Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental. À medida que nos aproximamos de uma nova realidade pós-pandemia, é hora de repensar nossa compreensão de saúde mental e bem-estar. 'Não deprimido' não significa que você não está lutando. 'Não triste' não significa que você está empolgado. Ao reconhecer que muitos de nós estão definhando, podemos começar a dar voz ao desespero silencioso e iluminar um caminho para sair do vazio.”
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2022/01/4981358-entenda-o-languishing-entorpecimento-da-vida-e-sensacao-de-vazio.html. Acesso em: 17 fev. 2022. Adaptado.
“ ‘Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental.’ ” (§ 8)
Na sentença acima, observa-se que é expressa uma ideia de oposição, de contraste. Assinale a alternativa na qual o conector NÃO foi utilizado com o mesmo sentido:
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TEXTO 3
ENTENDA O LANGUISHING: ENTORPECIMENTO DA VIDA E SENSAÇÃO DE VAZIO
Da pandemia emergiu o languishing,
termo para denominar um sentimento persistente de apatia, desânimo e falta de motivação.
Lilian Monteiro
Não é tristeza, não é cansaço, não é depressão... É mais um desânimo, uma desmotivação, a sensação de carregar um peso invisível e constante, um coração apertado, respiração difícil e uma alma vazia em um corpo que luta para se reencontrar, que há muito tempo não se vê, não se sente…
É doído.
Esses sentimentos e sensações definem o languishing, definhando, o mais novo transtorno da saúde mental aflorado com a instalação da pandemia, em 2020.
Languishing: 'A pandemia colocou todos numa condição de sobreviventes'
Em alguns momentos da vida, todos lutamos contra a desmotivação, mas o que preocupa é quando ela se instala, quando a apatia toma conta do dia a dia e perde-se força e energia para se mobilizar por algo e por si mesmo, muitas vezes nem sequer tendo noção do que está vivendo, já que, aparentemente, tudo está bem com a saúde física/clínica, há trabalho, alimentação correta, casa, segurança, boletos em dia. É um adoecimento novo e, por isso, ainda há dificuldade para identificar esse fenômeno psicológico.
Uma parcela da população mundial já lida com as consequências da apatia persistente, marcada, substancialmente, pela sensação de vazio que determina o languishing. Sensação que não passa, perdura dia após dia. É como se a pessoa estivesse no limbo, num estado de indecisão, incerteza, indefinição e nada a movesse para sair desse lugar. É viver o desalento e o desamparo.
O termo foi cunhado pelo psicólogo e sociólogo americano Corey Keyes, que ficou impressionado com o fato de que muitas pessoas que não estavam deprimidas também não estavam prosperando. Na pesquisa que conduziu, ele constatou que as pessoas com maior probabilidade de sofrer grandes transtornos de depressão e ansiedade na próxima década não são as que apresentam esses sintomas hoje, mas aquelas que estão definhando agora.
Adam Grant, psicólogo organizacional da Wharton, escreveu a respeito na versão digital do The New York Times e afirmou: “Na psicologia, pensamos em saúde mental em um espectro que vai da depressão ao florescimento. O florescimento é o pico do bem-estar: você tem um forte senso de significado, domínio e importância para os outros. A depressão é o vale do mal-estar: você se sente desanimado, esgotado e sem valor. O definhamento é o filho do meio negligenciado da saúde mental. É o vazio entre a depressão e o florescimento – a ausência de bem-estar. Você não tem sintomas de doença mental, mas também não é a imagem da saúde mental. Você não está funcionando em plena capacidade. O definhamento entorpece sua motivação, interrompe sua capacidade de se concentrar e triplica as chances de você reduzir o trabalho. Parece ser mais comum do que a depressão maior – e, de certa forma, pode ser um fator de risco maior para doenças mentais.”
O languishing é como se entorpecesse a pessoa de qualquer motivação, propósito, foco. E não o confunda com esgotamento ou falta de esperança, as pessoas ainda têm energia, mas se sentem sem alegria, sem objetivo, estagnadas e essas emoções as dominam. [...]
Para Adam Grant, o definhamento não está apenas em nossas cabeças – está em nossas circunstâncias. Você não pode curar uma cultura doente com bandagens pessoais.
“Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental. À medida que nos aproximamos de uma nova realidade pós-pandemia, é hora de repensar nossa compreensão de saúde mental e bem-estar. 'Não deprimido' não significa que você não está lutando. 'Não triste' não significa que você está empolgado. Ao reconhecer que muitos de nós estão definhando, podemos começar a dar voz ao desespero silencioso e iluminar um caminho para sair do vazio.”
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2022/01/4981358-entenda-o-languishing-entorpecimento-da-vida-e-sensacao-de-vazio.html. Acesso em: 17 fev. 2022. Adaptado.
“ ‘Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental.’ ” (§ 8)
É CORRETO afirmar que o sujeito da oração sublinhada no fragmento acima deve ser classificado sintaticamente como:
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