Foram encontradas 1.045 questões.
Um profissional de arte preparou uma apresentação por
meio do MS-PowerPoint 2019, em sua configuração padrão, contendo 5 slides, numerados de 1 a 5. Ao editar o
slide 5, decidiu que não queria apresentá-lo e marcou-o
como oculto. Então, pressionou o atalho Shift + F5, que
iniciou o Modo de Apresentação no slide
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Observe a planilha a seguir, elaborada por meio do MS-Excel 365, em sua configuração padrão.

Assinale a alternativa que apresenta o valor retornado pela fórmula =SE(CONT.SE(A1:D3;3);2;4) após esta ser adicionada na célula A4.
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A planilha a seguir foi elaborada por meio do MS-Excel
365, em sua configuração padrão, contendo nomes de
artistas e as respectivas quantidades de artigos relacionados aos artistas escritos pelos participantes de um
evento de arte.
O usuário selecionou o intervalo A1:B6, clicando na célula A1 e arrastando até a célula B6. Em seguida, pressionou o botão Classificar em Ordem Crescente.
Assinale a alternativa que apresenta o nome que será exibido na célula A6 após a classificação ser efetuada.
O usuário selecionou o intervalo A1:B6, clicando na célula A1 e arrastando até a célula B6. Em seguida, pressionou o botão Classificar em Ordem Crescente.
Assinale a alternativa que apresenta o nome que será exibido na célula A6 após a classificação ser efetuada.
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A partir de um novo documento vazio do MS-Word 365,
em sua configuração padrão, um usuário executou as
ações a seguir, nesta ordem:
Pressionou o botão Negrito.
Digitou a palavra Abacate e pressionou a barra de espaços.
Pressionou o botão Itálico.
Digitou a palavra Ameixa e pressionou a barra de espaços.
Pressionou o botão Negrito.
Digitou a palavra Acerola e pressionou a barra de espaços.
Pressionou o botão Itálico.
Digitou a palavra Amora e pressionou a barra de espaços.
Selecionou todo o texto.
Pressionou o botão Negrito.
Depois de todas as ações executadas, das 4 palavras digitadas, quantas estarão com formatação negrito?
Pressionou o botão Negrito.
Digitou a palavra Abacate e pressionou a barra de espaços.
Pressionou o botão Itálico.
Digitou a palavra Ameixa e pressionou a barra de espaços.
Pressionou o botão Negrito.
Digitou a palavra Acerola e pressionou a barra de espaços.
Pressionou o botão Itálico.
Digitou a palavra Amora e pressionou a barra de espaços.
Selecionou todo o texto.
Pressionou o botão Negrito.
Depois de todas as ações executadas, das 4 palavras digitadas, quantas estarão com formatação negrito?
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Um usuário acessou o Explorador de Arquivos do
MS-Windows 10, ambos em configuração padrão e, entre os seus arquivos pessoais dentro da pasta referente
à sua Área de Trabalho, selecionou um arquivo chamado rascunhos.txt. Em seguida, pressionou o atalho por
teclado Alt + Enter.
Considerando que o usuário tem todas as permissões que forem necessárias, o resultado da ação descrita é o seguinte:
Considerando que o usuário tem todas as permissões que forem necessárias, o resultado da ação descrita é o seguinte:
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Leia o texto para responder à questão.
Brinquedos incendiados
Uma noite houve um incêndio num bazar. E no fogo total desapareceram consumidos os seus brinquedos. Nós,
crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de
tanto mirá-los nos mostruários – uns, pendentes de longos
barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas. Ah!
maravilhosas bonecas louras, de chapéu de seda! pianos
cujos sons cheiravam a metal e verniz! carneirinhos lanudos,
de guizo ao pescoço! piões zumbidores! – e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia – filhotes que éramos, então, de Mr. Jordain, fazendo a
nossa poesia concreta antes do tempo.
Às vezes, num aniversário, ou pelo Natal, conseguimos
receber de presente algum bonequinho de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem possibilidades de navegação... – pois aquelas admiráveis bonecas
de seda e filó, aqueles batalhões completos de soldados de
chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas,
isso não chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem inveja, sabendo
que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas
em sonho, como se para isso, apenas, tivessem sido feitos.
(Cecília Meireles. Escolha o seu Sonho)
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Leia o texto para responder à questão.
Brinquedos incendiados
Uma noite houve um incêndio num bazar. E no fogo total desapareceram consumidos os seus brinquedos. Nós,
crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de
tanto mirá-los nos mostruários – uns, pendentes de longos
barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas. Ah!
maravilhosas bonecas louras, de chapéu de seda! pianos
cujos sons cheiravam a metal e verniz! carneirinhos lanudos,
de guizo ao pescoço! piões zumbidores! – e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia – filhotes que éramos, então, de Mr. Jordain, fazendo a
nossa poesia concreta antes do tempo.
Às vezes, num aniversário, ou pelo Natal, conseguimos
receber de presente algum bonequinho de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem possibilidades de navegação... – pois aquelas admiráveis bonecas
de seda e filó, aqueles batalhões completos de soldados de
chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas,
isso não chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem inveja, sabendo
que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas
em sonho, como se para isso, apenas, tivessem sido feitos.
(Cecília Meireles. Escolha o seu Sonho)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia o texto para responder à questão.
Brinquedos incendiados
Uma noite houve um incêndio num bazar. E no fogo total desapareceram consumidos os seus brinquedos. Nós,
crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de
tanto mirá-los nos mostruários – uns, pendentes de longos
barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas. Ah!
maravilhosas bonecas louras, de chapéu de seda! pianos
cujos sons cheiravam a metal e verniz! carneirinhos lanudos,
de guizo ao pescoço! piões zumbidores! – e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia – filhotes que éramos, então, de Mr. Jordain, fazendo a
nossa poesia concreta antes do tempo.
Às vezes, num aniversário, ou pelo Natal, conseguimos
receber de presente algum bonequinho de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem possibilidades de navegação... – pois aquelas admiráveis bonecas
de seda e filó, aqueles batalhões completos de soldados de
chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas,
isso não chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem inveja, sabendo
que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas
em sonho, como se para isso, apenas, tivessem sido feitos.
(Cecília Meireles. Escolha o seu Sonho)
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Leia o texto para responder à questão.
Censura às artes não é nova na história
e vai além de ditaduras
Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova
disso veio na forma da censura, criando um longo histórico
de poderes dominantes se apropriando desses dois campos.
Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da
censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola
de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo,
conta que o processo de censura na sociedade não é novo:
“A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em
ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu
a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa
cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os
cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo
quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da
sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de
ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Censura às artes não é nova na história
e vai além de ditaduras
Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova
disso veio na forma da censura, criando um longo histórico
de poderes dominantes se apropriando desses dois campos.
Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da
censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola
de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo,
conta que o processo de censura na sociedade não é novo:
“A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em
ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu
a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa
cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os
cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo
quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da
sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de
ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
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