Foram encontradas 64 questões.
Após uma degustação de vinhos tintos e brancos realizada com 12 pessoas, cada uma indicou o vinho de sua preferência, assinalando um ponto em apenas uma das três regiões I, II e III, conforme representado na figura a seguir.

Todos os degustadores gostaram de pelo menos um dos vinhos, sendo que:
• a região I representa os que gostaram apenas dos tintos;
• a região II representa os que gostaram dos tintos e dos brancos;
• a região III representa os que gostaram apenas dos brancos.
Com as informações dadas, é correto afirmar que:
Provas
Slackline é um esporte de equilíbrio que utiliza uma fita de nylon esticada entre dois pontos fixos. Considere que um praticante deste esporte, de massa 50 kg, se equilibra sobre o ponto médio de uma fita cujas extremidades estão fixas entre as árvores.
Observa-se que, a pisada do praticante no ponto médio provoca uma inclinação na fita correspondente a um ângulo de 30º com a horizontal, conforme representado na figura abaixo.

Considere que sen 30°= 0,5 e cos 30°= 0,87. A força que a corda exerce sobre o tronco de cada árvore, em newtons, vale:
Provas
Por serem sésseis e, muitas vezes, coloridos, os fungos já foram inseridos no reino vegetal. No entanto, esses organismos apresentam mais semelhança com os animais do que com os vegetais.
Uma característica comum aos fungos e aos animais, não encontrada nos vegetais, é a presença de:
Provas
A cirurgia para retirada da vesícula biliar, conhecida como colecistectomia, é indicada para pacientes que apresentam inflamação nesse órgão. Essa inflamação é resultante da formação de cálculos (pedras), provocando cólicas biliares.
Dentre os fatores que podem produzir a formação de pedras na vesícula, destaca-se a produção excessiva pelo fígado de uma determinada substância.
Essa substância é a seguinte:
Provas
O Complexo de Deus
Em novembro de 2009, Lloyd Blankfein, presidente da Goldman Sachs, dirigiu-se a um jornalista do The Sunday Times, quando este o abordava já no final de uma maratona de trabalho. Depois de uma troca de questões e respostas, Lloyd teria afirmado que era apenas um banqueiro a “fazer o trabalho de Deus”. O fato de a frase ter sido descontextualizada do resto da entrevista não evitou que, nos dias seguintes, a discussão pública aquecesse sobre o uso da expressão, provavelmente amplificada por ter vindo do presidente de uma das mais poderosas instituições financeiras do planeta e ter sido proferida em plena crise financeira de 2008-2010. Mas, independentemente do contexto que pode ser evocado para justificar o que foi dito, parece ser inegável que a fala também reflete uma forma de olhar para o mundo, assente na crença de que alguns estão acima de todos os outros, incluindo a Lei, e ignorando por completo o vexame público. Outro exemplo é a expressão “em nome de Deus”, que tem sido utilizada diante de multidões em alguns países do mundo. Tal crença e forma de pensar tem sido designada Complexo de Deus.
Apesar de semelhantes, o Complexo de Deus e o Transtorno de Personalidade Narcisística são condições distintas. De acordo com Skodol (2018), o Transtorno de Personalidade Narcisística é caracterizado por ser um “padrão generalizado de grandiosidade, necessidade de adulação e falta de empatia”. Trata-se de uma alteração da personalidade em que a pessoa superestima o seu próprio valor, implicando a subestimação do valor dos outros. Acha-se superior, melhor e especial. A arrogância, a necessidade constante de admiração, a falta de empatia e a desumanização dos pares são outros predicados observados nesses pacientes.
O termo Complexo de Deus foi cunhado pelo neuropsiquiatra Ernest Jones, conhecido por ter sido o biógrafo oficial de Sigmund Freud. O Complexo descreve a crença de que se é Deus. Essa crença não deve ser vista como o produto de uma grave alienação, alucinação ou perturbação mental, como no caso do Transtorno de Personalidade Narcisística, mas antes como um atributo relativo à anormalidade na personalidade e no sistema de valores da pessoa. Desse modo, o Complexo de Deus pode ser especialmente notório em pessoas com um imenso poder, que acreditam ser quase oniscientes e onipotentes e que pensam estar acima de tudo e todos. Claro que pessoas com muito menos poder e em posições muito mais modestas na sociedade podem exibir estas mesmíssimas crenças e sistemas de valores.
Pode parecer uma contradição, mas o Complexo de Deus tem como efeito colateral a redução da complexidade da realidade, na medida em que força tal complexidade a se encaixar numa visão simplificada dessa realidade elaborada e construída pelo Homem que crê ser Deus. Esse argumento foi apresentado pelo economista Tim Harford, numa palestra em 2011, em que também explica a mentalidade do Complexo deste modo: “não quero que contestem as minhas opiniões, não querem que testem as minhas conclusões”. Logo, o Complexo de Deus é um fenômeno… complexo.
Em primeiro lugar, deve ficar entendido que ter o Complexo de Deus não é impeditivo de ser bem ou malsucedido, nem de ocupar posições de poder e influência nas sociedades e nas empresas. No seu livro de 2015, Leadership BS, Jeffrey Pfeffer faz notar que muitos líderes e gestores de sucesso por todo o mundo revelam traços marcadamente narcisísticos, a que se podem juntar outros elementos deletérios como a arrogância, a perversão e o desprezo pelos outros. Ou seja, o líder narcisista (e não se está tratando aqui do Transtorno de Personalidade Narcisística, mas sim do narcisismo) com um Complexo de Deus pode ter sucesso, como aliás fica demonstrado com alguns casos de políticos mundiais contemporâneos.
Em segundo lugar, o Complexo de Deus pode ser mais frequente – e normal – do que se imagina. Pode, quiçá, ser até essencial para a sobrevivência e desenvolvimento humano, dado que estimula a autoconfiança e a autoimagem. A psicóloga Julia Shaw defende a ideia da função adaptativa que a maldade tem nos seres humanos. Se a maldade pode ter um papel importante na adaptação humana, poderá o mesmo ser dito do Complexo de Deus? Se assim for, então caberá à investigação futura compreender melhor o fenômeno, explicando os mecanismos cognitivo-personalísticos que subjazem à crença de ser celestial.
E em terceiro lugar, o Complexo de Deus pode manifestar-se em organizações humanas, e não apenas em indivíduos. Isto significa que também sociedades, instituições, corporações, ou grupos, podem padecer do Complexo de Deus, acreditando que a sua obra e a sua existência estão acima de qualquer julgamento, e que as suas atividades e decisões são a referência para a vida dos demais. Para essas organizações, admitir o erro está fora de questão, e a crítica é rejeitada; aliás, a crítica pode até ser vista como um ato infame, por organizações com uma natureza mais déspota.
Por fim, o Complexo de Deus é um dos mecanismos que intervém na construção de mundos imaginados, negando a realidade objetiva externa e subjugando a existência dos demais à vontade do homem-que-se-julga-Deus. Pode estar também na base de boa parte dos problemas modernos, como a discriminação, o totalitarismo, o racismo, a xenofobia, o terrorismo, bem como em outras manifestações de extremismo. Mas é, acima de tudo, um impedimento à evolução de indivíduos ou de sistemas humanos. Cabe aos Homens compreender o Complexo de Deus. Mas também lhes cabe cuidar para que indivíduos ou organizações humanas com a mentalidade de Deus desçam à Terra. De uma forma ou de outra.
GOMES, Jorge. O complexo de Deus. In: A Pátria: Jornal da Sociedade Científica de Língua Portuguesa. 21 ago. 2020. Disponível em: https://apatria. org/sociedade/o-complexo-de-deus/. Acesso em: 04 jan. 2024. ISSN 2184-2957. Adaptado.
No trecho “Se a maldade pode ter um papel importante na adaptação humana, poderá o mesmo ser dito do Complexo de Deus?”, a pergunta tem o objetivo de:
Provas
A coluna Miguel Costa-Prestes passou por Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia e outros estados até retornar para Mato Grosso. Após mais de 25 mil quilômetros percorridos em cerca de três anos, em março de 1927, o movimento optou pelo exílio na Bolívia. A lendária Coluna, nesse longo percurso, venceu batalhas contra forças militares, policiais e até jagunços mobilizados por latifundiários.
Adaptado de: querepublicaeessa.an.gov.br. Acesso em 25 abr. 2024.
O objetivo do movimento descrito foi:
Provas
Um dos principais metais que agem na manutenção de ossos e dentes é encontrado no organismo na forma de cátion divalente. Esse cátion apresenta distribuição eletrônica igual à do átomo de argônio. O metal correspondente a esse cátion é nomeado:
Provas
Em uma crise de ansiedade, é comum que o indivíduo apresente um quadro de hiperventilação – respiração acelerada – que pode provocar tonturas e desmaios.
A ocorrência desses sintomas se deve ao fato de a hiperventilação provocar o seguinte processo:
Provas
Uma cartela possui \( n \) comprimidos. Uma pessoa retirou \( \dfrac{1}{3} \) dos comprimidos dessa cartela e observou que restaram 10. A soma dos algarismos de n é igual a:
Provas
Suicide
Every year, 703 000 people take their own lives and there are many more who attempt suicide. Actually, every suicide is a tragedy that affects families, communities and entire countries and has long-lasting effects on the people left behind. Suicide does not just occur in high-income countries but is a global phenomenon in all regions of the world. Over 77% of global suicides, for example, occurred in low and middle-income countries in 2019. However, they may be preventable with timely, evidence-based and often low-cost interventions. For national responses to be effective, a comprehensive multisectoral suicide prevention strategy is needed.
While the link between suicide and mental disorders (in particular, depression, alcohol use disorders and a previous suicide attempt) is well established in high-income countries, many suicides happen impulsively in moments of crisis with a breakdown in the ability to deal with life stresses, such as financial problems, relationship break-ups or chronic pain and illnesses.
Suicide prevention efforts require familiarity with these aspects, as well as coordination and collaboration among multiple sectors of society, including the health sector and other sectors such as education, labour, agriculture, business, justice, law, defence, politics, and the media. Thus, these efforts must be comprehensive and integrated as no single approach alone can make an impact on an issue as complex as suicide.
Suicide is one of the priority conditions in the WHO Mental Health Gap Action Programme (mhGAP) launched in 2008. This programme provides evidence-based technical guidance to scale up service provision and care in countries for mental, neurological and substance use disorders. Besides, the suicide mortality rate is an indicator of target 3.4 of the Sustainable Development Goals. Ultimately, its aim is to reduce by one third premature mortality from noncommunicable diseases through prevention and treatment, by 2030, promoting mental health and well-being.
Adapted from: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/suicide Accessed 5 February 2022.
According to the article, to fight suicide, it’s important to know the factors that may lead to it.
These factors are described in the following paragraph:
Provas
Caderno Container