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Foram encontradas 50 questões.

3481927 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Em um ambiente de trabalho há duas fontes de ruído. Uma emitindo 70 dB e outra de igual valor. A somatória das duas quando acionadas simultaneamente produz o seguinte valor, no mesmo ponto de medida:

 

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3481926 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Sobre as regras deontológicas estabelecidas pelo Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, assinale a alternativa incorreta:

 

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3481925 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Sobre o exercício de cargo público, previsto na Lei Nº 8.112/90, não é correto afirmar:

 

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3481924 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Renato, servidor público em estágio probatório, não demonstrou ser pessoa assídua e disciplinada, e sua produtividade era muito baixa, quando comparada aos demais colegas de serviço, conforme foi apurado pela comissão de avaliação de seu estágio probatório. Nos termos da Lei Nº 8.112/90, não sendo aprovado no estágio probatório, ele será:

 

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3481923 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Um servidor público da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), lotado em Itajubá/MG, requereu, para o exercício de suas atribuições, o pagamento de 4 (quatro) diárias para prestar serviços no campus da UNIFEI, em Itabira/MG. As diárias foram depositadas em sua conta. No entanto, problemas particulares o fizeram retornar à Itajubá/MG ao final do segundo dia sem concluir o trabalho. Nesse caso:

 

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3481893 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Enunciado 3599796-1

Assinale a alternativa correta.

 

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3481892 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Como Nasrudin criou a verdade

– As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores – disse Nasrudin ao Rei. – Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade – e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados.

Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

– Onde o senhor pensa que vai? – perguntou o Chefe da Guarda.

– Estou a caminho da forca – respondeu Nasrudin, calmamente.

– Não acredito no que está dizendo!

– Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

– Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

– Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. – Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

(AL-DIN, Khawajah Nasr. Como Nasrudin criou a verdade. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 50.)

Qual das falas de personagens transcritas abaixo não foi apresentada de acordo com as determinações da gramática normativa?

 

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3481891 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Como Nasrudin criou a verdade

– As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores – disse Nasrudin ao Rei. – Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade – e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados.

Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

– Onde o senhor pensa que vai? – perguntou o Chefe da Guarda.

– Estou a caminho da forca – respondeu Nasrudin, calmamente.

– Não acredito no que está dizendo!

– Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

– Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

– Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. – Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

(AL-DIN, Khawajah Nasr. Como Nasrudin criou a verdade. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 50.)

Qual das conjunções apresentadas abaixo poderia substituir, no segundo parágrafo, a locução conjuntiva “no entanto” sem que houvesse alteração no sentido e na estrutura da oração?

 

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3481890 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Como Nasrudin criou a verdade

– As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores – disse Nasrudin ao Rei. – Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade – e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados.

Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

– Onde o senhor pensa que vai? – perguntou o Chefe da Guarda.

– Estou a caminho da forca – respondeu Nasrudin, calmamente.

– Não acredito no que está dizendo!

– Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

– Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

– Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. – Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

(AL-DIN, Khawajah Nasr. Como Nasrudin criou a verdade. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 50.)

Assinale a alternativa incorreta.

 

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3481889 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Como Nasrudin criou a verdade

– As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores – disse Nasrudin ao Rei. – Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade – e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados.

Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

– Onde o senhor pensa que vai? – perguntou o Chefe da Guarda.

– Estou a caminho da forca – respondeu Nasrudin, calmamente.

– Não acredito no que está dizendo!

– Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

– Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

– Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. – Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

(AL-DIN, Khawajah Nasr. Como Nasrudin criou a verdade. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 50.)

Nasrudin expõe determinada concepção de verdade. Qual dos ditados populares citados abaixo apresenta uma concepção semelhante?

 

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