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Foram encontradas 50 questões.

3482012 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Assinale a alternativa correta quanto à sequência dos processos utilizados em estações de tratamento de água.

 

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3482011 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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As características da água podem ser classificadas em cinco categorias: físicas, organolépticas, químicas, biológicas e radioativas. Assinale a alternativa que apresenta somente parâmetros físicos da água.

 

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3482010 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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O equipamento utilizado para medir a turbidez, que é um parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição de uma amostra de água, é o:

 

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3482009 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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O pH é um dos mais importantes parâmetros no tratamento de água. Ele indica, numa escala que varia de 0 a 14, a acidez, a neutralidade ou a alcalinidade de uma solução aquosa. Segundo essa escala, uma solução, a 25 ºC, é considerada ácida quando apresenta um valor de pH:

 

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3482008 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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A água potável pode ser definida como a água:

 

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3481846 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Para os que, assim como eu, amam história, conhecer a Itália é algo a ser feito. Durante minha visita ao país, em julho, pude observar algumas coisas que, além de diferentes, são divertidas – e educativas. Aproveito minha coluna para compartilhar as lições que tirei da viagem.

Relação com o cliente – percebi que italianos têm uma relação com seus clientes que é absolutamente diferente da nossa. Se você for mal atendido por lá, nem pense em gritar e espernear. Os italianos não se constrangem com seus gritos. Falar alguns decibéis acima do volume normal é o usual por lá. Os prestadores de serviço orgulham-se muito do que fazem e, por ali, o cliente tem razão somente quando, de fato, está certo. Não tem essa de “você sabe com quem está falando?”. A lição a ser tirada daí é: nas relações com qualquer pessoa, paute seu comportamento por ações éticas, gentis, respeitosas. Você há de se dar bem em qualquer quadrante do planeta.

Viva a cultura – me emocionei ao cruzar com excursões de crianças e adolescentes por muitos dos museus onde estive. Galeria Uffizi, em Florença, Museu do Vaticano, em Roma, Palácio do Doge, em Veneza. Fiquei admirada com uma mãe passeando pelas ruínas do Fórum Romano cercada pelos quatro filhos, com idade entre 2 e 7 anos, contando a história daquele lugar como se estivesse lendo um livro de histórias infantis. Talvez isso explique por que as pessoas ali têm todas uma relação com beleza, estética, arte e criação.

(LEÃO, Célia. Lições da Itália. Você S/A, São Paulo, edição 196, p. 96, set. 2014.)

A última frase do terceiro parágrafo:

 

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3481845 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Para os que, assim como eu, amam história, conhecer a Itália é algo a ser feito. Durante minha visita ao país, em julho, pude observar algumas coisas que, além de diferentes, são divertidas – e educativas. Aproveito minha coluna para compartilhar as lições que tirei da viagem.

Relação com o cliente – percebi que italianos têm uma relação com seus clientes que é absolutamente diferente da nossa. Se você for mal atendido por lá, nem pense em gritar e espernear. Os italianos não se constrangem com seus gritos. Falar alguns decibéis acima do volume normal é o usual por lá. Os prestadores de serviço orgulham-se muito do que fazem e, por ali, o cliente tem razão somente quando, de fato, está certo. Não tem essa de “você sabe com quem está falando?”. A lição a ser tirada daí é: nas relações com qualquer pessoa, paute seu comportamento por ações éticas, gentis, respeitosas. Você há de se dar bem em qualquer quadrante do planeta.

Viva a cultura – me emocionei ao cruzar com excursões de crianças e adolescentes por muitos dos museus onde estive. Galeria Uffizi, em Florença, Museu do Vaticano, em Roma, Palácio do Doge, em Veneza. Fiquei admirada com uma mãe passeando pelas ruínas do Fórum Romano cercada pelos quatro filhos, com idade entre 2 e 7 anos, contando a história daquele lugar como se estivesse lendo um livro de histórias infantis. Talvez isso explique por que as pessoas ali têm todas uma relação com beleza, estética, arte e criação.

(LEÃO, Célia. Lições da Itália. Você S/A, São Paulo, edição 196, p. 96, set. 2014.)

Assinale a alternativa correta.

 

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3481844 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Para os que, assim como eu, amam história, conhecer a Itália é algo a ser feito. Durante minha visita ao país, em julho, pude observar algumas coisas que, além de diferentes, são divertidas – e educativas. Aproveito minha coluna para compartilhar as lições que tirei da viagem.

Relação com o cliente – percebi que italianos têm uma relação com seus clientes que é absolutamente diferente da nossa. Se você for mal atendido por lá, nem pense em gritar e espernear. Os italianos não se constrangem com seus gritos. Falar alguns decibéis acima do volume normal é o usual por lá. Os prestadores de serviço orgulham-se muito do que fazem e, por ali, o cliente tem razão somente quando, de fato, está certo. Não tem essa de “você sabe com quem está falando?”. A lição a ser tirada daí é: nas relações com qualquer pessoa, paute seu comportamento por ações éticas, gentis, respeitosas. Você há de se dar bem em qualquer quadrante do planeta.

Viva a cultura – me emocionei ao cruzar com excursões de crianças e adolescentes por muitos dos museus onde estive. Galeria Uffizi, em Florença, Museu do Vaticano, em Roma, Palácio do Doge, em Veneza. Fiquei admirada com uma mãe passeando pelas ruínas do Fórum Romano cercada pelos quatro filhos, com idade entre 2 e 7 anos, contando a história daquele lugar como se estivesse lendo um livro de histórias infantis. Talvez isso explique por que as pessoas ali têm todas uma relação com beleza, estética, arte e criação.

(LEÃO, Célia. Lições da Itália. Você S/A, São Paulo, edição 196, p. 96, set. 2014.)

O travessão foi utilizado no primeiro parágrafo para:

 

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3481843 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Para os que, assim como eu, amam história, conhecer a Itália é algo a ser feito. Durante minha visita ao país, em julho, pude observar algumas coisas que, além de diferentes, são divertidas – e educativas. Aproveito minha coluna para compartilhar as lições que tirei da viagem.

Relação com o cliente – percebi que italianos têm uma relação com seus clientes que é absolutamente diferente da nossa. Se você for mal atendido por lá, nem pense em gritar e espernear. Os italianos não se constrangem com seus gritos. Falar alguns decibéis acima do volume normal é o usual por lá. Os prestadores de serviço orgulham-se muito do que fazem e, por ali, o cliente tem razão somente quando, de fato, está certo. Não tem essa de “você sabe com quem está falando?”. A lição a ser tirada daí é: nas relações com qualquer pessoa, paute seu comportamento por ações éticas, gentis, respeitosas. Você há de se dar bem em qualquer quadrante do planeta.

Viva a cultura – me emocionei ao cruzar com excursões de crianças e adolescentes por muitos dos museus onde estive. Galeria Uffizi, em Florença, Museu do Vaticano, em Roma, Palácio do Doge, em Veneza. Fiquei admirada com uma mãe passeando pelas ruínas do Fórum Romano cercada pelos quatro filhos, com idade entre 2 e 7 anos, contando a história daquele lugar como se estivesse lendo um livro de histórias infantis. Talvez isso explique por que as pessoas ali têm todas uma relação com beleza, estética, arte e criação.

(LEÃO, Célia. Lições da Itália. Você S/A, São Paulo, edição 196, p. 96, set. 2014.)

A primeira frase do texto permite afirmar que, segundo a autora:

 

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3481842 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

A Cegonha e a Raposa

Um dia a Raposa convidou a sua amiga Cegonha para jantar. Chegado o tempo, a ardilosa Raposa preparou para o jantar umas papas que estendeu numa bandeja, e incentivava a Cegonha a que comesse. Mas como esta magoava o bico na bandeja e nada conseguia apanhar das papas, regressou faminta ao ninho.

Para se vingar, a Cegonha convidou por sua vez a Raposa e serviu o manjar numa garrafa, de onde comia com o bico e pescoço comprido. A Raposa, não conseguindo meter o focinho na garrafa, regressou a casa morta de fome.
Moral da história: É agradável enganar o enganador e zombar de quem quer zombar de nós, e obrigação dos que zombam e escarnecem sofrerem bem zombarias leves.

(FÁBULAS de Esopo. Tradução e adaptação Carlos Pinheiro. 2012. Disponível em: <https://lerebooks.files.wordpress.com/2013/01/fabulasdeesopo.pdf>. Acesso em: 18 jul. 2015.)

Qual alternativa apresenta os adjetivos que melhor caracterizam, respectivamente, a Raposa e a Cegonha?

 

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