Foram encontradas 50 questões.
Em 2014 era veiculado um comercial em que o Compadre Washington elogiava uma mulher que saía da piscina, chamando-a de ordinária. Após várias reclamações de consumidores, que consideraram o termo “ordinária” ofensivo, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) solicitou que o comercial fosse alterado. Levando em consideração o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, marque a alternativa incorreta.
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A Assessoria de Comunicação de uma autarquia federal pretende contratar, por meio de licitação, uma agência de propaganda para a prestação de serviços publicitários com o intuito de informar sobre seus processos seletivos para o ingresso de alunos. Pretende, ainda, que no contrato com a agência sejam incluídas outras atividades como pesquisas, assessoria de imprensa e relações públicas. Analise o caso apresentado e marque a alternativa correta de acordo com o que determina a Lei nº 12.232, de 29 de abril de 2010, que apresenta as normas gerais para licitação e contratação pela administração pública de serviços de publicidade prestados por intermédio de agências de propaganda.
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Segundo a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, além do vencimento, poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens:
I. Indenizações: podem ser constituídas por ajuda de custo, diárias, transporte e auxílio-moradia;
II. Gratificações e adicionais: incluem retribuição pelo exercício de função de direção, chefia e assessoramento; gratificação natalina; adicional pelo exercício de atividades insalubres, perigosas ou penosas; adicional pela prestação de serviço extraordinário; adicional noturno; adicional de férias; dentre outros.
III. Adicionais: incluem incentivo à qualificação; gratificação por encargo de curso e concurso; outros, relativos ao local ou à natureza do trabalho.
IV. O adicional pelo exercício de atividades insalubres, perigosas ou penosas não se enquadra no rol de vantagens devidas ao servidor, por se tratar de adicional relativo ao local ou à natureza do trabalho.
Julgue como verdadeiro (V) ou falso (F) cada item apresentado acima e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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A Reitoria da Universidade Federal do Brasil (UFEBRA), visando diminuir a quantidade de serviços administrativos que recebia todo mês, resolveu delegar, por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União, a competência para decidir os recursos administrativos para as Pró-Reitorias Acadêmicas. Após isso, o expediente da Reitoria diminuiu drasticamente e outras atividades puderam ser empreendidas, gerando elogios por parte de servidores que ocupavam cargos de confiança. Considerando as disposições da Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, marque a alternativa correta.
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Marque a alternativa incorreta de acordo com as disposições da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que institui o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.
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Decisões conscientes
Certa vez, escrevi sobre como deixamos de refletir antes de tomar decisões – muitas delas importantes – na nossa vida. Sobre como muitas pessoas têm um carro sem nunca se questionarem se realmente precisam de um. Ou como casais decidem ter filhos sem avaliar se realmente ter um filho se encaixa no estilo de vida que levam – ou pretendem levar – e no tempo livre de que dispõemb. Por conta desses questionamentos, uma leitora me escreveu o seguinte: “Nossa, mas se eu for pensar a cada vez que for tomar uma decisão, não vai ser muito cansativo?”. De fato, começar a fazer escolhas conscientes pode ser um tanto cansativo no começo. Muitas coisas na vida são assim.
Pense em um bebê aprendendo a andar. Ele levanta titubeando, se segura em um móvel e, quando sente que está de pé, se empolga e solta as mãos. Dá um pequeno passo, no máximo dois, e cai. Mas, em seguida, levanta e recomeça. Centenas de vezes. Certamente é cansativo... Até o momento em que não é mais! Vai ficando mais fácil, natural, se transforma em um hábito. A mesma coisa acontece quando aprendemos a andar de bicicleta ou dirigir. Mesmo que você nunca tenha se dado conta da incrível possibilidade de controlar a sua própria mente, isso não significa que ela nunca foi controladad. Só significa que, até o momento, um outro alguém estava no controle.
Os seus valores, as suas crenças familiares ou culturais, a forma como você se posiciona diante do trabalho ou das dificuldades, dos relacionamentos, o seu desejo de ter coisas, e até mesmo que coisas você deseja ter, tudo isso foi escolhido por você a partir do mundo externo. Se você não controla a sua mente e não escolhe conscientemente a sua vida, nem mesmo os seus desejos são realmente seus.
Para sua felicidade, mudar essa situação está nas suas mãos. A cada novo dia, você tem a oportunidade de refazer as suas escolhas. De rever os caminhos que escolheu percorrer,a as coisas, as pessoas, as opiniões e as conquistas a que escolheu dar valor.c E ainda os seus conceitos sobre felicidade e sucesso.
[...]
(ABREU, Paula. Decisões conscientes. Vida Simples, 24 maio 2018. Disponível em: <http://vidasimples.uol.com.br/noticias/ pensar/decisoes-conscientes.phtml#.W5Sf185KjIU>. Acesso em: 9 set. 2018.)
Em todos os trechos transcritos a seguir, a palavra sublinhada é um pronome relativo, exceto em:
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Decisões conscientes
Certa vez, escrevi sobre como deixamos de refletir antes de tomar decisões – muitas delas importantes – na nossa vida. Sobre como muitas pessoas têm um carro sem nunca se questionarem se realmente precisam de um. Ou como casais decidem ter filhos sem avaliar se realmente ter um filho se encaixa no estilo de vida que levam – ou pretendem levar – e no tempo livre de que dispõem. Por conta desses questionamentos, uma leitora me escreveu o seguinte: “Nossa, mas se eu for pensar a cada vez que for tomar uma decisão, não vai ser muito cansativo?”. De fato, começar a fazer escolhas conscientes pode ser um tanto cansativo no começo. Muitas coisas na vida são assim.
Pense em um bebê aprendendo a andar. Ele levanta titubeando, se segura em um móvel e, quando sente que está de pé, se empolga e solta as mãos. Dá um pequeno passo, no máximo dois, e cai. Mas, em seguida, levanta e recomeça. Centenas de vezes. Certamente é cansativo... Até o momento em que não é mais! Vai ficando mais fácil, natural, se transforma em um hábito. A mesma coisa acontece quando aprendemos a andar de bicicleta ou dirigir. Mesmo que você nunca tenha se dado conta da incrível possibilidade de controlar a sua própria mente, isso não significa que ela nunca foi controlada. Só significa que, até o momento, um outro alguém estava no controle.
Os seus valores, as suas crenças familiares ou culturais, a forma como você se posiciona diante do trabalho ou das dificuldades, dos relacionamentos, o seu desejo de ter coisas, e até mesmo que coisas você deseja ter, tudo isso foi escolhido por você a partir do mundo externo. Se você não controla a sua mente e não escolhe conscientemente a sua vida, nem mesmo os seus desejos são realmente seus.
Para sua felicidade, mudar essa situação está nas suas mãos. A cada novo dia, você tem a oportunidade de refazer as suas escolhas. De rever os caminhos que escolheu percorrer, as coisas, as pessoas, as opiniões e as conquistas a que escolheu dar valor. E ainda os seus conceitos sobre felicidade e sucesso.
[...]
(ABREU, Paula. Decisões conscientes. Vida Simples, 24 maio 2018. Disponível em: <http://vidasimples.uol.com.br/noticias/ pensar/decisoes-conscientes.phtml#.W5Sf185KjIU>. Acesso em: 9 set. 2018.)
Na frase “Mesmo que você nunca tenha se dado conta da incrível possibilidade de controlar a sua própria mente, isso não significa que ela nunca foi controlada.”, a locução conjuntiva “mesmo que” pode, sem provocar alteração de sentido, ser substituída por:
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Bilionários donos da Lego querem eliminar plástico (é sério)
O CEO da Lego diz que é difícil saber as implicações financeiras do plano – apoiado por uma das famílias mais ricas da Dinamarca – de deixar de fabricar blocos de brinquedo de plástico.
“É difícil dizer”, disse Niels B. Christiansen, por telefone, da sede da Lego, na região oeste da Dinamarca. “Não tenho certeza nem se atualmente podemos chegar à qualidade que desejamos. Mas esse é um plano que queremos impulsionar, um plano que tem nosso proprietário por trás. Queremos nos tornar líderes nisso.”
Controlada pela bilionária família Kirk Kristiansen, da Dinamarca, a Lego contratou Christiansen como CEO em outubro. A família está por trás de um plano para fabricar todos os blocos de construção coloridos da Lego com materiais sustentáveis, como cana-de-açúcar, até 2030. A mudança, anunciada em março, faz parte de um esforço global de combate à poluição de plásticos e à ameaça que o material representa para a vida marinha, em particular. A empresa dinamarquesa começou a oferecer pequenos conjuntos Lego feitos à base de plantas como presente para grandes compras.
Christiansen diz que ainda não está claro se a mudança pode ser realizada sem prejudicar as margens de lucro. O sentimento na Lego é que houve um “avanço” no caminho da produção de plástico não baseado em petróleo, mas ainda há muitas incógnitas, disse ele. A empresa diz que o novo plástico será baseado em materiais sustentáveis e não em combustíveis fósseis.
“Acho que é cedo demais para dizer se será necessário” sacrificar o lucro para atingir o objetivo de sustentabilidade da empresa, disse Christiansen. “Mas não abrimos mão da nossa qualidade.”
[...]
(WIENBERG, Christian. Bilionários donos da Lego querem eliminar plástico (é sério). Exame, 8 set. 2018. Disponível em: <https://exame.
abril.com.br/negocios/bilionarios-donos-da-lego-querem-eliminar-plastico-e-serio/>. Acesso em: 8 set. 2018.)
No quarto parágrafo, pode-se, sem provocar alteração de sentido, substituir “muitas incógnitas” por:
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Bilionários donos da Lego querem eliminar plástico (é sério)
O CEO da Lego diz que é difícil saber as implicações financeiras do plano – apoiado por uma das famílias mais ricas da Dinamarca – de deixar de fabricar blocos de brinquedo de plástico.
“É difícil dizer”, disse Niels B. Christiansen, por telefone, da sede da Lego, na região oeste da Dinamarca. “Não tenho certeza nem se atualmente podemos chegar à qualidade que desejamos. Mas esse é um plano que queremos impulsionar, um plano que tem nosso proprietário por trás. Queremos nos tornar líderes nisso.”
Controlada pela bilionária família Kirk Kristiansen, da Dinamarca, a Lego contratou Christiansen como CEO em outubro. A família está por trás de um plano para fabricar todos os blocos de construção coloridos da Lego com materiais sustentáveis, como cana-de-açúcar, até 2030. A mudança, anunciada em março, faz parte de um esforço global de combate à poluição de plásticos e à ameaça que o material representa para a vida marinha, em particular. A empresa dinamarquesa começou a oferecer pequenos conjuntos Lego feitos à base de plantas como presente para grandes compras.
Christiansen diz que ainda não está claro se a mudança pode ser realizada sem prejudicar as margens de lucro. O sentimento na Lego é que houve um “avanço” no caminho da produção de plástico não baseado em petróleo, mas ainda há muitas incógnitas, disse ele. A empresa diz que o novo plástico será baseado em materiais sustentáveis e não em combustíveis fósseis.
“Acho que é cedo demais para dizer se será necessário” sacrificar o lucro para atingir o objetivo de sustentabilidade da empresa, disse Christiansen. “Mas não abrimos mão da nossa qualidade.”
[...]
(WIENBERG, Christian. Bilionários donos da Lego querem eliminar plástico (é sério). Exame, 8 set. 2018. Disponível em: <https://exame.
abril.com.br/negocios/bilionarios-donos-da-lego-querem-eliminar-plastico-e-serio/>. Acesso em: 8 set. 2018.)
Assinale a alternativa correta.
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Da fugacidade da fortuna
Não acredites que um homem possa ser feliz se a sua estabilidade depende de sua fortuna. Apoia-se em bases frágeis quem faz sua felicidade depender de elementos externos. Toda alegria que assim surge logo se vai; no entanto, aquela que vem do interior é firme e sólida. Ela cresce e nos acompanha até o final. Quanto aos objetos de admiração da plebe, esses são bens de apenas um dia. “Então, deles não podemos tirar proveito e prazer?” Não é isso que se diz, desde que eles de nós dependam, não nós deles.
Tudo o que vem da riqueza não gera frutos, não proporciona satisfação, se o possuidor não possui a si próprio e não toma posse do que lhe pertence. É uma tolice, Lucílio, pensar que a riqueza pode nos fazer algum bem ou mal; ela apenas fornece material para os nossos bens e nossos males, os elementos daquilo que junto a nós poderá se desenvolver em bem ou em mal. Bem mais poderosa que a fortuna é nossa alma. Para o melhor ou o pior, é ela que conduz os nossos destinos, é ela a responsável pela nossa felicidade ou miséria.
[...]
Lúcio Anneo. Da fugacidade da fortuna. In: . Aprendendo a viver. Tradução de Lúcia Sá Rebello. Porto Alegre: L&PM, 2012. p. 99-104.)
Na última frase do primeiro parágrafo, a locução conjuntiva “desde que” introduz uma oração que exprime:
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