Foram encontradas 60 questões.
Em uma universidade, foi feito um levantamento sobre a
participação dos alunos em três projetos de extensão: X, Y e Z.
Entre 240 alunos, verificou-se que:
• 110 participam do projeto X.
• 95 participam do projeto Y.
• 70 participam do projeto Z.
• 35 participam de X e Y.
• 25 participam de X e Z.
• 20 participam de Y e Z.
• 15 participam dos três projetos.
Participam de exatamente um projeto:
• 110 participam do projeto X.
• 95 participam do projeto Y.
• 70 participam do projeto Z.
• 35 participam de X e Y.
• 25 participam de X e Z.
• 20 participam de Y e Z.
• 15 participam dos três projetos.
Participam de exatamente um projeto:
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O Sudoku é um jogo clássico de raciocínio lógico cujo
objetivo é completar uma grade numérica obedecendo a
regras específicas de organização e não repetição. No Sudoku
apresentado, o tabuleiro é composto por uma grade 6×6, dividida
em seis subquadros de 2×3. O jogador deve preencher a grade
com os números de 1 a 6, garantindo que nenhum número se
repita em uma mesma linha, coluna ou subquadro. Com base
nessas regras e na análise do tabuleiro fornecido, o número que
ocupa a posição indicada pelo X é:
| 3 | 2 | ||||
| 2 | 4 | 1 | |||
| 3 | 1 | ||||
| 1 | 6 | ||||
| 3 | 4 | 1 | |||
| X | 2 | 3 |
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Quatro estudantes (Lucas, Mariana, Pedro e Sofia) têm
diferentes animais de estimação: cachorro, gato, papagaio e
peixe. Use as informações abaixo para descobrir quem tem qual
animal.
• Lucas não tem cachorro nem gato.
• Mariana não tem peixe.
• Pedro tem cachorro ou papagaio.
• Sofia tem peixe.
• Quem tem papagaio não é Pedro.
Com base nas informações acima, é correto afirmar que:
• Lucas não tem cachorro nem gato.
• Mariana não tem peixe.
• Pedro tem cachorro ou papagaio.
• Sofia tem peixe.
• Quem tem papagaio não é Pedro.
Com base nas informações acima, é correto afirmar que:
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Considere quatro funcionários: Renata, Diego, Cláudia
e Fábio, e quatro setores distintos: Financeiro, Recursos
Humanos, Tecnologia da Informação e Logística, sabendo que
cada funcionário atua em exatamente um setor.
Analise as informações a seguir:
• Renata não trabalha no Financeiro nem em Tecnologia da Informação.
• Diego trabalha em Recursos Humanos ou em Logística.
• Cláudia não trabalha em Recursos Humanos.
• O funcionário da área de Tecnologia da Informação não é o Fábio.
• Logística não é o setor de Diego.
Com base exclusivamente nessas informações, é correto afirmar que:
Analise as informações a seguir:
• Renata não trabalha no Financeiro nem em Tecnologia da Informação.
• Diego trabalha em Recursos Humanos ou em Logística.
• Cláudia não trabalha em Recursos Humanos.
• O funcionário da área de Tecnologia da Informação não é o Fábio.
• Logística não é o setor de Diego.
Com base exclusivamente nessas informações, é correto afirmar que:
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Sejam verdadeiras as seguintes afirmações:
• Lucas é filho de Mariana.
• Helena é irmã de Mariana, filha dos mesmos pais.
• Pedro é pai de Carla.
• Carla é filha de Helena e Pedro.
• João é pai da Helena.
A conclusão necessariamente verdadeira a partir dessas afirmações é:
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- Lógica ProposicionalContingência, Contradição e Tautologia
- Lógica ProposicionalProposições
- Lógica ProposicionalTabelas-verdade
Considere as proposições compostas:
• (P^Q) ➝ Q• P ➝ (QVP)
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Considere as proposições a seguir, ambas verdadeiras:
p:Todo metal é condutor de eletricidade.
q: O cobre é um metal.
Com base nessas proposições, assinale a alternativa verdadeira
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Assinale a alternativa que apresenta uma sentença aberta.
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Texto para a questão.
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura
histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas.
Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a
própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.
Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os
sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha
sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema
orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.
Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham
sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma
simulação dependente de padrões previamente fornecidos.
A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido
intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção
sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.
Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à
substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos.
Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.
Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como
entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para
preservar a complexidade do pensamento humano.
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Texto para a questão.
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura
histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas.
Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a
própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.
Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os
sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha
sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema
orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.
Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham
sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma
simulação dependente de padrões previamente fornecidos.
A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido
intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção
sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.
Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à
substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos.
Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.
Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como
entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para
preservar a complexidade do pensamento humano.
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