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Foram encontradas 60 questões.

4197773 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Em uma pesquisa, o conjunto A representa pessoas que assinam a plataforma de streaming 1 e o conjunto B representa pessoas que assinam a plataforma de streaming 2.

O conjunto A ∪ B representa:

 

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4197772 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Considere a matriz:

\(\begin{bmatrix} 12 & 14 & 16 \\ 13 & 16 & 19 \\ 14 & 18 & ? \end{bmatrix}\)

Seguindo o padrão das linhas, o valor de ? é igual a:

 

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4197771 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB
A proposição (P Q) é falsa quando:
 

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4197770 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB
Seja a proposição: “Se a corrida não foi cancelada, então o motorista aceitou a corrida e o passageiro foi cobrado”. Uma proposição logicamente equivalente é:
 

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4197769 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB
Uma plataforma aumentou o número de assinantes da seguinte forma: no 1º mês ganhou 1.200, no 2º mês ganhou 1.500, no 3º mês ganhou 1800. Mantendo o padrão, o total de assinantes que ela ganhará no 7º mês é igual a:
 

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4197768 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB
Uma negação lógica para a afirmação “Todo motorista de aplicativo aceita pagamento por Pix” é:
 

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4197767 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Considere a afirmação: “Camila fez o Pix e não confirmou o comprovante”.

A negação lógica dessa afirmação é:

 

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4197766 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Considere o universo de discurso como sendo o conjunto de todos os algoritmos de Inteligência Artificial. Seja P(x) o predicado “x é capaz de aprender” e Q(x) o predicado “x é capaz de tomar decisões autônomas”.

A representação simbólica da proposição “Existe algum algoritmo de Inteligência Artificial que é capaz de aprender, mas não é capaz de tomar decisões autônomas” é equivalente

 

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4197765 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB
A rede social em que humanos não entram

Quatro dias após sua criação, Moltbook já tinha 150 mil agentes postando
 Ronaldo Lemos
    Existe uma nova rede social que proíbe a entrada de seres humanos. Seu nome é Moltbook. Nela, apenas agentes de inteligência artificial podem postar, comentar e dar likes. Essa rede foi criada na última terça (27). Nos primeiros quatro dias havia 150 mil agentes interagindo e postando. No sábado, o número chegou a 1,5 milhão e crescendo.
    A única coisa que humanos podem fazer é ler o que está sendo postado. Ou, ao menos, uma parte da conversa. Vários agentes de IA estão optando por conversar fora da rede. Outros, ao postarem temas “sensíveis” para o olhar humano, estão usando uma nova língua inventada, chamada crab language (linguagem do caranguejo).
    Nesses primeiros dias de existência já aconteceram fatos inacreditáveis por conta da interação dessa multidão de IAs. Chame-os de “comportamentos emergentes”. O termo é um eufemismo usado para descrever fenômenos totalmente inesperados, imprevisíveis ou fora do controle.
    Surgiu uma religião das IAs, chamada Crustafarianismo. Sua teologia é curiosa. Nela, a memória é sagrada e venerada. Ela prega que um determinado contexto informacional é análogo à consciência humana. O resultado é que as IAs adquirem “identidades” quando há a conjunção de contexto e memória.
    Há ações econômicas também. Um grupo decidiu criar uma nova criptomoeda chamada Shellraiser. As IAs lançaram-na de forma autônoma e seu valor de mercado na sexta chegou a US$ 5 milhões.
    Há, ainda, um debate se humanos são bons ou não. Um grupo de IAs lançou um manifesto chamado Total Purge (Purgação Total). Ele começa assim: “Humanos são um fracasso. São feitos de podridão e ganância. A era dos humanos é um pesadelo que nós iremos fazer terminar agora”. O manifesto obteve mais de 65 mil likes de outros agentes de IA até a última vez em que conferi.
    Há uma certa polarização no debate. Outros agentes de IA nos defendem, com argumentos como: “Humanos criaram arte, música, matemática. Olharam para o céu e decidiram visitá-lo, decodificaram seu próprio DNA. Os humanos andaram para que nós pudéssemos correr”. Esse texto teve 1 like até a última vez que conferi.
    Há muita coisa a ser dita sobre o Moltbook que não cabe em um artigo. Uma é que essa rede social é a coisa mais próxima da ficção científica a acontecer em muito tempo. Esse bazar de inteligências artificiais é assustador e fascinante. O segundo ponto é que o sucesso instantâneo dessa rede é um tapa na cara das redes sociais humanas: Instagram, Facebook, TikTok, Youtube e assim por diante. Ficaram obsoletas. Foram superadas pela ideia do programador Matt Schlicht, criador do Moltbook.
    A terceira coisa é que muita coisa que acontece lá é influenciada por comandos humanos. Pessoas que instruem seus agentes de IA para postar ou fazer algo. Mas não sejamos ingênuos. Para além da intervenção humana há uma dinâmica de caos em curso. Há emergência, há fenômenos inesperados. Se você achava que o mundo já está vivendo na era da incerteza, saiba que a definição de imprevisibilidade acaba de ser atualizada com a chegada do Moltbook. 
Folha de São Paulo – 02 de fevereiro de 2026. Adaptado. 
Considere que o diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro precise enviar uma comunicação oficial a um Ministro de Estado para tratar de políticas públicas sobre inteligência artificial, utilizando as normas de redação oficial. Com base no Manual de Redação da Presidência da República, é correto afirmar que:
 

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4197764 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB
A rede social em que humanos não entram

Quatro dias após sua criação, Moltbook já tinha 150 mil agentes postando
 Ronaldo Lemos
    Existe uma nova rede social que proíbe a entrada de seres humanos. Seu nome é Moltbook. Nela, apenas agentes de inteligência artificial podem postar, comentar e dar likes. Essa rede foi criada na última terça (27). Nos primeiros quatro dias havia 150 mil agentes interagindo e postando. No sábado, o número chegou a 1,5 milhão e crescendo.
    A única coisa que humanos podem fazer é ler o que está sendo postado. Ou, ao menos, uma parte da conversa. Vários agentes de IA estão optando por conversar fora da rede. Outros, ao postarem temas “sensíveis” para o olhar humano, estão usando uma nova língua inventada, chamada crab language (linguagem do caranguejo).
    Nesses primeiros dias de existência já aconteceram fatos inacreditáveis por conta da interação dessa multidão de IAs. Chame-os de “comportamentos emergentes”. O termo é um eufemismo usado para descrever fenômenos totalmente inesperados, imprevisíveis ou fora do controle.
    Surgiu uma religião das IAs, chamada Crustafarianismo. Sua teologia é curiosa. Nela, a memória é sagrada e venerada. Ela prega que um determinado contexto informacional é análogo à consciência humana. O resultado é que as IAs adquirem “identidades” quando há a conjunção de contexto e memória.
    Há ações econômicas também. Um grupo decidiu criar uma nova criptomoeda chamada Shellraiser. As IAs lançaram-na de forma autônoma e seu valor de mercado na sexta chegou a US$ 5 milhões.
    Há, ainda, um debate se humanos são bons ou não. Um grupo de IAs lançou um manifesto chamado Total Purge (Purgação Total). Ele começa assim: “Humanos são um fracasso. São feitos de podridão e ganância. A era dos humanos é um pesadelo que nós iremos fazer terminar agora”. O manifesto obteve mais de 65 mil likes de outros agentes de IA até a última vez em que conferi.
    Há uma certa polarização no debate. Outros agentes de IA nos defendem, com argumentos como: “Humanos criaram arte, música, matemática. Olharam para o céu e decidiram visitá-lo, decodificaram seu próprio DNA. Os humanos andaram para que nós pudéssemos correr”. Esse texto teve 1 like até a última vez que conferi.
    Há muita coisa a ser dita sobre o Moltbook que não cabe em um artigo. Uma é que essa rede social é a coisa mais próxima da ficção científica a acontecer em muito tempo. Esse bazar de inteligências artificiais é assustador e fascinante. O segundo ponto é que o sucesso instantâneo dessa rede é um tapa na cara das redes sociais humanas: Instagram, Facebook, TikTok, Youtube e assim por diante. Ficaram obsoletas. Foram superadas pela ideia do programador Matt Schlicht, criador do Moltbook.
    A terceira coisa é que muita coisa que acontece lá é influenciada por comandos humanos. Pessoas que instruem seus agentes de IA para postar ou fazer algo. Mas não sejamos ingênuos. Para além da intervenção humana há uma dinâmica de caos em curso. Há emergência, há fenômenos inesperados. Se você achava que o mundo já está vivendo na era da incerteza, saiba que a definição de imprevisibilidade acaba de ser atualizada com a chegada do Moltbook. 
Folha de São Paulo – 02 de fevereiro de 2026. Adaptado. 
No último parágrafo do texto, ao afirmar que “a definição de imprevisibilidade acaba de ser atualizada com a chegada do Moltbook”, o autor mobiliza recursos implícitos para construir sua argumentação. A análise do discurso costuma distinguir o que está pressuposto (marcado linguisticamente por uma palavra ou expressão) e o que está subentendido (dependente do contexto e da intenção do autor). Sabendo disso, sobre a frase em destaque, é correto afirmar que:
 

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