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Paciente de 74 anos com neoplasia pulmonar metastática, ECOG 4, dispneia
moderada, anorexia severa, perda ponderal importante e dois internamentos no último mês,
apresenta progressiva deterioração funcional. Durante avaliação de elegibilidade para cuidados
paliativos intensivos, a equipe decide aplicar ferramentas de prognóstico para estimar sobrevida
inferior a 30 dias. Os achados incluem:
• Palliative Performance Scale (PPS): 30%.
• Palliative Prognostic Index (PPI): 6,5 pontos.
• Palliative Prognostic Score (PaP): Grupo C (sobrevida <30 dias).
• Ausência de taquipneia, porém com delirium leve.
• PCR elevada e leucocitose.
• Não há indicação de novos tratamentos modificadores de doença.
Considerando a interpretação avançada das ferramentas prognósticas e suas limitações, assinale a alternativa correta sobre o caso.
• Palliative Performance Scale (PPS): 30%.
• Palliative Prognostic Index (PPI): 6,5 pontos.
• Palliative Prognostic Score (PaP): Grupo C (sobrevida <30 dias).
• Ausência de taquipneia, porém com delirium leve.
• PCR elevada e leucocitose.
• Não há indicação de novos tratamentos modificadores de doença.
Considerando a interpretação avançada das ferramentas prognósticas e suas limitações, assinale a alternativa correta sobre o caso.
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Homem, 62 anos, portador de cirrose hepática Child-Pugh C secundária a hepatite C
e esteatohepatite, com múltiplas internações por ascite refratária, encefalopatia hepática recorrente
e síndrome hepatorrenal tipo 2. Ausência de elegibilidade para transplante. Nas últimas 24 horas,
evoluiu com sonolência progressiva, flapping discreto, náuseas, dor abdominal difusa e dispneia leve.
Encontra-se hipotenso, com icterícia acentuada, edema de membros inferiores e distensão abdominal
importante devido à ascite. Paracentese diagnóstica: gradiente soro-ascite > 1,1; polimorfonucleares
380/mm3
, cultura pendente. Considerando o quadro e as melhores práticas em cuidados paliativos
para cirrose avançada, qual é a conduta mais apropriada?
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Homem de 78 anos, com insuficiência cardíaca avançada por cardiomiopatia
isquêmica, FE 15%, múltiplas internações por congestão nos últimos 6 meses, classe funcional
NYHA IV persistente apesar de terapêutica otimizada (IECA, betabloqueador, antagonista de
mineralocorticoide, dapagliflozina e furosemida). Apresenta dispneia intensa em repouso, ortopneia,
caquexia cardíaca, pressão 88/52 mmHg, frequência cardíaca 104 bpm, creatinina 2,1 mg/dL, náuseas
e episódios de ansiedade. Tem ICD implantado há anos. Relata pânico noturno por sensação de “não
conseguir respirar”. Ele e a família compreendem o prognóstico, expressam desejo de permanecer em
casa e evitar novas internações. Considerando o manejo paliativo avançado e baseado em evidências
para IC terminal, qual é a conduta mais apropriada?
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Para responder a questão, considere o seguinte caso clínico:
Paciente em cuidados paliativos com dor oncológica intensa inicia morfina em dose adequada. Nas
primeiras 48 horas, desenvolve prurido generalizado, sem rash, com restante do exame físico
inalterado.
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Para responder a questão, considere o seguinte caso clínico:
Paciente em cuidados paliativos com dor oncológica intensa inicia morfina em dose adequada. Nas
primeiras 48 horas, desenvolve prurido generalizado, sem rash, com restante do exame físico
inalterado.
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Paciente de 84 anos, com demência avançada (FAST 7C), histórico de câncer
colorretal metastático e múltiplas internações recentes, encontra-se acamada, não verbaliza palavras
compreensíveis e não segue comandos simples. Apresenta episódios de gemidos, expressão facial
contraída, rigidez de membros durante mobilização e agitação intermitente, sobretudo durante
cuidados de higiene. Não há sinais clínicos evidentes de infecção ou delirium agudo. Considerando os
princípios avançados da avaliação da dor em pacientes não comunicativos em cuidados paliativos,
assinale a alternativa correta.
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Paciente com neoplasia de cólon avançada, em terminalidade de vida, com dispneia
incapacitante e saturação 92% em ar ambiente, já em uso de opioide com dose otimizada. Familiar
solicita oxigenoterapia domiciliar. Qual é o raciocínio médico correto?
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Mulher de 65 anos, portadora de câncer de colo de útero localmente avançado, com
grande massa pélvica infiltrando paramétrios e causando compressão extrínseca do ureter direito. Há
12 horas apresenta oligúria, dor em flanco direito e náuseas. História recente de isquemia mesentérica
tratada com enterectomia segmentar há 30 dias, fibrilação atrial em anticoagulação oral e anemia
leve. Laboratório na admissão: creatinina 4,5 mg/dL; ureia 182 mg/dL; Na 136 mEq/L; K 5,3 mEq/L;
leucócitos 7.900/mm3
; plaquetas 148.000/mm3
. Ultrassonografia de rins e vias urinárias evidencia
hidronefrose direita importante, sem cálculos visíveis; bexiga com conteúdo anecoico e volume
estimado de 80 mL. O quadro clínico é compatível com obstrução ureteral maligna aguda por
progressão tumoral. Considerando as opções de manejo da obstrução urinária em contexto de
neoplasia pélvica avançada, a melhor conduta inicial é:
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Paciente de 67 anos, portador de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) em estágio
avançado, encontra-se internado em UTI por insuficiência respiratória aguda, foi intubado há 10 dias
e agora apresenta falência ventilatória irreversível, sem possibilidade de desmame. A família solicita
extubação paliativa, em conformidade com o plano de cuidados previamente discutido com o paciente
quando ainda era capaz de expressar suas preferências. O paciente está sedado com propofol em
infusão contínua (40 µg/kg/min) e utiliza fentanil (50 µg/h). Após a decisão colegiada e documentação
completa, planeja-se realizar extubação paliativa à beira-leito. Considerando as melhores práticas de
extubação paliativa, assinale a alternativa correta.
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A hipercalcemia maligna é uma complicação frequentemente observada em pacientes
com câncer avançado e está associada a um aumento da mortalidade. Dentre as principais causas de
hipercalcemia maligna, destaca-se a secreção de peptídeos relacionados ao hormônio paratireoide
(PTHrP), a metástase óssea e a secreção excessiva de vitamina D. Sobre a abordagem da
hipercalcemia maligna em pacientes em cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.
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