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Os morcegos têm uma dieta variada, pois podem comer frutos, sementes, folhas, néctar, pólen, artrópodes, pequenos vertebrados, peixes e sangue. Dessa maneira, morcegos contribuem substancialmente para a estrutura e dinâmica dos ecossistemas, atuando como polinizadores, dispersores de sementes, predadores de insetos (incluindo pragas agrícolas), fornecedores de nutrientes em cavernas e vetores de doenças silvestres, entre outras funções. Possuem ainda o extraordinário sentido da ecolocalização que utilizam para orientação, busca de alimento e comunicação.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Morcego>. Acesso em: mai. 2021.
O mecanismo chamado ecolocalização, utilizado pelos morcegos, é também conhecido como:
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Sabe-se que a queima de combustível nos veículos automotores constitui grande fonte de poluição. Quando a combustão é completa libera dióxido de carbono (CO2), mas a combustão incompleta libera monóxido de carbono (CO), que pode causar asfixia, e fuligem.
Com base nos seus conhecimentos sobre a respiração e os efeitos do monóxido de carbono sobre ela, é correto afirmar:
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Não existe imunidade alta, o que existe é imunidade normal ou imunidade baixa, por algum problema que a pessoa tenha, como doenças ou o uso de medicamentos imunossupressores. Entretanto, o nosso estilo de vida pode fazer com que nossa imunidade caia. Segundo especialistas, para se manter a imunidade normal deve-se praticar exercícios físicos regularmente, reduzir o estresse, dormir bem e ter uma alimentação balanceada.
Adaptado de: Barrucho, L. 2020. Disponível em: <https://www.terra.com.br/vida-eestilo/saude>. Acesso em: mai. 2021.
Entre os alimentos e seus nutrientes que auxiliam na manutenção da imunidade do organismo pode-se citar:
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In order to deal with his kid’s wish, the man in this cartoon feels
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Why do people despise those who are politically different from themselves? The answer lies with a widespread cognitive phenomenon called group polarization. When you talk only to those you agree with, or listen only to news that affirms your opinions, you become more radical in your beliefs.
As people radicalize like this, they grow less able to comprehend opposing views, more likely to dismiss objections to their opinions and increasingly prone to regarding dissenters as incompetent and depraved.
Recall the last time you were present in a packed arena watching your favorite team win a home game. As you roared along with your fellow fans, everyone’s enthusiasm for the team spiked. At the same time, animosity for the opposing team and its fans intensified. Your mood was elevated and your identity was affirmed. Cheering with fellow fans makes us feel good about ourselves.
Online environments function as immense polarization machines. They enable individuals to select their information sources and filter out challenging or unfamiliar messages.
Disponível em: <http://www.theconversation.com/political-polarization-is-about-feelingsnot-facts-120397>. Acesso em: mai. 2021. Adaptado
The author of this text
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Whole wheat is often recommended as a healthy alternative to refined wheat. Well... it's true. Whole wheat is, at the very least, "less bad" than refined wheat. But one of the main problems with most whole grain foods is that they aren't made from actual whole grains. It is a marketing ploy. Almost without exception, the grains have been pulverized into very fine flour that is just as easily digestible and spikes blood sugar just as fast as the refined grains.
In fact, whole wheat bread has a glycemic index (a measure of how quickly foods spike blood sugar) that is just as high as regular white bread.
Whole wheat bread might contain a little more fiber and some more nutrients, but there really isn't much difference when it hits your system. Plus, there really is no nutrient in wheat (whole or refined) that you can't get in even greater amounts from other foods.
There are some grains out there that seem to be healthy for people who can tolerate them, but wheat definitely does not belong in that category. Many studies show that wheat (even "hearthealthy" whole wheat) can lead to health problems, especially in people who are sensitive to gluten.
Disponível em:<https://www.healthline.com/nutrition/top-11-diet-foods-that-make-you-fat>. Acesso em: mai. 2021. Adaptado.
According to the author, wheat can be
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Whole wheat is often recommended as a healthy alternative to refined wheat. Well... it's true. Whole wheat is, at the very least, "less bad" than refined wheat. But one of the main problems with most whole grain foods is that they aren't made from actual whole grains. It is a marketing ploy. Almost without exception, the grains have been pulverized into very fine flour that is just as easily digestible and spikes blood sugar just as fast as the refined grains.
In fact, whole wheat bread has a glycemic index (a measure of how quickly foods spike blood sugar) that is just as high as regular white bread.
Whole wheat bread might contain a little more fiber and some more nutrients, but there really isn't much difference when it hits your system. Plus, there really is no nutrient in wheat (whole or refined) that you can't get in even greater amounts from other foods.
There are some grains out there that seem to be healthy for people who can tolerate them, but wheat definitely does not belong in that category. Many studies show that wheat (even "hearthealthy" whole wheat) can lead to health problems, especially in people who are sensitive to gluten.
Disponível em:<https://www.healthline.com/nutrition/top-11-diet-foods-that-make-you-fat>. Acesso em: mai. 2021. Adaptado.
According to the text, fill in the parentheses with T (True) or F (False). The author says that
( ) whole wheat is not as unhealthy as the refined wheat.
( ) whole wheat contributes to making blood sugar go down.
( ) whole wheat bread is a little better than regular bread.
( ) whole wheat bread has neither fibers nor nutrients.
The correct sequence, from top to bottom, is
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Se observamos atentamente no nosso caminhar cotidiano, se nos despirmos por alguns minutos dos celulares, veremos um contingente enorme de pessoas perambulando pelas ruas, sem rumo, sem projetos de vida, sem perspectivas, apenas esperando uma mísera esmola de alguém, que o faz de maneira muitas vezes automática, sem olhar nos olhos, sem desejar-lhes uma boa alimentação ou boa sorte. O estigma social é forte contra essa massa populacional, por isso mantê-la na invisibilidade é confortante para muitos.
No entanto há uma parcela da sociedade que a enxerga para além dos corpos maltrapilhos e tem como proposta compreender a representação desses seres invisíveis na organização social capitalista, que visa isentar a sociedade da produção e da reprodução da desigualdade social.
Essa parcela da sociedade que faz a leitura comunitária e, a partir dela, compreende a questão social no seu âmago, é formada pelos que se colocam como Defensores dos Direitos Humanos, buscando não fragmentar as estratégias de enfrentamento e, tampouco, combater a pobreza por intermédio da repressão policial, mas possibilitar meios que os tornem visíveis, que tenham voz e, mesmo após sua morte, que sua memória seja preservada sem falso moralismo. O direito de existir é um Direito Humano. Quando uma criança cresce num meio hostil e sem acesso a nada e se torna um adulto sem direito à moradia, à escola, à saúde, à cultura e ao lazer, é possível afirmar que somos responsáveis por essa situação e que a omissão do Estado o tornou órfão.
Destarte, é preciso que mudanças estruturais sejam efetivadas de fato para que os invisíveis deixem essa condição, e a sociedade compreenda o significado real do que são os Direitos Humanos, que existem para todos os humanos.
MASSARI, Solange. Da invisibilidade social ao direito de existir.Disponível em:< https://www.reporterdiario.com.br/noticia>. Acesso em: mai. 2021.
Entre as ideias desenvolvidas no primeiro parágrafo do texto, percebe-se
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Se observamos atentamente no nosso caminhar cotidiano, se nos despirmos por alguns minutos dos celulares, veremos um contingente enorme de pessoas perambulando pelas ruas, sem rumo, sem projetos de vida, sem perspectivas, apenas esperando uma mísera esmola de alguém, que o faz de maneira muitas vezes automática, sem olhar nos olhos, sem desejar-lhes uma boa alimentação ou boa sorte. O estigma social é forte contra essa massa populacional, por isso mantê-la na invisibilidade é confortante para muitos.
No entanto há uma parcela da sociedade que a enxerga para além dos corpos maltrapilhos e tem como proposta compreender a representação desses seres invisíveis na organização social capitalista, que visa isentar a sociedade da produção e da reprodução da desigualdade social.
Essa parcela da sociedade que faz a leitura comunitária e, a partir dela, compreende a questão social no seu âmago, é formada pelos que se colocam como Defensores dos Direitos Humanos, buscando não fragmentar as estratégias de enfrentamento e, tampouco, combater a pobreza por intermédio da repressão policial, mas possibilitar meios que os tornem visíveis, que tenham voz e, mesmo após sua morte, que sua memória seja preservada sem falso moralismo. O direito de existir é um Direito Humano. Quando uma criança cresce num meio hostil e sem acesso a nada e se torna um adulto sem direito à moradia, à escola, à saúde, à cultura e ao lazer, é possível afirmar que somos responsáveis por essa situação e que a omissão do Estado o tornou órfão.
Destarte, é preciso que mudanças estruturais sejam efetivadas de fato para que os invisíveis deixem essa condição, e a sociedade compreenda o significado real do que são os Direitos Humanos, que existem para todos os humanos.
MASSARI, Solange. Da invisibilidade social ao direito de existir.Disponível em:< https://www.reporterdiario.com.br/noticia>. Acesso em: mai. 2021.
Com ajustes. Com base na leitura do texto, está correto o que se afirma na alternativa
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Carências
Quem não gosta de ser amado? De receber atenção especial? Quem não gosta de beijo na boca e abraços apertados? Quem prefere a solidão a uma boa companhia?
Nesse mundo maluco e agitado, as pessoas estão se encontrando hoje, se amando amanhã e entrando em crise depois de amanhã.
Uma coisa frenética e louca, que tem feito muita gente que se julgava equilibrada perder os parafusos e fazer muita besteira. Paixão, loucura e obsessão, três dos mais perigosos ingredientes que estão crescendo nos relacionamentos de hoje em dia por causa da velocidade das informações e o medo de ficar sozinho.
As pessoas não estão conseguindo conviver sozinhas com seus defeitos, vícios e qualidades e partem desesperadamente para encontrar alguém, a tal da alma gêmea, e se entregam, muitas vezes, aos primeiros pares de olhos que piscam para o seu lado.
Vale tudo nessa guerra, chat, carta, agência, festas. É uma guerra para não ficar sozinho. Medo, medo de se encarar no espelho e perceber as próprias deficiências, medo de encarar a vida e suas lutas. Então a pessoa consegue alguém (ou acha que está nascendo um grande amor), fecha os olhos para a realidade e começa a viver um sonho, trancado em si mesmo, transfere toda a sua carência para o (a) parceiro (a), transfere a responsabilidade de ser feliz para uma pessoa que, na verdade, ela mal conhece.
Então, um belo dia, vem o espanto, vem a realidade, o caso melado, o “falso amor” acaba, e você que apostou todas as suas fichas nesse romance fica sem chão, sem eira nem beira, e o pior: muitas vezes fica sem vontade de viver.
Pobre povo desse século da pressa! Precisamos urgentemente voltar o costume “antigo” de “ter tempo”, de dar um tempo para o tempo nos mostrar quem são as pessoas.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Carências. Disponível em: <http://comecardenovopt.blogspot.com>. Acesso em: mai. 2021.
A análise que se faz dos elementos linguísticos presentes na tessitura do texto está correta na alternativa
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