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Foram encontradas 70 questões.

A Diretoria de Tecnologia da Informação da UNIRIO realizou um censo com 220 servidores sobre a utilização dos sistemas institucionais: SIE, SEI e AVA. A pesquisa revelou que todos os servidores utilizam pelo menos um desses três sistemas. Os dados coletados foram:

• 120 utilizam o SIE;

• 100 utilizam o SEI;

• 80 utilizam o AVA;

• 40 utilizam SIE e SEI;

• 30 utilizam SIE e AVA;

• 25 utilizam SEI e AVA.

Com base nesses dados, o número de servidores que utilizam exatamente dois desses sistemas é

 

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“O Agente Secreto” abarca imensidão e atualidade da violência brasileira

É tão vasto o horizonte aberto por “O Agente Secreto” que mais justo será fatiá-lo para melhor compreensão. Ele é, entre outras coisas, um filme sobre cinema. Ele começa em 1977, quando “Tubarão”, o longa de Steven Spielberg, estava na cabeça de todo mundo. Os tubarões estavam na cabeça de um menino de cinco ou seis anos, filho de Marcelo — Wagner Moura —, o protagonista do filme.

O tubarão do “Tubarão” não era apenas um peixe. Ele matava suas vítimas. E, quanto mais é perseguido, maior, mais ameaçador, mais horrendo e furioso se torna.

Naquele ano, também, o Brasil já estava saindo da fase mais difícil [...]. Nesse momento, Marcelo volta ao Recife para viver, bem discretamente, numa comunidade de “refugiados” e para encontrar um documento de identificação que, de certa forma, pode comprovar para ele a existência de sua mãe.

A mãe não é sua única perda. Foi criado pelo avô e perdeu a mulher. Sua pesquisa, do tempo em que era professor universitário, foi roubada. Foi difamado por um industrial paulista e é ameaçado de morte por ex-militares, hoje dedicados profissionalmente ao assassinato. O filme explicará tudo isso e por que esses fatos aconteceram.

Como já se pode notar, estamos no território de “Tubarão”, de uma boca cada vez mais imensa que se abre para apanhar o que vier. A diferença fundamental é que “Tubarão” se propõe como um longa de aventura e terror, enquanto “O Agente Secreto” é uma obra de mistério — e terror.

Há mais cinemas na história — e atenção a partir daqui com os “spoilers”.

O sogro de Marcelo — papel de Carlos Francisco — é projecionista do Cine São Luiz, em Recife. É também no prédio onde no passado existiu um cinema que Fernando, o filho de Marcelo, pratica a medicina. Num banco de sangue, isto é, um lugar onde o sangue não existe como perda — jorro vindo de corpos mortos —, mas como regeneração e vida — “O Agente Secreto” não é, afinal, um filme sem esperança.

O cinema, como se sabe, sempre foi um lugar de refúgio — tanto para fugitivos em geral como para namorados. E Marcelo, quando chega a Recife, logo no início do longa, vai para uma comunidade de pessoas que se dizem “refugiadas”.

A presença do cinema é, claro, apenas uma fatia — talvez minguada — da imensidade a que se abre o novo filme de Kleber Mendonça Filho. Ele trata da violência que ora é oficial, ora é particular, [...] da destruição de reputações e do roubo de ideias, do assassinato [...]. Essa máquina infernal existia no passado e não deixou de existir no presente.

“O Agente Secreto” é o longa onde mais evidentes são as ressonâncias de “O Som ao Redor”. Assim como a moderna Recife é o lugar onde sobrevive a antiga exploração dos engenhos em “O Som ao Redor”, o Brasil é o lugar onde práticas iníquas vão se perpetuando sempre adaptadas às condições do presente.

E tudo isso é o que temos a deglutir, pouco a pouco, neste filme realmente imenso, com um elenco admiravelmente equilibrado em torno de um Wagner Moura assombroso.

Muito pessoalmente, devo dizer que nunca me comoveu muito o prêmio do júri que “Bacurau” ganhou alguns anos atrás. O prêmio foi dividido com “Os Miseráveis”, de Ladj Ly, que me parecia muito superior. Desta vez, Kleber ganhou o prêmio de melhor direção, o mesmo que Glauber Rocha levou por “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”. Não passa vergonha diante de seu predecessor.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/oagente-secreto-abarca-imensidao-e-atualidade-da-violencia-brasileira.shtml. Acesso em: 05 jan. 2026.

Analise os excertos que seguem.

1. “‘O Agente Secreto’ abarca imensidão e atualidade da violência brasileira.”.

2. “‘O Agente Secreto’ é o longa onde mais evidentes são as ressonâncias de ‘O Som ao Redor’.”.

3. “[...] o Brasil é o lugar onde práticas iníquas vão se perpetuando [...]”.

4. “E tudo isso é o que temos a deglutir, pouco a pouco [...]”.

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, palavras com sentidos equivalentes aos dos termos destacados.

 

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“O Agente Secreto” abarca imensidão e atualidade da violência brasileira

É tão vasto o horizonte aberto por “O Agente Secreto” que mais justo será fatiá-lo para melhor compreensão. Ele é, entre outras coisas, um filme sobre cinema. Ele começa em 1977, quando “Tubarão”, o longa de Steven Spielberg, estava na cabeça de todo mundo. Os tubarões estavam na cabeça de um menino de cinco ou seis anos, filho de Marcelo — Wagner Moura —, o protagonista do filme.

O tubarão do “Tubarão” não era apenas um peixe. Ele matava suas vítimas. E, quanto mais é perseguido, maior, mais ameaçador, mais horrendo e furioso se torna.

Naquele ano, também, o Brasil já estava saindo da fase mais difícil [...]. Nesse momento, Marcelo volta ao Recife para viver, bem discretamente, numa comunidade de “refugiados” e para encontrar um documento de identificação que, de certa forma, pode comprovar para ele a existência de sua mãe.

A mãe não é sua única perda. Foi criado pelo avô e perdeu a mulher. Sua pesquisa, do tempo em que era professor universitário, foi roubada. Foi difamado por um industrial paulista e é ameaçado de morte por ex-militares, hoje dedicados profissionalmente ao assassinato. O filme explicará tudo isso e por que esses fatos aconteceram.

Como já se pode notar, estamos no território de “Tubarão”, de uma boca cada vez mais imensa que se abre para apanhar o que vier. A diferença fundamental é que “Tubarão” se propõe como um longa de aventura e terror, enquanto “O Agente Secreto” é uma obra de mistério — e terror.

Há mais cinemas na história — e atenção a partir daqui com os “spoilers”.

O sogro de Marcelo — papel de Carlos Francisco — é projecionista do Cine São Luiz, em Recife. É também no prédio onde no passado existiu um cinema que Fernando, o filho de Marcelo, pratica a medicina. Num banco de sangue, isto é, um lugar onde o sangue não existe como perda — jorro vindo de corpos mortos —, mas como regeneração e vida — “O Agente Secreto” não é, afinal, um filme sem esperança.

O cinema, como se sabe, sempre foi um lugar de refúgio — tanto para fugitivos em geral como para namorados. E Marcelo, quando chega a Recife, logo no início do longa, vai para uma comunidade de pessoas que se dizem “refugiadas”.

A presença do cinema é, claro, apenas uma fatia — talvez minguada — da imensidade a que se abre o novo filme de Kleber Mendonça Filho. Ele trata da violência que ora é oficial, ora é particular, [...] da destruição de reputações e do roubo de ideias, do assassinato [...]. Essa máquina infernal existia no passado e não deixou de existir no presente.

“O Agente Secreto” é o longa onde mais evidentes são as ressonâncias de “O Som ao Redor”. Assim como a moderna Recife é o lugar onde sobrevive a antiga exploração dos engenhos em “O Som ao Redor”, o Brasil é o lugar onde práticas iníquas vão se perpetuando sempre adaptadas às condições do presente.

E tudo isso é o que temos a deglutir, pouco a pouco, neste filme realmente imenso, com um elenco admiravelmente equilibrado em torno de um Wagner Moura assombroso.

Muito pessoalmente, devo dizer que nunca me comoveu muito o prêmio do júri que “Bacurau” ganhou alguns anos atrás. O prêmio foi dividido com “Os Miseráveis”, de Ladj Ly, que me parecia muito superior. Desta vez, Kleber ganhou o prêmio de melhor direção, o mesmo que Glauber Rocha levou por “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”. Não passa vergonha diante de seu predecessor.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/oagente-secreto-abarca-imensidao-e-atualidade-da-violencia-brasileira.shtml. Acesso em: 05 jan. 2026.

Assinale a alternativa que apresenta apenas termos com sentido oposto ao do destacado em: “Não passa vergonha diante de seu predecessor.”.

 

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“O Agente Secreto” abarca imensidão e atualidade da violência brasileira

É tão vasto o horizonte aberto por “O Agente Secreto” que mais justo será fatiá-lo para melhor compreensão. Ele é, entre outras coisas, um filme sobre cinema. Ele começa em 1977, quando “Tubarão”, o longa de Steven Spielberg, estava na cabeça de todo mundo. Os tubarões estavam na cabeça de um menino de cinco ou seis anos, filho de Marcelo — Wagner Moura —, o protagonista do filme.

O tubarão do “Tubarão” não era apenas um peixe. Ele matava suas vítimas. E, quanto mais é perseguido, maior, mais ameaçador, mais horrendo e furioso se torna.

Naquele ano, também, o Brasil já estava saindo da fase mais difícil [...]. Nesse momento, Marcelo volta ao Recife para viver, bem discretamente, numa comunidade de “refugiados” e para encontrar um documento de identificação que, de certa forma, pode comprovar para ele a existência de sua mãe.

A mãe não é sua única perda. Foi criado pelo avô e perdeu a mulher. Sua pesquisa, do tempo em que era professor universitário, foi roubada. Foi difamado por um industrial paulista e é ameaçado de morte por ex-militares, hoje dedicados profissionalmente ao assassinato. O filme explicará tudo isso e por que esses fatos aconteceram.

Como já se pode notar, estamos no território de “Tubarão”, de uma boca cada vez mais imensa que se abre para apanhar o que vier. A diferença fundamental é que “Tubarão” se propõe como um longa de aventura e terror, enquanto “O Agente Secreto” é uma obra de mistério — e terror.

Há mais cinemas na história — e atenção a partir daqui com os “spoilers”.

O sogro de Marcelo — papel de Carlos Francisco — é projecionista do Cine São Luiz, em Recife. É também no prédio onde no passado existiu um cinema que Fernando, o filho de Marcelo, pratica a medicina. Num banco de sangue, isto é, um lugar onde o sangue não existe como perda — jorro vindo de corpos mortos —, mas como regeneração e vida — “O Agente Secreto” não é, afinal, um filme sem esperança.

O cinema, como se sabe, sempre foi um lugar de refúgio — tanto para fugitivos em geral como para namorados. E Marcelo, quando chega a Recife, logo no início do longa, vai para uma comunidade de pessoas que se dizem “refugiadas”.

A presença do cinema é, claro, apenas uma fatia — talvez minguada — da imensidade a que se abre o novo filme de Kleber Mendonça Filho. Ele trata da violência que ora é oficial, ora é particular, [...] da destruição de reputações e do roubo de ideias, do assassinato [...]. Essa máquina infernal existia no passado e não deixou de existir no presente.

“O Agente Secreto” é o longa onde mais evidentes são as ressonâncias de “O Som ao Redor”. Assim como a moderna Recife é o lugar onde sobrevive a antiga exploração dos engenhos em “O Som ao Redor”, o Brasil é o lugar onde práticas iníquas vão se perpetuando sempre adaptadas às condições do presente.

E tudo isso é o que temos a deglutir, pouco a pouco, neste filme realmente imenso, com um elenco admiravelmente equilibrado em torno de um Wagner Moura assombroso.

Muito pessoalmente, devo dizer que nunca me comoveu muito o prêmio do júri que “Bacurau” ganhou alguns anos atrás. O prêmio foi dividido com “Os Miseráveis”, de Ladj Ly, que me parecia muito superior. Desta vez, Kleber ganhou o prêmio de melhor direção, o mesmo que Glauber Rocha levou por “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”. Não passa vergonha diante de seu predecessor.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/oagente-secreto-abarca-imensidao-e-atualidade-da-violencia-brasileira.shtml. Acesso em: 05 jan. 2026.

Considerando a análise de determinados elementos linguísticos presentes no texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Em “O filme explicará tudo isso e por que esses fatos aconteceram.”, a expressão destacada deveria estar empregada na forma “porque”, já que o uso “por que” – separado e sem acento – restringe-se a perguntas.

( ) No trecho “[...] para encontrar um documento de identificação que, de certa forma, pode comprovar para ele a existência de sua mãe.”, os verbos destacados apresentam complementos sem preposição, embora suas regências sejam distintas.

( ) No período: “É também no prédio onde no passado existiu um cinema que Fernando, o filho de Marcelo, pratica a medicina.”, os verbos empregados encontram-se no mesmo tempo verbal.

( ) Em “Essa máquina infernal existia no passado e não deixou de existir no presente. [...] Assim como a moderna Recife é o lugar onde sobrevive a antiga exploração dos engenhos em ‘O Som ao Redor’, as expressões destacadas têm a mesma função sintática.

 

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4143865 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

Durante o ano letivo, a equipe gestora de uma escola notou que algumas metas previstas no Projeto Político-Pedagógico (PPP) não estavam sendo atingidas, especialmente nos índices de aprendizagem e participação das famílias. Diante dessa situação, assinale a alternativa que apresenta a ação correta segundo os princípios de acompanhamento e avaliação do PPP.

 

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4143864 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

Em uma rede municipal de ensino, a secretaria implantou um novo sistema digital para registro de frequência, notas e dados dos estudantes. Alguns servidores utilizam planilhas pessoais e outros registram apenas parte das informações no sistema oficial. Diante dessa situação, considerando os princípios da gestão de dados e da gestão da informação, a atitude correta é

 

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4143863 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

Em uma escola, uma estudante com deficiência física passou a utilizar cadeira de rodas após um acidente. A família informou que há dificuldades de acesso às salas, ao banheiro e à biblioteca. A direção alega que não possui recursos imediatos para reformas estruturais. Considerando as leis de inclusão, assinale a alternativa que apresenta corretamente a postura que a gestão escolar deve adotar diante dessa situação.

 

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4143862 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

Em uma escola, a gestão pedagógica decide ampliar o uso de tecnologias digitais nas aulas, após a aquisição de tablets e acesso à internet. Parte dos docentes utiliza apenas vídeos prontos, enquanto outros desejam integrar recursos digitais de forma mais articulada. Com base no uso pedagógico das TICs, assinale a alternativa que apresenta a ação que representa a postura correta.

 

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4143861 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

Em uma escola, a direção pretende revisar o regimento interno e reorganizar o plano de ação anual. Parte da equipe defende que a decisão seja tomada apenas pela gestão para agilizar o processo, enquanto outro grupo reivindica participação mais ampla da comunidade escolar. Considerando o princípio da gestão democrática, quanto à atitude que representa a postura correta da equipe gestora nessa situação, assinale a alternativa correta.

 

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4143860 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: UNIRIO

Uma escola passará por auditoria da Secretaria de Educação, e a equipe administrativa foi orientada a revisar seus procedimentos de arquivamento. Durante essa preparação, constatou-se que alguns documentos pedagógicos e administrativos estão guardados sem padronização e com dificuldade de acesso. Considerando as práticas de arquivamento de documentos escolares, o procedimento correto dessa escola é

 

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