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Foram encontradas 38 questões.

794463 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Dentre os eixos fundamentais da proposta de Clínica Ampliada no âmbito do Sistema Único de Saúde, inclui-se

 

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794459 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 16 A 19

Justiça suspende autorização a Doria de apreender usuários na cracolândia

O prefeito de São Paulo, João Doria, sofreu um revés neste domingo. A Justiça da segunda instância suspendeu a liminar que autorizava o Executivo municipal a levar dependentes químicos à força para uma avaliação médica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público e pela Prefeitura. De acordo com a sentença do desembargador Reinaldo Miluzzi, do Tribunal de Justiça de SP, que acatou o recurso do MP e da Defensoria Pública, o pedido do Executivo municipal era "impreciso, vago e amplo, e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, porque concede à municipalidade carta branca para eleger quem é a pessoa em estado de drogadição vagando pelas ruas da cidade de São Paulo". A decisão deste domingo também derrubou o segredo de Justiça do processo.

Em nota enviada ao EL PAÍS, a Prefeitura da capital disse que irá recorrer da decisão. Assegurou também que "o trabalho de acolhimento e tratamento dos usuários que aceitam se internar continuará sendo feito". O pedido da Prefeitura havia sido feito às pressas na última terça-feira e acatado na última sexta-feira pelo juiz Emílio Migliano, da 7ª Vara da Fazenda Pública. Em concreto, a gestão Doria pedia autorização para "a busca e apreensão de pessoas em situação de drogadição com a finalidade de avaliação pelas equipes multidisciplinares (social, médica, assistencial) e, preenchidos os requisitos legais, internação compulsória". O juiz deu aval para esta "busca e apreensão" durante 30 dias na região da cracolândia, mas ressaltou em sua decisão que o Executivo municipal, para internar uma pessoa de forma compulsória, ainda deveria ter uma autorização judicial caso a caso, como determina a lei federal 10.216/01. Desmentindo declarações de secretários, a gestão Doria assegurou por meio de sua assessoria na sexta, depois de sair a decisão, que nunca teve a intenção de internar compulsoriamente uma pessoa, mas apenas de levá-la à força para um exame médico.

Arthur Pinto Filho, promotor da área da Saúde, chegou a dizer que o pedido "era genérico para levar pessoas que estão vagando pelas ruas à força". Explicou ainda que a petição era uma "afronta a lei antimanicomial aprovada 2001". "É o pedido mais esdrúxulo que eu vi em toda minha vida. É uma caçada humana que não tem paralelo no mundo", opinou. Neste domingo, o promotor afirmou que a nova decisão "vai permitir que o programa Redenção seja colocado em prática como foi concebido", de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. A operação policial do último domingo fez com que os dependentes químicos se espalhassem por outros 23 pontos da cidade, segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM). A maioria, cerca de 600 pessoas, está aglomerada na praça Princesa Isabel, a 400 metros da antiga cracolândia. Desde então, ações improvisadas e apressadas da prefeitura expuseram uma série de contradições da Administração Doria e de seu plano para tratar os dependentes químicos, batizado de Redenção.


Felipe Betim, El País, 28/05/2017.

Sobre as medidas de internação dirigidas às pessoas portadoras de transtornos mentais, a Lei nº 10.216/01 define:

 

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794457 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 16 A 19

Justiça suspende autorização a Doria de apreender usuários na cracolândia

O prefeito de São Paulo, João Doria, sofreu um revés neste domingo. A Justiça da segunda instância suspendeu a liminar que autorizava o Executivo municipal a levar dependentes químicos à força para uma avaliação médica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público e pela Prefeitura. De acordo com a sentença do desembargador Reinaldo Miluzzi, do Tribunal de Justiça de SP, que acatou o recurso do MP e da Defensoria Pública, o pedido do Executivo municipal era "impreciso, vago e amplo, e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, porque concede à municipalidade carta branca para eleger quem é a pessoa em estado de drogadição vagando pelas ruas da cidade de São Paulo". A decisão deste domingo também derrubou o segredo de Justiça do processo.

Em nota enviada ao EL PAÍS, a Prefeitura da capital disse que irá recorrer da decisão. Assegurou também que "o trabalho de acolhimento e tratamento dos usuários que aceitam se internar continuará sendo feito". O pedido da Prefeitura havia sido feito às pressas na última terça-feira e acatado na última sexta-feira pelo juiz Emílio Migliano, da 7ª Vara da Fazenda Pública. Em concreto, a gestão Doria pedia autorização para "a busca e apreensão de pessoas em situação de drogadição com a finalidade de avaliação pelas equipes multidisciplinares (social, médica, assistencial) e, preenchidos os requisitos legais, internação compulsória". O juiz deu aval para esta "busca e apreensão" durante 30 dias na região da cracolândia, mas ressaltou em sua decisão que o Executivo municipal, para internar uma pessoa de forma compulsória, ainda deveria ter uma autorização judicial caso a caso, como determina a lei federal 10.216/01. Desmentindo declarações de secretários, a gestão Doria assegurou por meio de sua assessoria na sexta, depois de sair a decisão, que nunca teve a intenção de internar compulsoriamente uma pessoa, mas apenas de levá-la à força para um exame médico.

Arthur Pinto Filho, promotor da área da Saúde, chegou a dizer que o pedido "era genérico para levar pessoas que estão vagando pelas ruas à força". Explicou ainda que a petição era uma "afronta a lei antimanicomial aprovada 2001". "É o pedido mais esdrúxulo que eu vi em toda minha vida. É uma caçada humana que não tem paralelo no mundo", opinou. Neste domingo, o promotor afirmou que a nova decisão "vai permitir que o programa Redenção seja colocado em prática como foi concebido", de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. A operação policial do último domingo fez com que os dependentes químicos se espalhassem por outros 23 pontos da cidade, segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM). A maioria, cerca de 600 pessoas, está aglomerada na praça Princesa Isabel, a 400 metros da antiga cracolândia. Desde então, ações improvisadas e apressadas da prefeitura expuseram uma série de contradições da Administração Doria e de seu plano para tratar os dependentes químicos, batizado de Redenção.


Felipe Betim, El País, 28/05/2017.

A referida “lei antimanicomial”, a Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Sobre a lei, é correto afirmar:

 

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794454 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 16 A 19

Justiça suspende autorização a Doria de apreender usuários na cracolândia

O prefeito de São Paulo, João Doria, sofreu um revés neste domingo. A Justiça da segunda instância suspendeu a liminar que autorizava o Executivo municipal a levar dependentes químicos à força para uma avaliação médica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público e pela Prefeitura. De acordo com a sentença do desembargador Reinaldo Miluzzi, do Tribunal de Justiça de SP, que acatou o recurso do MP e da Defensoria Pública, o pedido do Executivo municipal era "impreciso, vago e amplo, e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, porque concede à municipalidade carta branca para eleger quem é a pessoa em estado de drogadição vagando pelas ruas da cidade de São Paulo". A decisão deste domingo também derrubou o segredo de Justiça do processo.

Em nota enviada ao EL PAÍS, a Prefeitura da capital disse que irá recorrer da decisão. Assegurou também que "o trabalho de acolhimento e tratamento dos usuários que aceitam se internar continuará sendo feito". O pedido da Prefeitura havia sido feito às pressas na última terça-feira e acatado na última sexta-feira pelo juiz Emílio Migliano, da 7ª Vara da Fazenda Pública. Em concreto, a gestão Doria pedia autorização para "a busca e apreensão de pessoas em situação de drogadição com a finalidade de avaliação pelas equipes multidisciplinares (social, médica, assistencial) e, preenchidos os requisitos legais, internação compulsória". O juiz deu aval para esta "busca e apreensão" durante 30 dias na região da cracolândia, mas ressaltou em sua decisão que o Executivo municipal, para internar uma pessoa de forma compulsória, ainda deveria ter uma autorização judicial caso a caso, como determina a lei federal 10.216/01. Desmentindo declarações de secretários, a gestão Doria assegurou por meio de sua assessoria na sexta, depois de sair a decisão, que nunca teve a intenção de internar compulsoriamente uma pessoa, mas apenas de levá-la à força para um exame médico.

Arthur Pinto Filho, promotor da área da Saúde, chegou a dizer que o pedido "era genérico para levar pessoas que estão vagando pelas ruas à força". Explicou ainda que a petição era uma "afronta a lei antimanicomial aprovada 2001". "É o pedido mais esdrúxulo que eu vi em toda minha vida. É uma caçada humana que não tem paralelo no mundo", opinou. Neste domingo, o promotor afirmou que a nova decisão "vai permitir que o programa Redenção seja colocado em prática como foi concebido", de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. A operação policial do último domingo fez com que os dependentes químicos se espalhassem por outros 23 pontos da cidade, segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM). A maioria, cerca de 600 pessoas, está aglomerada na praça Princesa Isabel, a 400 metros da antiga cracolândia. Desde então, ações improvisadas e apressadas da prefeitura expuseram uma série de contradições da Administração Doria e de seu plano para tratar os dependentes químicos, batizado de Redenção.


Felipe Betim, El País, 28/05/2017.

É uma estratégia de saúde pública pautada no princípio da ética do cuidado, que visa diminuir as vulnerabilidades de risco social, individual e comunitário, decorrentes do uso, abuso e dependência de drogas (Brasil, 2015:39).

Esse texto refere-se à definição de

 

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794452 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 16 A 19

Justiça suspende autorização a Doria de apreender usuários na cracolândia

O prefeito de São Paulo, João Doria, sofreu um revés neste domingo. A Justiça da segunda instância suspendeu a liminar que autorizava o Executivo municipal a levar dependentes químicos à força para uma avaliação médica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público e pela Prefeitura. De acordo com a sentença do desembargador Reinaldo Miluzzi, do Tribunal de Justiça de SP, que acatou o recurso do MP e da Defensoria Pública, o pedido do Executivo municipal era "impreciso, vago e amplo, e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, porque concede à municipalidade carta branca para eleger quem é a pessoa em estado de drogadição vagando pelas ruas da cidade de São Paulo". A decisão deste domingo também derrubou o segredo de Justiça do processo.

Em nota enviada ao EL PAÍS, a Prefeitura da capital disse que irá recorrer da decisão. Assegurou também que "o trabalho de acolhimento e tratamento dos usuários que aceitam se internar continuará sendo feito". O pedido da Prefeitura havia sido feito às pressas na última terça-feira e acatado na última sexta-feira pelo juiz Emílio Migliano, da 7ª Vara da Fazenda Pública. Em concreto, a gestão Doria pedia autorização para "a busca e apreensão de pessoas em situação de drogadição com a finalidade de avaliação pelas equipes multidisciplinares (social, médica, assistencial) e, preenchidos os requisitos legais, internação compulsória". O juiz deu aval para esta "busca e apreensão" durante 30 dias na região da cracolândia, mas ressaltou em sua decisão que o Executivo municipal, para internar uma pessoa de forma compulsória, ainda deveria ter uma autorização judicial caso a caso, como determina a lei federal 10.216/01. Desmentindo declarações de secretários, a gestão Doria assegurou por meio de sua assessoria na sexta, depois de sair a decisão, que nunca teve a intenção de internar compulsoriamente uma pessoa, mas apenas de levá-la à força para um exame médico.

Arthur Pinto Filho, promotor da área da Saúde, chegou a dizer que o pedido "era genérico para levar pessoas que estão vagando pelas ruas à força". Explicou ainda que a petição era uma "afronta a lei antimanicomial aprovada 2001". "É o pedido mais esdrúxulo que eu vi em toda minha vida. É uma caçada humana que não tem paralelo no mundo", opinou. Neste domingo, o promotor afirmou que a nova decisão "vai permitir que o programa Redenção seja colocado em prática como foi concebido", de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. A operação policial do último domingo fez com que os dependentes químicos se espalhassem por outros 23 pontos da cidade, segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM). A maioria, cerca de 600 pessoas, está aglomerada na praça Princesa Isabel, a 400 metros da antiga cracolândia. Desde então, ações improvisadas e apressadas da prefeitura expuseram uma série de contradições da Administração Doria e de seu plano para tratar os dependentes químicos, batizado de Redenção.


Felipe Betim, El País, 28/05/2017.

Sobre as políticas públicas brasileiras direcionadas a pessoas com necessidades decorrentes do uso de drogas, é correto afirmar:

 

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No início do século XX, a Saúde Pública no Brasil foi marcada pelo combate a doenças e epidemias, com campanhas coercitivas que geravam descontentamento da população. Isso levou à Revolta da Vacina, em 1904, episódio de resistência a uma campanha de vacinação obrigatória liderada pelo sanitarista Oswaldo Cruz, então Diretor Geral de Saúde Pública. Essa campanha contestada era destinada a combater qual doença da época?

 

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A Atenção Primária em Saúde (APS) pressupõe:

1) o acompanhamento e a continuidade da relação de cuidado, com construção de vínculo entre profissionais e usuários ao longo do tempo, de modo permanente e consistente;

2) o acompanhamento e a organização do fluxo dos usuários, entre os diversos serviços, estruturas e pontos da rede de saúde, de forma contínua e integrada.

Assinale as diretrizes/atributos da APS correspondentes às descrições nos itens 1 e 2, respectivamente:

 

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No Brasil, as mudanças nas taxas de mortalidade e morbidade estão relacionadas, entre outros fatores, a transições demográficas, epidemiológicas e nutricionais. Quais são, atualmente, as principais causas de morte no Brasil, considerando taxas nacionais de mortalidade?

 

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Atualizada em 2017, a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelece parâmetros mínimos de alcance, infraestrutura e funcionamento dos serviços. Acerca da PNAB, é correto afirmar:

 

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Antônio tem um plano de saúde privado, benefício fornecido pela empresa na qual trabalha. A caminho do trabalho, Antônio é atropelado, sofrendo um grave acidente. Ele é resgatado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e atendido no pronto-socorro de um hospital público mais próximo. Este atendimento é respaldado por qual princípio constitucional do Sistema Único de Saúde (SUS)?

 

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