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Homem, 64 anos de idade, internado na UTI por choque
séptico secundário a Pneumonia Associada à Ventilação
Mecânica (PAV), no 8º dia de internação. Apresenta história
prévia de DRC estágio 4, uso recente de meropenem há
30 dias e colonização conhecida por Klebsiella pneumoniae
produtora de KPC em swab retal. No momento, apresenta
PAM de 62 mmHg (em noradrenalina 0,25 µg/kg/min), lactato
de 4,1 mmol/L, creatinina de 3,2 mg/dL (baseline 2,4 mg/dL),
em ventilação mecânica com FiO2 60% e score SOFA elevado.
Sobre o manejo antibiótico inicial nesse paciente crítico,
assinale a alternativa correta.
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Homem, 34 anos de idade, vítima de acidente automobilístico
de alta energia, dá entrada na sala de emergência. Apresentase agitado, pálido, sudorético, com PA de 82x48 mmHg, FC
de 132 bpm, FR de 28 irpm, SpO2 95% em O2 suplementar.
FAST positivo para líquido livre em cavidade abdominal.
Gasometria arterial com pH de 7,21; PaCO2 de 30 mmHg,
HCO3⁻ de 12 mEq/L, lactato de 6,8 mmol/L e BE de -14. Hb de
10,2 g/dL. Após infusão inicial de 500 mL de cristaloide
balanceado, mantém hipotensão (PAM de 58 mmHg).
Considerando o manejo contemporâneo do choque
hemorrágico no trauma, assinale a alternativa correta.
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Paciente de 68 anos de idade, tabagista, com diagnóstico
prévio de DPOC GOLD D, dá entrada na UTI com dispneia
intensa, uso de musculatura acessória e sonolência leve.
• Gasometria arterial em máscara de Venturi (FiO2 de 40%):
pH: 7,28
PaCO2: 68 mmHg
PaO2: 58 mmHg
HCO3⁻: 30 mEq/L
PA: 145x85 mmHg
FC:110 bpm
FR: 32 irpm
Sem sinais de instabilidade hemodinâmica. Sobre o uso de Ventilação Não Invasiva (VNI) neste paciente, assinale a alternativa correta.
• Gasometria arterial em máscara de Venturi (FiO2 de 40%):
pH: 7,28
PaCO2: 68 mmHg
PaO2: 58 mmHg
HCO3⁻: 30 mEq/L
PA: 145x85 mmHg
FC:110 bpm
FR: 32 irpm
Sem sinais de instabilidade hemodinâmica. Sobre o uso de Ventilação Não Invasiva (VNI) neste paciente, assinale a alternativa correta.
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Paciente de 16 anos de idade, encontra-se internado na UTI
pediátrica com diagnóstico de pancreatite aguda necrosante,
evoluindo com instabilidade hemodinâmica nas últimas horas.
Apresenta frequência cardíaca de 140 bpm e pressão arterial
de 95x55 mmHg. Encontra-se em ventilação mecânica
invasiva com volume corrente de 6 mL/kg, PEEP de 14 cmH2O
e pressão de platô de 30 cmH2O. A gasometria arterial revela
pH de 7,19, HCO3⁻ de 12 mEq/L e PaCO2 de 27 mmHg. Com
base nesses achados, qual é a interpretação mais adequada
do distúrbio ácido-base apresentado?
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Paciente de 68 anos de idade, previamente hipertenso e
diabético, é admitido na UTI com choque séptico secundário
a pneumonia. Após 30 mL/kg de cristaloide, mantém:
• PAM: 58 mmHg (em noradrenalina 0,2 µg/kg/min)
• FC: 118 bpm
• Lactato: 4,8 mmol/L
• PVC: 14 mmHg
• SpO2 venosa central: 65%
• VM invasiva, PEEP 10 cmH₂O
É realizada ecocardiografia transtorácica e USG dirigido com os seguintes achados:
• VE com FE preservada (~60%)
• VTI do trato de saída do VE: 14 cm
• Ventrículo direito dilatado (VD/VE > 1)
• Septo interventricular com achatamento sistólico (sinal de D-shape)
• TAPSE: 14 mm
• VCI 2,4 cm com colapsabilidade < 10%
• Derrame pleural moderado bilateral
• Ausência de derrame pericárdico
Com base nos achados ultrassonográficos, qual a conduta mais adequada neste momento?
• PAM: 58 mmHg (em noradrenalina 0,2 µg/kg/min)
• FC: 118 bpm
• Lactato: 4,8 mmol/L
• PVC: 14 mmHg
• SpO2 venosa central: 65%
• VM invasiva, PEEP 10 cmH₂O
É realizada ecocardiografia transtorácica e USG dirigido com os seguintes achados:
• VE com FE preservada (~60%)
• VTI do trato de saída do VE: 14 cm
• Ventrículo direito dilatado (VD/VE > 1)
• Septo interventricular com achatamento sistólico (sinal de D-shape)
• TAPSE: 14 mm
• VCI 2,4 cm com colapsabilidade < 10%
• Derrame pleural moderado bilateral
• Ausência de derrame pericárdico
Com base nos achados ultrassonográficos, qual a conduta mais adequada neste momento?
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Adolescente, 14 anos de idade, encontra-se internado na UTI
pediátrica há 7 dias por sepse pulmonar grave secundária a
pneumonia comunitária complicada. Desde a admissão evolui
com necessidade de ventilação mecânica invasiva e suporte
hemodinâmico. Apesar de antibioticoterapia adequada e
medidas de suporte, permanece sem melhora clínica
significativa. Nas últimas horas, apresenta piora
hemodinâmica, com FC de 150 bpm, PA de 80x45 mmHg,
lactato sérico de 7 mmol/L e diurese de 0,1 mL/kg/h. Encontrase em ventilação mecânica com volume corrente de 6 mL/kg,
PEEP de 12 cmH2O, FiO2 de 0,8 e pressão de platô de
29 cmH2O. Exames laboratoriais mostram creatinina de
3,2 mg/dL e potássio sérico de 6,4 mEq/L. Qual(is) a(s)
melhor(es) estratégia integrada neste momento?
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Paciente de 62 anos de idade, com sepse abdominal, evolui
com insuficiência respiratória hipoxêmica grave e é submetido
à ventilação mecânica invasiva. Dados após estabilização
inicial (modo VCV):
Peso predito: 70 kg
Volume corrente (Vt): 420 mL
FR: 24 irpm
PEEP: 12 cmH2O
FiO2: 0,6
Fluxo constante
• Gasometria:
pH: 7,29
PaCO2: 52 mmHg
PaO2: 68 mmHg
• Mecânica respiratória:
Pplat: 30 cmH2O
Pressão de pico: 34 cmH2O
Após uma manobra de aumento da PEEP para 16 cmH2O:
Pplat: 34 cmH2O
PaO2: 72 mmHg
Assinale a alternativa mais adequada com base na fisiologia respiratória e ventilação protetora.
Peso predito: 70 kg
Volume corrente (Vt): 420 mL
FR: 24 irpm
PEEP: 12 cmH2O
FiO2: 0,6
Fluxo constante
• Gasometria:
pH: 7,29
PaCO2: 52 mmHg
PaO2: 68 mmHg
• Mecânica respiratória:
Pplat: 30 cmH2O
Pressão de pico: 34 cmH2O
Após uma manobra de aumento da PEEP para 16 cmH2O:
Pplat: 34 cmH2O
PaO2: 72 mmHg
Assinale a alternativa mais adequada com base na fisiologia respiratória e ventilação protetora.
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Paciente de 68 anos de idade, internado na UTI por choque
séptico secundário a pneumonia, evolui no 4º dia com
taquicardia de início súbito. Está em uso de noradrenalina
0,25 µg/kg/min. Apresenta PA de 78x42 mmHg (PAM de
54 mmHg), FC de 168 bpm, SvO2 de 94% com VM, lactato de
4,2 mmol/L. ECG com taquicardia regular de QRS largo
(160 ms), sem ondas P discerníveis História prévia de IAM
antigo com fração de ejeção 35%. O monitor mostra ritmo
regular, monomórfico. Qual é a conduta mais apropriada e
imediata?
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Paciente de 68 anos de idade, admitido na UTI por sepse
pulmonar, encontra-se em ventilação mecânica há 48 horas.
Está hemodinamicamente estável, em uso de noradrenalina
em baixa dose. Encontra-se sedado com infusão contínua de
midazolam e fentanil. Nas últimas 24 horas apresentou
RASS –4 persistente, sem tentativa de despertar diário, sem
avaliação sistemática de dor, PCR e lactato em melhora.
Segundo as recomendações atuais de sedação em pacientes
críticos, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta
neste momento.
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Adolescente, 15 anos de idade, internado por crise asmática grave há 2 dias. Encontra-se sedado, hemodinamicamente estável e
em ventilação mecânica invasiva. Modo: Volume Controlado (VC) de 6 mL/kg, FR de 28 irpm, fluxo inspiratório de 60 L/min e PEEP
de 5 cmH2O. A curva de fluxo-tempo é apresentada na imagem a seguir:
Adaptado de: Tobin MJ. Principles and Practice of Mechanical Ventilation. 3rd ed. New York: McGraw-Hill; 2013.
Gasometria com pH de 7,29, PaCO2 de 60 mmHg. Qual a melhor conduta ventilatória neste momento?
Adaptado de: Tobin MJ. Principles and Practice of Mechanical Ventilation. 3rd ed. New York: McGraw-Hill; 2013.
Gasometria com pH de 7,29, PaCO2 de 60 mmHg. Qual a melhor conduta ventilatória neste momento?
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