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Respondida
A arquitetura da informação em websites tem como meta
revelar seu conteúdo de maneira complexa, por meio do uso de
conjuntos de cores e de fontes, com vários menus explicando
como deve ser usado (quantas opções os usuários possuem).
Respondida
Sobre arquivos de áudio comprimidos como, por exemplo, MP3, WMA, OGG e arquivos de áudio não comprimidos como, por exemplo WAV, assinale a alternativa CORRETA, dentre as alternativas abaixo:
A
Em geral, arquivos de áudio comprimidos e não comprimidos só se diferenciam pelo tamanho do arquivo. O resultado final, em termos de qualidade sonora, é idêntico quando se considera até o limite de 128 kbps (bitrate ou taxa de fluxo de bits no período de 1 segundo). Somente em taxas mais baixas (raramente usadas) do que 128 kbps, a degradação do áudio é perceptível.
B
Há diferença, sim, na qualidade sonora, entre arquivos comprimidos e não comprimidos, não importando a taxa de bits (bitrate), mas tal diferença somente é perceptível em caixas acústicas especiais de laboratório ou em fones de ouvido de alta-fidelidade e para ouvidos muito aguçados e/ou treinados.
C
Há diferença, sim, entre arquivos de áudio comprimidos e não comprimidos, tanto em qualidade sonora (determinada pela bitrate em kbps - quanto mais alta melhor o áudio) como em relação ao tamanho dos arquivos. Tipicamente arquivos descomprimidos (no padrão do CD) possuem bitrate igual ou superior a 1,4 kbps e arquivos comprimidos possuem taxas ajustáveis de 32 a 320 kbps (conforme o formato). Qualquer pessoa pode perceber essa diferença de qualidade sonora, desde que em condições adequadas ao modo de funcionamento da percepção sonora, e que sejam usados fones de ouvido e/ou caixas acústicas de boa qualidade, mesmo sendo de microsystems domésticos.
D
Há diferença, sim, entre arquivos de áudio comprimidos e não comprimidos, que é pouco significativa na qualidade sonora (determinada pela bitrate em kbps - quanto mais baixa melhor o áudio) como em relação ao tamanho dos arquivos. Qualquer pessoa pode perceber essa diferença de qualidade sonora, mesmo em caixas de som multimídia de computador ou fones de ouvido de baixo custo.
E
Não há nenhuma diferença na qualidade sonora de arquivos de áudio comprimidos e não comprimidos, já que ambos são digitais. A compressão é baseada no descarte de informação redundante que o ouvido ignoraria de qualquer maneira. A diferença perceptível está exatamente na redução do tamanho dos arquivos.
Respondida
Conforme se pode observar, na fig. 4 (abaixo ou adiante), várias consoles de mixagem, de diversos portes e/ou tamanhos, com poucos ou muitos canais de entrada, digitais ou analógicas, dispõem de dois (ou mais) jacks ou conectores de entrada, nos canais especialmente dedicados a entradas de sinal de microfones. Com relação à finalidade ou aplicação desse recurso assinale, dentre as alternativas, abaixo, a INCORRETA:
A
Não há nenhuma razão especial na oferta desse recurso, a não ser a intenção de facilitar a conexão de qualquer tipo de sinal, balanceado ou não, com plugues P10 TS. P10 TRS e XLR. O resultado, em termos de pré-amplificação, é idêntico em qualquer caso. Mesmo estando escrito no painel, que uma entrada é destinada a microfones (XENIX MIC PREAMP - ou apenas pela presença do conector XLR3 fêmea de painel), e que a outra é destinada à entrada de linha (LINE IN), pode-se conectar sinal de linha balanceado na entrada de microfone, e também, sinal de microfone na entrada de linha, claro, tomando-se os devidos cuidados quanto ao ganho exagerado de sinal, que ocorre, nas entradas de microfone, em sinal balanceado.
B
Conectores XLR3 fêmea de painel, via de regra são sempre destinados a sinal de microfones, embora se possa conectar neles, também, sinais de linha, tomando-se os devidos cuidados com o ganho, e estando a PHANTOM POWER (alimentação para microfones de condensador) desligada. Exatamente pela presença de uma fonte de alimentação específica para microfones, nas entradas XLR, é que elas não devem ser usadas para sinais de linha, a não ser, é claro, se tomadas as devidas precauções com o ganho (que é sempre maior nas entradas de microfone) exagerado e desligando a alimentação PHANTOM.
C
Os Jacks PF10 de três contatos (para plugues P10 TRS) são sempre destinados a entradas de linha, principalmente porque esse tipo de conexão é mais comum em processadores de áudio diversos e também em instrumentos musicais que são frequentemente plugados direto nas consoles. Se for usado um plugue P10 TS, não será uma conexão balanceada, visto que os contatos (nos jacks) para o anel e corpo estarão recebendo o mesmo sinal, mas a maioria das consoles é feita para suportar isso sem qualquer problema.
D
A alternativa de conectores XLR3 e Jacks PF10 de três contatos (para plugues P10 TRS) tem a função de facilitar o trabalho de conexão, mas também, uma função de proteção, tanto dos amplificadores e caixas acústicas como dos demais equipamentos conectados às consoles de mixagem. Sinais de linha são naturalmente mais fortes e, se conectados às entradas de microfones, resultam em sinal de intensidade extremamente elevada; por isso é prudente, para proteção de amplificadores e caixas acústicas, se dispor de uma entrada com menor ganho. A proteção de outros equipamentos nessas entradas, é feita não disponibilizando a alimentação PHANTOM (exclusiva para microfones que requerem alimentação externa), nos jacks, o que poderia danificar alguns equipamentos, especialmente se conectados com um plugue P10 TS, colocando em curto o anel com o corpo do plugue.
E
Excetuando-se o risco da alimentação PHANTOM (especial para microfones que precisam de alimentação externa ) danificar equipamentos diversos, que não precisam dela, procedendo-se cuidadosamente, pode-se conectar um sinal de linha balanceado numa entrada de microfone (respeitando as polaridades) sem susto, que por acaso precise de ganho extra... O que será obtido, mais facilmente, nessa entrada. É possível também (num caso extremo, sem outras alternativas) se conectar um microfone, à entrada de linha, com um plugue P10 TS (desbalanceado). Embora o sinal vá receber menos ganho do que o necessário para um microfone... Mas não haverá nenhum dano. É incorreto, inadequado, mas é uma possibilidade para uma emergência.
Respondida
De acordo com os conectores utilizados para vídeo (alguns também para áudio), mostrados nas figuras 5A a 5F, identifique o tipo de sinal de vídeo e/ou protocolo de transmissão de dados para vídeo analógico e/ou digital. Assinale a alternativa que contém a identificação CORRETA, dentre as apresentadas adiante:
Respondida
As inovações tecnológicas invadem nosso cotidiano, instigando o imaginário do artista que, no diálogo com os novos meios, revela novas poéticas. Esta arte redimensiona vários conceitos, até mesmo do próprio artista, que convida o espectador a ser partícipe e coautor de sua obra. Esse conceito para se pensar arte/tecnologia é conhecido como
Respondida
Observe as figuras 3A e 3B abaixo (ou adiante, mas na mesma questão) as quais contêm plugues para uso em equipamentos de áudio.
Dentre as alternativas abaixo/adiante assinale a INCORRETA no que diz respeito a aplicações mais comuns e/ou recomendadas que aparecem nas fotos, bem como a polaridade correta do sinal (de acordo com normas internacionais) em cada pino ou área de contato deles:
A
Fig. 3A - Plugue ¼” (plugue de ¼ de polegada) ou P10 estéreo ou P10 TRS (tip, ring, sleeve ou ponta anel e corpo). Embora seja mais conhecido popularmente como P10 estéreo ou até plugue “banana” estéreo, não é um plugue específico para uso em estéreo, de modo que essa denominação de estéreo é imprópria. Atualmente se usa para envio/retorno (SEND/RETURN ) de sinal no mesmo cabo/plugue, como por exemplo nos jacks de inserções (INSERT), presentes nos canais de entrada das consoles de mixagem.
Também é usado para conexões de sinal balanceado, exceto para sinal microfones.
B
Fig. 3A - ¼” Phone Plug (ou plugue telefônico de ¼ de polegada). Esse tipo de plugue, de acordo com o conhecimento popular (por tradução incorreta) frequentemente é destinado ao uso em fones de ouvido. Embora sejam usados, mesmo, nesses dispositivos, eles têm esse nome porque foram desenvolvidos para serem usados em centrais telefônicas, há muito tempo, onde uma telefonista, ao receber uma chamada, conectava manualmente a chamada recebida ao ramal solicitado.
C
Fig. 3B - Plugue ¼” (plugue de ¼ de polegada) ou P10 ou P10 TS (tip, sleeve ou ponta e corpo), embora seja mais conhecido popularmente como P10 mono ou até plugue “banana” mono. Esse plugue é o mais adequado para se conectar sinal de linha entre equipamentos (por exemplo: saída de áudio de um notebook à entrada de uma mesa de som, usando dois desses (num dos lados do cabo): um para o canal L (left ou esquerdo) e outro para o canal R (right ou direito). Normalmente a saída de áudio de um notebook é enviada para um jack P3, estéreo, de modo que tal cabo teria, numa ponta, o plugue p3 estéreo, e na outra, dois P10 TS.
D
Fig 3B - Plugue P10 Mono. Embora seja recomendado, e largamente usado, para interconexão de instrumentos musicais, mixers e consoles de mixagem e, também, para interconectar processadores de áudio diversos, é o conector adequado para se conectar microfones a entradas balanceadas (nas consoles, através de jacks PF10 TRS) mesmo colocando em curto o ANEL com o CORPO, que tem a utilidade de reduzir ruído e de obter um sinal mais forte do microfone. Outra aplicação de enorme valor é a conexão de caixas acústicas passivas às saídas dos amplificadores. Nesse caso, usa-se o P10 MONO para uma caixa totalmente passiva (com divisor passivo interno) e o P10 Estéreo, para uma caixa passiva, mas em multiamplificação (por exemplo bi-amplificação: vias de graves e agudos amplificadas separadamente).
E
Quanto à polaridade no plugue P10 TRS (fig. 3A) para uso em conexão balanceada: A ponta é destinada ao sinal Positivo; o anel, ao negativo no caso de sinal balanceado; e O CORPO à referência de terra do circuito. Para uso em conexão desbalanceada, no modo estéreo, A ponta é destinada ao sinal positivo de um canal; o anel ao positivo de outro canal; e O CORPO à referência de terra do circuito, para ambos os canais. Para uso em SEND/RETURN (envio/retorno), para processar um sinal de entrada de um canal da mesa de som, externamente (por exemplo passar por um compressor ou equalizador), A ponta é destinada ao sinal positivo de um canal; o anel ao positivo de outro canal; e O CORPO à referência de terra do circuito, para ambos os canais (qual contato é usado para enviar e/ou receber, pode variar de fabricante para fabricante). Quanto à polaridade, no plugue P10 TS (fig. 3B) em qualquer caso: A ponta é sempre destinada ao sinal positivo; e o anel à referência de terra do circuito, seja para instrumentos musicais ou sinal de linha.
Respondida
Dentre as alternativas abaixo assinale a INCORRETA, que apresenta uma resposta com definições e/ou conceituações incorretas ou inadequadas, no todo ou parte, para a questão: O que é ECO e REVERBERAÇÃO?
A
Eco e reverberação são partes do mesmo fenômeno: reflexão das ondas sonoras. Reflexões de um dado som, que nos chegam aos ouvidos, com intervalos menores que 1 décimo de segundo (100 milissegundos), são consideradas REVERBERAÇÃO; reflexões que nos chegam aos ouvidos, com intervalos maiores do que 1 décimo de segundo, são consideradas ECO.
B
Eco e reverberação são partes do mesmo fenômeno: reflexão das ondas sonoras nos obstáculos que chegam aos ouvidos em tempos diferentes do som original. A diferença está no intervalo entre as repetições. A reverberação se escuta como um prolongamento do som original. Como um padre que fala “Olá, meus irmãos,” numa catedral e se escuta “Olássss, meeeuuuuus iiiiirmmãããããããoooooosss”. Como o intervalo entre as repetições é curto, na percepção sonora interpreta-se os diversos sons de um som prolongado. Tanto ECO como REVERBERAÇÃO podem ser recriados eletronicamente.
C
Eco e reverberação são partes do mesmo fenômeno resultante da reflexão das ondas sonoras em obstáculos que tomam caminhos diferentes e chegam aos ouvidos de um dado ouvinte em tempos diferentes, e após, o som original. A reverberação pode ser medida. A expressão usada é o RT60 ou reverberation time (tempos de reverberação), que significa o tempo (em segundos) que um dado som leva para decair em 60 decibéis. Tipicamente a reverberação é medida para 6 frequências de interesse: 125, 250, 500, 1.000, 2.000 e 4.000 Hz.
D
Eco e reverberação são partes do mesmo fenômeno: reflexão das ondas sonoras nos obstáculos que chegam aos ouvidos do ouvinte em tempos diferentes do som original. A diferença está no intervalo entre as repetições. O ECO escuta-se como sendo repetições do som original. Exemplificando: uma pessoa que chama uma amiga, num local com vários prédios ao redor, distantes entre si por 17,15 metros ou mais, pronuncia “Maaaria!”... e escuta “Maaa-ria... ria... ria... ia...”. A distância mínima de 17,15 metros explica-se pelo fato de ser o percurso que as ondas sonoras farão de ida e de volta, em 100 milissegundos.
E
Eco e reverberação são partes do mesmo fenômeno, ou seja, Refração. Mudança de direção das ondas sonoras, ao atravessar meios de diferentes densidades, como por exemplo ar, água, vidro. É o mesmo que seu similar eletrônico que é o efeito flanger... A difração também ocorre frequentemente quanto o som se propaga no ar com diferenças de temperatura. Como a velocidade do som varia conforme a temperatura, o som se propaga mais rápido no ar quente do que no ar frio, e o conteúdo em frequência de um dado som que, após atravessar meios com diferenças de densidade, vai soar desafinado aos ouvidos do ouvinte, como um disco tocando em rotação mais baixa. E então, se percebe isso como um prolongamento do som.
Respondida
Dentre as alternativas abaixo, assinale a que responde CORRETA e completamente a questão: Quanto à forma de captação, diretividade e padrão polar, quais são os tipos de microfones existentes?
Para os efeitos dessa questão, considerar apenas os mais conhecidos e mais usados no mundo.
C
Quanto à forma de captação: Dinâmicos, dinâmicos a condensador, a condensador, a carvão e piezoelétricos; Quanto à diretividade/padrão polar: Omnidirecionais, unidirecionais; Quanto ao grau de diretividade (para unidirecionais): Cardioides, supercardioides, hipercardioides ou Shotgun (tipo clava).
D
Quanto à forma de captação: Dinâmicos e capacitivos; Quanto à diretividade/padrão polar: Omnidirecionais, direcionais; Quanto ao grau de diretividade (para unidirecionais): Cardioides, supercardioides, hipercardioides ou Shotgun (tipo clava); Quanto ao grau de diretividade (para bi-unidirecionais): bi-cardioides, bisupercardioides, bi-hipercardioides e bi-shotgun.
E
Quanto à forma de captação : Dinâmicos, capacitivos e resitivos; Quanto à diretividade/padrão polar: Omnidirecionais, direcionais e interdimensionais; Quanto ao grau de diretividade (para omnidirecionais: Cardioides, supercardioides; Quanto ao grau de diretividade (unidirecionais): hipercardioides ou shotgun.
Respondida
Dentre as questões abaixo, assinale a que apresenta um USO INCORRETO de um tipo de microfone (conforme seu tipo e padrão de captação especificados), para a situação informada.
I. Os microfones sem fio incluem seus respectivos transmissores e receptores.
II. Para os efeitos dessa questão, o uso correto é aquele que proporciona a melhor
captação, com sinal de áudio mais forte, com menos ruído e com menos chances de
permitir a ocorrência de microfonia.
III. Com o fim de evitar mal-entendido, nas alternativas abaixo, somente estão apresentados casos de uso correto (conforme explicado acima) com justificativas corretas, e a única alternativa INCORRETA, pode apresentar tanto um uso correto com justificativa incorreta, como um uso incorreto com uma justificativa correta e/ou plausível.
A
O microfone de Lapela, do tipo condensador, padrão de captação omnidirecional, sem fio - é um tipo adequado para ser usado por um pastor ou padre, que falam “muito alto” (elevada intensidade sonora), numa igreja de médias dimensões, com caixas acústicas no próprio ambiente, reproduzindo o som captado pelos microfones, inclusive o do pastor/padre. Por ser de lapela e sem fio, o microfone facilita a movimentação pelo palco/altar. O padrão de captação é o mais apropriado para esse tipo de uso, uma vez que captando tudo ao seu redor, captará a voz do pastor/padre com bastante destaque em relação aos demais sons do ambiente, até porque ela é mais forte. A presença de caixas acústicas no ambiente não tem possibilidades do produzir microfonia, se estiverem a mais de 4 metros do microfone, já que esse tipo de microfone é muito seletivo.
B
O microfone de cabeça, do tipo condensador, padrão de captação unidirecional, cardióide, sem fio - é um tipo adequado ser usado para um palestrante e/ou conferencista (voz de intensidade normal), num auditório de dimensões médias (200 pessoas), com caixas acústicas no próprio ambiente, reproduzindo o som captado pelos microfones, e relativamente próximas da área onde ele normalmente transitaria no palco. O padrão unidirecional naturalmente apresentará maior rejeição aos sons vindos de outras direções, reduzindo as possibilidades de ocorrência de microfonia. O microfone de cabeça coloca a cápsula bem próxima da boca, de modo que a voz será captada com alta intensidade em relação aos ruídos da sala, inclusive o som vindo das caixas acústicas.
C
Um microfone de mão (handheld), do tipo condensador, padrão de captação unidirecional, supercardioide, com fio, é um tipo adequado para se captar a voz suave (baixa intensidade) de uma cantora, num teatro de pequeno porte (200 lugares), numa apresentação exclusivamente com voz e violão (2 unidades do mesmo microfone, um para voz e outro para o violão). Sendo um tipo de evento onde o conjunto de caixas acústicas do sistema de P.A. (public adresssed ou endereçado ao público) estariam produzindo uma intensidade sonora elevada, e também, certamente haveria alguma caixa (ou conjunto delas) de monitoração próximo da cantora - ambos os conjuntos reproduzindo o som captado pelos microfones de voz e de instrumento - as chances de ocorrência de microfonia - que existem de fato - são minimizadas pelo uso de um microfone com padrão de captação mais estreito, tanto para a voz como para instrumento. O microfone de condensador é mais sensível, e nesse caso, mais propenso a produzir microfonia (conforme o padrão de captação), mas é o mais adequado para uma voz mais suave e para um instrumento acústico que tipicamente produz baixa intensidade sonora como o violão.
D
Um microfone dinâmico de mão (handheld), com padrão de captação unidirecional, supercardioide, com fio, é o tipo mais adequado para ser usado por um pastor, que normalmente fala “muito alto” (elevada intensidade sonora), que se movimenta o tempo inteiro, de um lado a outro do palco, e que inclusive caminha entre a plateia, numa igreja de grandes dimensões (600 lugares ou mais), com caixas acústicas dentro do ambiente (normalmente produzindo elevada intensidade sonora e reproduzindo o som captado pelos microfones). Um microfone dinâmico, e portanto mais “duro”, ou seja, menos sensível (que um de condensador, por exemplo), é mais adequado para uma voz forte (elevada intensidade) e sendo supercardioide, possui sensibilidade maior aos sons vindos da frente da cápsula e rejeita aqueles vindos de outras direções o que dá uma certa segurança para que o pastor/padre possa caminhar livremente pelo ambiente, com reduzidas chances de causar microfonia.
E
Um microfone de lapela, de condensador, sem fio, com padrão de captação omnidirecional é o mais adequado para a gravação de um programa de TV (um apresentador e um ou mais entrevistados) em estúdio bastante silencioso, sem caixas acústicas reproduzindo o som captado pelos microfones, com um apresentador que se movimenta pelo cenário, mesmo estando às vezes distante do(s) entrevistado (s). Esse tipo de microfone é sensível a sons vindos de todas as direções, de modo que em se tratando de um lugar silencioso, há melhores chances de se captar mais nitidamente a voz do entrevistador e entrevistado(s), lhes dando liberdade de movimentos, e não os obrigando a ficar numa posição próxima de um microfone.
Respondida
Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que contém alguma definição, conceituação ou explicação INCORRETA sobre aos Equalizadores, seus tipos e aplicações, diferenças entre equalizadores analógicos e/ou digitais, bem como vantagens e/ou desvantagens de cada tipo.
A
É um tipo de processador de áudio que dispõe de um conjunto de filtros de passa-banda, bem estreitos, que permitem se acrescentar reforço ou atenuação, em frequências específicas contidas num dado sinal de áudio. Nos equalizadores gráficos, se tem as bandas já definidas e eles têm esse nome de gráfico porque seus controles estão dispostos num modo análogo em que o sinal de áudio é reproduzido nos gráficos de resposta de frequências. Olhando para os controles, já se tem uma ideia bem precisa do tipo de ajuste que foi feito e que resultados se pode esperar dele.
B
É um tipo de processador destinado a reforçar ou atenuar faixas seletivas, de frequências, contidas no sinal de áudio. Podem variar desde simples controles de tonalidades (graves e agudos) até sofisticados filtros com 30 bandas por canal. Podem ser do tipo Shelving, gráficos, semiparamétricos e paramétricos.
C
Nos equalizadores gráficos, de uso profissional, tipicamente se tem: 1 oitava com 10 controles); 2/3 de oitava com 15 controles; 1/3 de oitava com 30 controles. Quanto maior o número de controles, melhores são as chances de uma correção mais precisa do sinal de áudio.
D
Equalizadores paramétricos são aqueles completamente ajustáveis. É usada ainda uma designação de semiparamétricos e paramétricos (esses considerados verdadeiros) para diferenciar o paramétrico completo daquele mais simplificado. O paramétrico dito verdadeiro possui basicamente três controles para cada filtro (existem modelos com 2, 4 6, 8 filtros): um controle para se escolher a frequência; outro, para se determinar a largura de banda de atuação ou o “Q”; e um terceiro controle para atenuar a frequência escolhida ou aplicar algum reforço.
E
São processadores de sinal de áudio destinados a produzir amplificação seletiva de frequências, podendo comprimir ou expandir bandas do espectro de frequências de áudio e proporcionar máxima otimização da faixa dinâmica de qualquer programa de áudio. Dentre os vários tipos existentes se tem o gráfico, paramétrico, semiparamétrico, shelving e Baxandall. Esse último se diferencia dos demais por ser o único que permite controlar efetivamente a faixa dinâmica de qualquer programa, enquanto que os demais têm pouca utilidade para este fim.