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- Economia do TrabalhoInflação e Mercado de Trabalho
- Macroeconomia
- MicroeconomiaTeoria da Firma/ProdutorTeoria da produção
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No dia 15/03/2016, foi publicada, na Folha de São Paulo, a matéria “Taxa de desemprego do Brasil cresce para 8,5% na média de 2015”.
Dessa matéria, destacou-se o trecho a seguir.
“Segundo divulgou o IBGE nesta terça-feira (15), a taxa de desemprego do país cresceu para 8,5% na média do ano passado, a maior já medida pela Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), iniciada em 2012. Esse resultado ficou 1,7 ponto percentual acima da média de 2014 (6,8%), a piora mais acelerada registrada nesses quatro anos da série histórica da pesquisa de emprego do IBGE.”
Assinale a opção que indica um dos fatores que contribuiu para o aumento da taxa de desemprego.
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No mercado de trabalho, os trabalhadores ofertam mão de obra e as empresas a demandam por um salário. Considere esse mercado competitivo e que o trabalho e o capital são complementares.
Uma inovação tecnológica, que reduza o custo do capital utilizado pelas empresas, leva a
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Um dos mais conhecidos modelos de economia aberta é o de Mundell-Fleming (IS-LM-BP), que procura avaliar o impacto esperado das políticas econômicas em países com diferentes regimes de câmbio e graus de abertura ao movimento de capitais. Considere, então, o caso do Brasil atual, que adota um regime de câmbio flutuante e possui elevado grau de abertura ao fluxo de capitais.
De acordo exclusivamente com o modelo de MundellFleming, caso o governo adote uma política fiscal expansionista com o objetivo de reduzir o elevado nível de desemprego no país, o efeito final de longo prazo, comparado a uma situação de equilíbrio inicial, será, supondo tudo o mais constante,
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Um projeto de investimento consiste em um dispêndio inicial, seguido de dez recebimentos futuros. Considere que o projeto foi considerado viável e, após uma revisão, constatou-se que poderia ser aprimorado: um recebimento de 1.000 unidades monetárias (u.m.), no décimo período, poderia ser antecipado para o nono período.
Tal aprimoramento
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No texto seguinte, o economista Gustavo Franco, participante da equipe responsável pela implementação do Plano Real, comenta a política cambial que norteou o referido plano de estabilização anti-inflacionária, entre 1994 e final de 1998:
A política cambial foi dos temas mais intensamente debatidos durante toda a existência do Real [...]. A política cambial de fato jogaria um papel muito importante no sentido de conectar as agendas de estabilização e reforma, na medida em que, simultaneamente, foi crucial para subjugar a hiperinflação, induzir a desindexação, turbinar a abertura mais do que qualquer pacote setorial específico seria capaz, e colocar o consumidor no comando das ações, como deve ser em toda economia de mercado.
FRANCO, G.H.B. O Real e o câmbio: observações à margem da experiência. In: __. O Desafio brasileiro: ensaios sobre desenvolvimento, globalização e moeda. São Paulo: Ed. 34, p.297. Adaptado.
A análise de Gustavo Franco sugere que, no tocante à política cambial, um dos fatores responsáveis pelo sucesso do Plano Real em dar cabo à inflação crônica no Brasil, a partir de 1994, foi a
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