Foram encontradas 15.660 questões.

Nessa fotografia, há um diálogo visual entre diversos elementos da cena. Com esse tipo de composição, Henri Cartier-Bresson revolucionou a fotografia do século XX ao
Provas
TEXTO I
Em casa, Iberê menino traçava a memória da infância. A mãe, concentrada no coser das roupas, mal escutava o lápis de ponta grossa riscar a vida por baixo da mesa. Os carretéis sem linhas ficavam ali, amontoados de solidão. Quando perdiam sua razão de ser para a realidade da mãe, eles desenrolavam longos fios no ar do olhar menino de lberê.
TEXTO II

CAMARGO, I. Carretéis 4. Serigrafia, 13,4 × 23,4 cm.
Fundação lberê Camargo, Porto Alegre, 1959.
A multiplicidade das formas, presente em Carretéis 4, de Iberê Camargo, sugere que
Provas
A gravura como obra múltipla
Na experiência mexicana, a gravura se destacava como meio para ilustrar panfletos e material para mobilizar e informar os trabalhadores rurais e urbanos, de acordo com a luta iniciada na Revolução Mexicana. Inexistindo no Brasil uma “revolução em marcha”, as gravuras, realizadas pelos Clubes de Gravuras, limitavam-se a representar os temas rural e/ou urbano, focalizando o trabalhador e seu ambiente de trabalho, assim como suas lutas reivindicatórias. Além disso, as gravuras circulavam apenas entre os associados do clube e não amplamente, como no caso mexicano, em que eram distribuídas pela cidade e pelo campo.
Em relação à produção mexicana, as obras que circulavam pelos Clubes de Gravura no Brasil caracterizam uma produção que
Provas
Em Tiriyó, imenu quer dizer “desenho” ou “pintura”, mas também “jenipapo” (menu), planta que fornece uma das principais matérias-primas utilizadas na produção de tintas e corantes. Imenu diz respeito aos desenhos de formas geométricas que se aplicam sobre os mais variados suportes: da pele ao papel, passando pelos artefatos. A isso que os Tiriyó definem como imenu, em sua própria língua, os Kaxuyana chamam de imenuru.
Observando as artes gráficas dos povos da região que vai do Amapá ao norte do Pará, é possível observar que muitos dos padrões que compõem o repertório tiriyó são recorrentes entre os Kaxuyana, os Wayana, os Aparai e os Wajãpi. Também encontramos padrões semelhantes entre os Waiwa e outros grupos do norte amazônico.
Entre os grupos indígenas do norte amazônico, as recorrências nas criações gráficas revelam a
Provas
TEXTO I
Origem, tradição e resistência
Foi sentada em seu banco de quartzo que a avó do universo, moradora da Maloca do Céu, criou os homens, os animais, a terra e as águas. O banco foi entregue aos ancestrais dos atuais Tukano, que passaram a reproduzi-lo em madeira. O mito Tukano — povo do noroeste da Amazônia que ainda hoje fabrica os bancos em seu estilo tradicional — indica o lugar dos bancos entre os objetos sagrados, ao mesmo tempo parte do universo primitivo e fonte do poder de criação. A presença nos mitos de origem de alguns povos atesta a antiguidade da arte de talhar bancos: os primeiros registros do uso desses objetos entre ameríndios das terras baixas da América do Sul, do Caribe e da América Central datam de, pelo menos, 4 mil anos.
TEXTO II

Os textos I e ll demonstram, na confecção dos bancos, uma íntima relação de sacralidade entre o ser humano e a natureza, perceptível por meio da
Provas
TEXTO I
Os trabalhos da exposição Adriana Varejão: suturas, fissuras, ruínas colocam em pauta o exame da história visual, das tradições iconográficas europeias e do fazer artístico ocidental. O corte, a rachadura, o talho e a fissura são elementos de narrativas recorrentes nos trabalhos da artista desde 1992. As produções recentes incluem pinturas tridimensionais de grande escala das séries Ruínas de charque e Línguas.
TEXTO II

madeira e alumínio, 160 × 200 × 25 cm. 1999.
A utilização de recursos visuais como suturas, cortes e ruínas por Adriana Varejão, na obra Azulejaria em carne viva, remete à(s)
Provas
TEXTO I
A Ilha do Ferro, situada a 18 km do município de Pão de Açúcar, não é uma ilha, como o nome indica. A história do povoado é semelhante à de inúmeros outros que encontramos às margens do Rio São Francisco, entre Alagoas e Sergipe. O que torna diferente o lugar é sua gente. Hoje, dezenas de artistas populares povoam a Ilha do Ferro, trabalhando principalmente com o entalhe em madeira. Onde pessoas comuns enxergariam apenas troncos e galhos retorcidos, eles vislumbram bancos, bonecos, pássaros, cobras e bailarinas. “Às vezes, você passa por um pedaço de madeira uma vez e não vê nada, passa cinco vezes por ele e não vê nada”, conta um dos artistas, “mas, na décima vez, você consegue enxergar alguma forma nesse pedaço de madeira e transformá-lo em arte”.
TEXTO II

A originalidade do trabalho dos artistas da Ilha do Ferro se dá pela
Provas
O retrato como gênero da pintura ocidental ficou vinculado às elites, tornando invisíveis as populações que não faziam parte do círculo dominante. Num país de tradição escravocrata e colonizado por europeus como o Brasil, pouquíssimas pessoas negras e indígenas foram retratadas em pintura, e menos ainda identificadas com seus nomes nos retratos. Daí a importância, para a história da arte e para a história brasileira, dos retratos de Dalton Paula.

Ao dar protagonismo a Zeferina e a João de Deus Nascimento, o artista Dalton Paula evidencia que a(s)
Provas
Observe a pintura de 1555.

Na obra A Partida de Xadrez, da italiana Sofonisba Anguissola, pode-se observar
Provas
Escolas nacionais de ensino do violino, como a russa, a alemã, a francesa e a franco-belga, tiveram muitos adeptos ao redor do mundo, cada qual priorizando certas virtudes técnicas e interpretativas.
Nesse contexto, pode-se afirmar que a escola russa de violino prioriza o estilo musical:
Provas
Caderno Container