O técnico de enfermagem é frequentemente o primeiro profissional a perceber sinais de intercorrências no pós-operatório
imediato, como hipotermia, sangramento e/ou dessaturação, devendo comunicar e registrar adequadamente esses eventos. Segundo as boas práticas da Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC, 2023), qual é a conduta correta que o técnico de enfermagem deverá tomar, diante de um episódio de hipotermia na Sala de Recuperação Pós-anestésica (SRPA)?
Na Sala de Recuperação Pós-anestésica (SRPA), o técnico de enfermagem tem papel essencial na vigilância clínica pósanestésica, devendo monitorar parâmetros vitais e registrar as observações no prontuário, assegurando a continuidade da
assistência e a prevenção de complicações (SOBECC, 2023).
Assim, qual parâmetro deve ser monitorado e registrado na primeira hora de observação pós-anestésica?
O técnico de enfermagem no centro cirúrgico identificou que um paciente não compreendeu o procedimento a ser realizado. Ao comunicar o fato à equipe e assegurar que as orientações sejam refeitas de forma acessível, demonstra compromisso ético e respeito aos direitos do paciente.
Essa atitude do técnico de enfermagem reflete qual princípio fundamental do SUS e da ética profissional?
O técnico de enfermagem circulante é responsável pela conferência e controle do instrumental cirúrgico, das compressas e
gazes, colaborando diretamente na contagem e garantindo que nenhum item seja retido no campo operatório (SOBECC,
2023).
Assim, qual ação deve ser adotada quando houver divergência na contagem de instrumentais cirúrgicos?
No centro cirúrgico, sob supervisão do enfermeiro, o técnico de enfermagem auxilia na administração de anestésicos e
analgésicos opioides, conforme prescrição médica. Um exemplo é a administração do Fentanil, que exige atenção redobrada por ser medicamento de alta vigilância. O manejo inadequado pode causar depressão respiratória e eventos adversos
graves.
Qual cuidado é essencial, segundo as boas práticas de administração de medicamentos de alta vigilância, com base nas
noções de farmacologia na enfermagem?
Quanto tempo dura o resguardo após o parto normal? Entenda sobre o puerpério
O puerpério, também conhecido como resguardo, é o período em que o corpo da mulher passa por transformações para
retornar às condições pré-gravidez. Segundo define o Manual MSD de Diagnóstico e Tratamento, esse período dura em média
45 dias.
Fonte: https://www.saudeamericas.com.br/post/quanto-tempo-de-resguardo-parto-normal/ (Fragmento adaptado. Acesso em 04 nov. 25)
Com base nas informações, o período referido no texto é equivalente a
A puericultura, enquanto conjunto de ações de
saúde voltadas para o cuidado das crianças de 0 a 5 anos, tem
no enfermeiro um papel central na promoção do
desenvolvimento infantil, na prevenção de doenças e na
orientação familiar, sendo que a identificação precoce de
desvios no crescimento e desenvolvimento é mais relevante do
que o acompanhamento do calendário vacinal completo para o
prognóstico de saúde da criança.
A reabilitação em enfermagem, especialmente em
pacientes com sequelas de AVCou traumas medulares, envolve
um processo contínuo de intervenções que visam restaurar a
capacidade funcional e promover a máxima independência,
sendo que a participação ativa da família e da comunidade é
desejável, mas não indispensável para o sucesso do processo
reabilitador, uma vez que o foco é primordialmente na
autonomia do indivíduo e na sua força de vontade.
O Código de Ética dos Profissionais de
Enfermagem preconiza o sigilo profissional como um direito
do paciente e um dever do enfermeiro, admitindo-se sua quebra
apenas em situações previstas em lei ou quando há risco
iminente para a vida do paciente ou de terceiros, mesmo que a
quebra implique em violação de privacidade e confiança, não
havendo exceções para casos de notificação compulsória de
doenças, por exemplo.
Situação hipotética: Em um centro cirúrgico,
durante a cirurgia de um paciente pediátrico, a equipe de
enfermagem identifica uma súbita alteração na coloração da
pele do paciente, indicando hipoxemia. Assertiva: A enfermeira
circulante deve, imediatamente, conferir a pressurização do
balonete do tubo orotraqueal e a permeabilidade das vias
aéreas, acionando simultaneamente o médico anestesista,
porém, antes de qualquer intervenção, deve-se aguardar a
confirmação laboratorial da hipoxemia para evitar intervenções
desnecessárias.