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Para Kant, o agir bem contém a possibilidade de levar a boa ação. Ou seja, quando agimos, devemos seguir uma regra que nós mesmos desejamos que seja tomada por todas as outras pessoas como regra de suas ações. Este agir ético é chamado pelo filósofo como:
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Mario Sergio Cortella, em seu livro “Educação, convivência e Ética”, faz uma reflexão postulando uma educação edificada na integridade coletiva, abordando a questão política e ética na educação e na convivência em geral. Considerando a visão do filósofo, assinale a alternativa INCORRETA.
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Com base na visão de Aristóteles sobre o conceito de ética, assinale a alternativa INCORRETA.
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No livro “Humano, demasiado humano”, o filósofo Friedrich Nietzsche adverte que existe “verdade e verdade, conquista e conquistas” e que existem também uma “única divina e tirania da falta de liberdade”. Considerando a visão do pensador sobre o conceito de liberdade, assinale a alternativa correta.
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As relações humanas constituem profundamente a existência do homem. Esse arcabouço existencial levou o filósofo Aristóteles a afirmar que o homem é um:
I. Animal político por natureza sendo que a “Eudaimonia” só é possível ser configurada na relação de convivência na cidade.
II. Ser pensante que consegue desenvolver suas habilidades por três espécie de almas: alma vegetal, alma animal e alma humana.
III. Escravo por natureza, necessitando, assim, relacionar-se com o inteligível para libertar-se da escravidão, pois somente o primeiro motor da alma do homem ajudará, o mesmo, a libertar-se do seu estado natural de submissão.
IV. Ser racional com a consciência subjetiva do espírito do absoluto, no qual a essência do “ser-emsi” estabelece um processo de unidade imediata, potencializando a negação do desenvolvimento racional.
Quais estão corretas?
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Sócrates: “Quem não sabe o que uma coisa é, como poderia saber de que tipo de coisa ela é? Ou te parece ser possível alguém que não conhece absolutamente quem é Mênon, esse alguém saber se ele é belo, se é rico e ainda se é nobre? Parece-te ser isso possível? Assim, Mênon, que coisa afirmas ser a virtude?”.
PLATÃO. Mênon. Rio de Janeiro: PUC-Rio; São Paulo: Loyola, 2001 (adaptado).
A atitude apresentada na interlocução do filósofo com Mênon é um exemplo da utilização do(a)
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Minha fórmula para o que há de grande no indivíduo é amor fati: nada desejar além daquilo que é, nem diante de si, nem atrás de si, nem nos séculos dos séculos. Não se contentar em suportar o inelutável, e ainda menos dissimulá-lo, mas amá-lo.
NIETZSCHE apud FERRY, L. Aprender a viver: filosofia para os novos tempos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010 (adaptado).
Essa fórmula indicada por Nietzsche consiste em uma crítica à tradição cristã que
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A filosofia é como uma árvore, cujas raízes são a metafísica; o tronco, a física, e os ramos que saem do tronco são todas as outras ciências, que se reduzem a três principais: a medicina, a mecânica e a moral, entendendo por moral a mais elevada e a mais perfeita porque pressupõe um saber integral das outras ciências, e é o último grau da sabedoria.
DESCARTES, R. Princípios da filosofia. Lisboa: Edições 70, 1997 (adaptado).
Essa construção alegórica de Descartes, acerca da condição epistemológica da filosofia, tem como objetivo
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Texto 1
A crítica não se opõe ao procedimento dogmático da razão no seu conhecimento puro […], mas sim ao dogmatismo […], apoiado em princípios, como os que a razão desde há muito aplica, sem se informar como e com que direito os alcançou. O dogmatismo é, pois, o procedimento dogmático da razão sem uma crítica prévia da sua própria capacidade.
(Immanuel Kant. Crítica da razão pura, 2018.)
Texto 2
Os questionamentos céticos de Hume abalaram profundamente Kant, que visava empreender uma defesa do racionalismo contra o empirismo cético e acabou por elaborar uma filosofia que caracterizou como racionalismo crítico, pretendendo precisamente superar a dicotomia entre racionalismo e empirismo.
(Danilo Marcondes. Iniciação à história da filosofia, 2010. Adaptado.)
Os textos explicitam a noção de “crítica”, que corresponde, na filosofia kantiana,
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A Ecologia Profunda é um conceito filosófico que considera que todos os elementos vivos da natureza devem ser respeitados, assim como deve ser garantido o equilíbrio da biosfera. O termo surgiu em 1972, com o filósofo e ambientalista norueguês Arne Naess (1912-2009). Ele distinguiu as correntes ambientais entre movimentos rasos e movimentos profundos. Os movimentos rasos limitam-se a tentar minimizar os problemas ambientais e garantir o enriquecimento das sucessivas gerações humanas, enquanto a Ecologia Profunda vai na raiz dos problemas ambientais e defende os direitos de toda a comunidade biótica.
(José E. D. Alves. “Os oito princípios da ecologia profunda”.
www.ecodebate.com.br, 05.06.2017. Adaptado.)
A partir do texto, o aspecto filosófico de “Ecologia Profunda” implica uma mudança de conduta, pois requer a
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