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O sagrado e o profano, do pensador romeno Mircea Eliade (1907-1986), resume o essencial da investigação do notável estudioso. Eliade não se deixa impressionar pela secularização promovida pela Época Moderna Ocidental, convencido que está de que muitas das atitudes dos modernos encontram sua explicação última na religiosidade do homem. O livro estuda a experiência religiosa, detendo-se no exame da construção das ideias de espaço e tempo e, finalmente, da vivência religiosa propriamente dita. Na conclusão examina especificamente o tema do sagrado e do profano no mundo moderno.
Internet: <http://www.institutodehumanidades.com.br>.
Quanto às relações entre o sagrado e o profano no contexto das construções míticas e dos processos de secularização, julgue o item.
As noções de tempo e espaço apresentadas inicialmente por Aristóteles e depois encampadas e estendidas no período Moderno (Galileu, Newton, Descartes etc.) implicaram em um processo amplo de dessacralização do mundo, ao menos no contexto científico.
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“Penso, logo existo.” é uma famosa frase de:
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A PARTIR DA LEITURA DO TRECHO A SEGUIR, RESPONDA A QUESTÃO.
Como é possível a Metafísica como disposição natural? Quer dizer: como nascem da natureza da razão humana universal essas questões, que a razão pura formula e que por necessidade própria se sente impulsionada a resolver? Mas como todos os ensaios feitos até hoje para resolver essas questões naturais (por exemplo: a de saber se o mundo teve princípio, ou se é eterno etc.) têm encontrado contradições inevitáveis, não podemos contentar-nos com a simples disposição natural para a Metafísica, quer dizer, com a faculdade da razão pura, de que procede uma Metafísica, qualquer que seja; senão que deve ser possível chegar com ela a uma certeza ou ignorância dos objetos e poder afirmar algo sobre os objetos dessas questões ou sobre a potência da razão, e, por conseguinte, a estender com confiança seu poder ou colocá-la em limites seguros e determinados. Esta última questão, que resulta do problema geral que precede, se expressa nos seguintes termos: de que modo é possível a Metafísica como ciência?
KANT, Emmanuel. Crítica da Razão Pura, B 22.
Para Kant, de acordo com o trecho citado, a faculdade da razão pura é limitada pelo fato de
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A PARTIR DA LEITURA DO TRECHO A SEGUIR, RESPONDA A QUESTÃO.
Como é possível a Metafísica como disposição natural? Quer dizer: como nascem da natureza da razão humana universal essas questões, que a razão pura formula e que por necessidade própria se sente impulsionada a resolver? Mas como todos os ensaios feitos até hoje para resolver essas questões naturais (por exemplo: a de saber se o mundo teve princípio, ou se é eterno etc.) têm encontrado contradições inevitáveis, não podemos contentar-nos com a simples disposição natural para a Metafísica, quer dizer, com a faculdade da razão pura, de que procede uma Metafísica, qualquer que seja; senão que deve ser possível chegar com ela a uma certeza ou ignorância dos objetos e poder afirmar algo sobre os objetos dessas questões ou sobre a potência da razão, e, por conseguinte, a estender com confiança seu poder ou colocá-la em limites seguros e determinados. Esta última questão, que resulta do problema geral que precede, se expressa nos seguintes termos: de que modo é possível a Metafísica como ciência?
KANT, Emmanuel. Crítica da Razão Pura, B 22.
Para o autor, o problema posto pela Metafísica consiste em
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“A , hoje é compreendida como parte da Filosofia, cuja teoria estuda o comportamento e relaciona a como uma prática, entendida como o “exercício das condutas”. Além disso, é entendida como um tipo ou qualidade de conduta que é esperada das pessoas como resultado do uso de regras no comportamento social”.
(acervodigital.unesp. Disponível em https://bit.ly/3iUz30v. Acesso em 17.08.2021)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, o texto.
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Segundo BECKER, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
O grande desafio da aprendizagem humana reside na superação das concepções fundadas em epistemologias do senso comum, sejam elas inatistas ou empiristas.
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Segundo MARCONDES, a denominação “filósofos pré-socráticos” é basicamente cronológica e designa os primeiros filósofos, que viveram antes de Sócrates (470-399 a.C.). São filósofos pré-socráticos, EXCETO:
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O Empirismo é uma corrente filosófica para a qual a experiência é critério ou norma da verdade, considerando-se a palavra “experiência” no significado. Em geral, essa corrente caracteriza-se por:
I. Negação do caráter absoluto da verdade ou, ao menos, da verdade acessível ao homem.
II. Reconhecimento de que toda verdade pode e deve ser posta à prova; logo, eventualmente modificada, corrigida ou abandonada.
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Considerando-se o Materialismo Dialético e Histórico, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) A tese do Materialismo Dialético é que as formas assumidas pela sociedade, ao longo de sua história, dependem das relações econômicas predominantes em certas fases dela.
( ) Entende-se por Materialismo Histórico a filosofia oficial do comunismo enquanto teoria dialética da realidade (natural e histórica).
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Uma característica da filosofia escolástica é unir procedimentos da fé e procedimentos da razão − ponto capital a cujo respeito cometeram-se muitos erros. Entretanto, a posição da maioria dos autores, em especial de São Tomás, é inteiramente clara:
I. Fé e razão provêm ambas de Deus − logo, não se podem opor realmente.
II. Como a razão humana não pode ter a pretensão de ser a Razão absoluta, deve aceitar o controle da fé.
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