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Sobre a “Ética do Discurso” de Habermas, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) Procura um fundamento metafísico no discurso argumentativo.
( ) Desconsidera a guinada pragmática da linguagem na filosofia contemporânea e continua se embasando na guinada hermenêutica da linguagem.
( ) Habermas apresenta sua ética do discurso como sendo cognitivista, solipsista e procedimentalista.
( ) Constitui-se, dentre outras coisas, de uma reformulação do imperativo categórico kantiano na busca de uma fundamentação última baseada na linguagem.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
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Sobre os filósofos pré-socráticos, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) Anaximandro considerou o apeiron o arché, ou seja, a substância primordial, origem de todas as coisas.
( ) Anaxímenes considerou o fogo como seu arché, substância primordial, princípio de todas as coisas.
( ) Empédocles propôs o ar como princípio de todas as coisas, o ar é o elemento mais sutil existente.
( ) Parmênides dizia que o ser é, e não pode deixar de ser, e o não ser não é, e não pode vir a ser.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
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Texto I
No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.
Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos. Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).
Texto II
É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.
F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2
Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.
Considerando-se a filosofia nietzschiana, um robô seria uma “Uma imitação da vida” (l. 13 e 14 do texto I), ou seja, não seria vida autêntica, por não ser dotado de
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Texto I
No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.
Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos. Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).
Texto II
É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.
F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2
Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.
Do trecho “Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele” (l. 5 a 7), do texto II, depreende-se que, para Nietzsche,
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Texto I
No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.
Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos.
Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm
sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da
vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô
consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).
Texto II
É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.
F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2
Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.
No texto I, a forma de o policial conduzir o interrogatório — a partir da perspectiva de que o robô não é humano — é eticamente adequada, pois deriva de sua crença de que não há humanidade possível nessas máquinas.
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Texto I
No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.
Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos.
Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm
sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da
vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô
consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).
Texto II
É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.
F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2
Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.
Da frase “O ser humano não pode não ser livre”, de Sartre, conclui-se que toda existência livre é um ser humano, à luz da filosofia sartriana.
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Texto I
No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.
Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos.
Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm
sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da
vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô
consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).
Texto II
É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.
F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2
Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.
O conceito filosófico de humano, contrariamente a outros conceitos da filosofia, conserva estabilidade ao longo da história, pois sempre esteve relacionado à dimensão biológica que define os seres humanos como espécie.
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