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Metafísica é a ciência que investiga as causas primárias e Aristóteles conclui quatro causas que dão origem à realidade, uma delas é a causa eficiente que faz referência:
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A Fenomenologia para Hussel é a ciência dos fenômenos, para ele é no Eu que o mundo e as coisas fazem sentido. É a partir da intencionalidade da consciência que devemos entender como se produz o conhecimento, pois:
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Valores éticos devem definir-se como sendo aqueles que:
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Entre os grandes períodos da História da Filosofia Ocidental, houve um que defendia que a Filosofia devia estar ao serviço da Teologia, para, deste modo, facilitar a compreensão dos dogmas da religião cristã. Esse Período ficou conhecido como:
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A verdadeira importância do chamado “ato de filosofar” deve-se ao fato de ser ele o único caminho, estritamente racional, que pode levar o homem:
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Entre os meios cognitivos de que o homem dispõe para atingir aquilo que os filósofos chamam de “ser dos entes”, existe um que é baseado unicamente em experiências empíricas e rigorosas. Neste caso, trata-se do conhecimento
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Considere o seguinte texto:
Não vos deixeis enganar! É vossa curta vista, não a essência das coisas, que vos faz acreditar ver terra firme onde quer que seja no mar do vir-a-ser e perecer. Usais nomes das coisas, como se estas tivessem uma duração fixa: mas mesmo o rio, em que entrais pela segunda vez, não é o mesmo da primeira vez.
(HERÁCLITO DE ÉFESO. Coleção Os Pensadores. Vol. I. São Paulo: Victor Civita, 1973, p. 109.)
Com base no texto e no conhecimento sobre o pensamento de Heráclito de Éfeso, considere as seguintes afirmativas:
1. Em todas as coisas, tem-se a constante transformação e não realidades fixas.
2. Os olhos e os ouvidos são más testemunhas para os homens.
3. A ideia de que tudo se transforma diz respeito ao mundo físico, sendo que em sua essência as coisas não se alteram.
4. O vir-a-ser e o perecer conduzem as pessoas ao engano.
Assinale a alternativa correta.
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Texto 1
O significado do termo kosmos para os gregos pré-socráticos liga-se diretamente às ideias de ordem, harmonia e mesmo beleza. […] O cosmo é assim o mundo natural, bem como o espaço celeste, enquanto realidade ordenada de acordo com certos princípios racionais. A ideia básica de cosmo é, portanto, a de uma ordenação racional, uma ordem hierárquica, em que certos elementos são mais básicos, e que se constitui de forma determinada, tendo a causalidade como lei principal.
(Danilo Marcondes. Iniciação à história da filosofia, 2010.)
Texto 2
Quando a filosofia, pela mão de Sócrates, “desceu do céu à terra”, na sugestiva expressão de Cícero, o homem passou a ser o centro das indagações dos pensadores gregos. Platão atribui ao mestre a busca obsessiva do ser e do saber humanos.
(João Pedro Mendes. “Considerações sobre humanismo”. Hvmanitas, vol. XLVII, 1995.)
Os textos caracterizam uma mudança importante na história do pensamento filosófico, trazida pela filosofia de Sócrates e que se expressou
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Sem negar que Deus prevê todos os acontecimentos futuros, entretanto, nós queremos livremente aquilo que queremos. Porque, se o objeto da presciência divina é a nossa vontade, é essa mesma vontade assim prevista que se realizará. Haverá, pois, um ato de vontade livre, já que Deus vê esse ato livre com antecedência.
SANTO AGOSTINHO. O livre-arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995 (adaptado).
Essa discussão, proposta pelo filósofo Agostinho de Hipona (354-430), indica que a liberdade humana apresenta uma
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