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Foram encontradas 6.733 questões.

3798290 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Ao abordarem a filosofia desenvolvida nos séculos XIX e XX, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, no livro Filosofando: introdução à filosofia, explicam um dos acontecimentos importantes desse período: “Chama-se ‘virada linguística’ (…) a revolução que representou o novo paradigma filosófico da epistemologia. A filosofia analítica privilegia a análise conceitual, utilizando os novos recursos da linguística à sua disposição e os da lógica simbólica, que permitem o estudo lógico das sentenças. (…) Abandona as noções do ‘sujeito que conhece’ para se limitar à investigação da linguagem”.
O primeiro Wittgenstein contribui com essa virada ao defender que
 

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3798289 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Na Crítica da razão pura, Kant explica a criticidade presente em sua filosofia: “Em todos os seus empreendimentos deve a razão submeter-se à crítica e não pode fazer qualquer ataque à liberdade desta, sem se prejudicar a si mesma e atrair sobre si uma suspeita desfavorável. Nada há de tão importante, com respeito à utilidade, nem nada de tão sagrado que possa furtar-se a esta investigação aprofundada que não faz exceção para ninguém”.
A criticidade da filosofia kantiana se fundamenta no método que
 

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3798288 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A análise que Andrew Feenberg desenvolve sobre a tecnologia é uma das abordagens discutidas no artigo “A tecnologia como problema filosófico: três enfoques”, de Alberto Cupani. Apesar da crítica à reificação social que a tecnologia tem promovido, Cupani destaca uma postura de esperança de Feenberg: “Essa esperança do autor fundamenta-se no fato de que a hegemonia do ‘código técnico’ do capitalismo não pode impedir que haja iniciativas contrárias”.
A esperança de Feenberg está pautada no que ele denomina “margens de manobra”, que consiste na
 

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3798287 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Um dos filósofos estudados no livro Filosofando: introdução à filosofia, de Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, é Francis Bacon. Dizem elas: “É conhecido como severo crítico da filosofia medieval, por considerá-la desinteressada e contemplativa, uma vez que, de acordo com o espírito da nova ciência moderna, Bacon aspirava a um saber instrumental que possibilitasse o controle da natureza. (…) Bacon inicia seu trabalho pela denúncia dos preconceitos e das noções falsas que dificultam a apreensão da realidade, aos quais chama de ídolos”.
A crítica do filósofo aos ídolos corresponde à crítica
 

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3798286 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Na obra Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins argumentam que “o conhecimento científico precisa ser neutro, além de imparcial e autônomo, a fim de garantir racionalidade e objetividade nas observações e pesquisas. No entanto, sob outros aspectos, a neutralidade científica pode tornar-se uma ilusão”.
A ilusão mencionada no excerto corresponde à
 

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3798285 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins afirmam que “Na Grécia Antiga não havia a ideia de artista no sentido que hoje empregamos, uma vez que a arte estava integrada à vida. As obras de arte dessa época eram utensílios (vasos, ânforas, copos), edificações (templos) ou instrumentos educacionais. O artífice que os produzia era considerado um trabalhador manual, do mesmo nível do agricultor ou do ferramenteiro. Ele era um artesão, tinha domínio da tekhné, numa sociedade que considerava o trabalho manual indigno”. Aranha e Martins destacam uma voz que ecoava o coro dessa sociedade: “Platão (…) recusa-se a dar valor autônomo ao que chamamos de arte”.
O conceito a partir do qual Platão fundamenta sua crítica ao retratado no excerto é o de
 

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3798284 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Peter Singer, em seu livro Ética prática, discute as bases de uma ética animal a partir da seguinte afirmação: “se um ser sofre, não pode haver justificação moral para a recusa de tomar esse sofrimento em consideração”.
O princípio que representa a afirmação do autor é o
 

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3798283 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em seu livro Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins discutem problemas da Estética. Quanto ao belo, elas dizem: “Kant (…) afirma que o belo é ‘aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente’. Para ele, o objeto belo é uma ocasião de prazer, cuja causa reside no sujeito. O princípio do juízo estético (…) é o sentimento do sujeito, e não o conceito do objeto. Entretanto, esse sentimento é despertado pela presença do objeto. Embora seja um sentimento, portanto, subjetivo, individual, há a possibilidade de universalização desse juízo”.
A possibilidade a que o excerto se refere decorre da filosofia kantiana segundo a qual
 

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3798282 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em Ética a Nicômaco, Aristóteles ressalta que “(…) nenhuma das virtudes morais surge em nós por natureza (…). Diga-se, antes, que somos adaptados por natureza a recebê-las e nos tornamos perfeitos pelo hábito”.
À luz da teoria ética mencionada, a virtude é obtida por meio
 

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3798281 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Madalena da Silva, Joel Cezar Bonin e Ramón Garrote, no artigo “Elementos da cultura digital para o ensino de filosofia no Ensino Médio: o que dizem as pesquisas?”, apresentam a seguinte caracterização: “A cultura digital refere-se às práticas, hábitos e valores que emergem da interação humana com as tecnologias digitais, como a internet, as redes sociais, os aplicativos móveis, entre outros. No currículo da educação básica, é necessário trabalhar elementos da cultura digital para que os estudantes possam exercer a cidadania digital de forma crítica e reflexiva”.
No excerto, os autores entendem o exercício da cidadania digital como a
 

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