Mulher de 35 anos, professora, relata queixa de esforço à fonação acompanhada de dor em região de
laringe e falhas na voz. A avaliação perceptivo-auditiva evidenciou voz rugosa e de pitch grave e a
avaliação laringológica identificou lesão sugestiva de cisto epidermoide.
Na fonoterapia dessa paciente, foi indicada a realização de estimulação elétrica nervosa
transcutânea associada a exercícios vocais com o objetivo de:
Mulher de 35 anos, professora, relata queixa de esforço à fonação acompanhada de dor em região de
laringe e falhas na voz. A avaliação perceptivo-auditiva evidenciou voz rugosa e de pitch grave e a
avaliação laringológica identificou lesão sugestiva de cisto epidermoide.
A justificativa fisiopatológica para os achados da avaliação perceptivo-auditiva, respectivamente, são:
Mulher de 47 anos é encaminhada para acompanhamento fonoaudiológico queixando-se de perda
da voz com momentos de melhora e piora dos sintomas. Na avaliação perceptivo-auditiva, foi observada
alteração importante de qualidade vocal, com voz tensa estrangulada, sonoridade intermitente e foco
ressonantal laringofaríngeo abafado. Diante da suspeita de disfonia psicogênica, dois aspectos presentes
que podem contribuir para a confirmação diagnóstica são:
A radioterapia impacta negativamente na qualidade de vida do paciente, que pode sofrer diversos
efeitos colaterais de acordo com a modalidade utilizada. Esses efeitos podem ser tardios ou agudos e o
fonoaudiólogo deverá ser capaz de avaliar e intervir nas alterações da fala, da voz, da deglutição e da
mastigação, sempre considerando o conceito dos efeitos colaterais. Uma associação correta entre efeito
colateral e conceito, respectivamente, corresponde a:
Homem de 52 anos, com histórico de tabagismo e etilismo, foi acometido por carcinoma de laringe.
Por conta do estadiamento do tumor, uma parte da laringe foi resseccionada por meio de laringectomia
parcial vertical. O tumor infiltrou a comissura anterior e uma pequena extensão da prega vocal oposta,
necessitando realizar ressecção da quilha da cartilagem da tireoide, lesão tumoral e uma aritenoide.
Nesse caso, o nome da laringectomia parcial vertical realizada é:
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de
terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem
proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
Durante a discussão multidisciplinar do caso, a equipe questiona sobre a possibilidade do uso de
válvula de fala Passy-Muir. As características do uso dessa válvula e do modo ventilatório PSV,
respectivamente, são:
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de
terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem
proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
O médico assistente solicitou à fonoaudióloga avaliação sobre a possibilidade de alimentação via
oral. Os parâmetros ventilatórios que são recomendados para minimizar interferências da ventilação
mecânica na deglutição durante a avaliação correspondem a:
Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à
direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando
acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o
fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.
Durante a internação, foi realizada fonoterapia duas vezes na semana. A família do paciente,
presente e ativa durante toda a internação, mostrou-se muito ansiosa sobre o processo de recuperação
da linguagem. As informações que devem ser dadas à família em relação ao prognóstico de reabilitação
linguística incluem que há chances do caso evoluir:
Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à
direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando
acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o
fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.
De acordo com o diagnóstico fonoaudiológico, o desempenho de emissão, compreensão e repetição
esperado durante a avaliação de linguagem, respectivamente, é: