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O conceito supracitado trata de qual conceito geográfico?
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( ) A escala cartográfica em um mapeamento da comunidade escolar deve ser obrigatoriamente pequena (ex: 1:1.000.000), pois quanto maior o denominador da fração, mais detalhes da infraestrutura podem ser representados.
( ) A produção de mapas táteis e maquetes funcionais é uma estratégia da cartografia temática que promove a inclusão.
( ) A utilização de variáveis visuais como forma, cor e tamanho é essencial na cartografia temática para diferenciar fenômenos qualitativos e quantitativos no espaço representado.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Qual alternativa preenche CORRETAIT/ENTE a lacuna?
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Coluna 1:
1. Ciclo hidrologico.
2. Percolação.
3. Precipitação.
4. Lixiviação.
5. Escoamento superficial.
Coluna 2:
( ) Movimentação da água abaixo da superfÍcie, recarregando lençois freáticos e mantendo rios durante secas. Solos argilosos limitam o processo, enquanto os arenosos o facilitam.
( ) Processo de retirada dos nutrientes do solo pela ação da água que penetra nas camadas superficiais do substrato.
( ) Também conhecido como ciclo das águas, e o fenômeno de renovação da água na hidrosfera, essencial para a natureza.
( ) Processo de liberação da água acumulada nas nuvens de volta à superfície terrestre. Isso pode ocorrer na forma de chuva, neve ou granizo.
( ) Processo que ocorre quando a intensidade da chuva excede a capacidade de infiltração do solo.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses da Coluna 2?
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Analise o texto abaixo:
Mais de 3 mil pessoas estão desabrigadas na zona da mata mineira, que enfrenta os efeitos da chuva extrema desde segunda-feira (23).
O CBMG (Corpo de Bombeiros de Minas Gerais) divulgou os mais recentes números de mortos e desaparecidos em Juiz de Fora e Ubá. Os municípios da Zona da Mata Mineira sofrem com os efeitos da chuva forte que atingiu a região entre a noite da última segunda-feira (23) e a madrugada de terça (24).
Até o momento, o temporal deixou 53 mortos, sendo 47 em Juiz de Fora e seis em Ubá. No total, mais de 3 mil pessoas estão desabrigadas.
Os bombeiros organizaram 8 frentes de trabalho para lidar com a tragédia, seis em Juiz de Fora e duas em Ubá. Ambas as cidades declararam estado de calamidade pública.
Juiz de Fora teve o mês mais chuvoso de sua história, foi registrado quase o triplo da média histórica de chuva neste mês. Segundo o Inmet, foram acumulados 589,6 mm de chuva em fevereiro, e a média para a região varia entre 170 e 200 mm.
A cidade teve, até agora, 47 mortes confirmadas, e está com 13 pessoas desaparecidas. O número de desabrigados já chega em 3 mil, e de desalojados 400.
Em Ubá, as chuvas extremas alcançaram um acumulado de cerca de 170 milímetros em apenas três horas. O Rio Ubá registrou uma inundação histórica entre a noite de segunda-feira (23) e a madrugada desta terça-feira (24), após atingir 7,82 metros.
O município teve seis mortes registradas e 2 pessoas seguem desaparecidas. De acordo com os bombeiros, há 178 desalojados e 26 desabrigados.
Portal CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/mg/temporal-em-juiz-de-fora-e-uba-deixa-mortos-e-desaparecidos/ Acesso em: 02.mar.2026.
Fortes chuvas e alagamentos, a exemplo da matéria acima, fazem parte do cotidiano das grandes cidades brasileiras. Sobre o texto, analise os itens a seguir:
I. Cidades esponja são áreas urbanas planejadas ou adaptadas para absorver, armazenar, infiltrar e reutilizar a água da chuva, reduzindo enchentes e melhorando a sustentabilidade ambiental.
II. Em vez de escoar rapidamente a água por meio de galerias e canalizações (modelo tradicional), as cidades esponja utilizam infraestrutura verde, como: telhados verdes, jardins de chuva, parques alagáveis, lagos artificiais e áreas úmidas e recuperação de rios e nascentes. Essas soluções permitem que a água passe rapidamente pelo solo, descarregue lençóis freáticos e aumente a sobrecarga do sistema de drenagem. Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Recife são bons exemplos de cidades brasileiras que já aplicam algumas “técnicas de esponja”.
III. Com as mudanças climáticas e o aumento de eventos extremos, muitas cidades sofrem com enchentes e alagamentos, ilhas de calor e impermeabilização excessiva do solo. As cidades esponja ajudam a diminuir enchentes, melhorar a qualidade da água, aumentar a temperatura urbana, reduzir as áreas verdes alagadas e promover qualidade de vida.
IV. As enchentes urbanas são fenômenos complexos, mas, no fundo, elas acontecem quando a cidade perde a capacidade de “beber” a água da chuva. É o “choque” entre um fenômeno natural e uma ocupação humana muitas vezes desordenada.
V. Dentre os pilares que explicam a grande frequência dos alagamentos nas cidades brasileiras, podemos destacar os seguintes fatores: impermeabilização do solo, poucas áreas verdes, deficiência no sistema de drenagem, bueiros e galerias obstruídos, ocupação de áreas de risco e mudanças climáticas e eventos extremos.
Assinale a alternativa que compreende apenas os itens VERDADEIROS:
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Leia os itens a seguir:
1. Analisar fenômenos naturais e processos tecnológicos, com base nas interações e relações entre matéria e energia, para propor ações individuais e coletivas que aperfeiçoem processos produtivos, minimizem impactos socioambientais e melhorem as condições de vida em âmbito local, regional e global.
2. Analisar e utilizar interpretações sobre a dinâmica da Vida, da Terra e do Cosmos para elaborar argumentos, realizar previsões sobre o funcionamento e a evolução dos seres vivos e do Universo, e fundamentar e defender decisões éticas e responsáveis.
3. Analisar processos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local, regional, nacional e mundial em diferentes tempos, a partir da pluralidade de procedimentos epistemológicos, científicos e tecnológicos, de modo a compreender e posicionar-se criticamente em relação a eles, considerando diferentes pontos de vista e tomando decisões baseadas em argumentos e fontes de natureza científica.
4. Analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, mediante a compreensão das relações de poder que determinam as territorialidades e o papel geopolítico dos Estados-nações.
5. Analisar e avaliar criticamente as relações de diferentes grupos, povos e sociedades com a natureza (produção, distribuição e consumo) e seus impactos econômicos e socioambientais, com vistas à proposição de alternativas que respeitem e promovam a consciência, a ética socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional, nacional e global.
6. Analisar as relações de produção, capital e trabalho em diferentes territórios, contextos e culturas, discutindo o papel dessas relações na construção, consolidação e transformação das sociedades.
7. Identificar e combater as diversas formas de injustiça, preconceito e violência, adotando princípios éticos, democráticos, inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos.
8. Participar do debate público de forma crítica, respeitando diferentes posições e fazendo escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), são competências específicas de Ciências Humanas e Sociais aplicadas para o ensino médio os seguintes itens:
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