Magna Concursos

Foram encontradas 48.578 questões.

4234667 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
Situado no coração de Recife, capital de Pernambuco, um dos principais polos tecnológicos do país, focado em inovação, tecnologia da informação e economia criativa, chama-se:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4234439 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-SP
Provas:

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil

Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém-publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.

Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro-Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.

“Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.

Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.

Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere-se do texto que, com o aumento da industrialização no interior do País, as metrópoles deixaram de ser polos industriais.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4234438 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-SP
Provas:

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil

Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém-publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.

Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro-Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.

“Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.

Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.

Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Segundo o estudo mencionado no texto, o Brasil voltou a apresentar crescimento industrial, em um fenômeno denominado neoindustrialização.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4234436 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-SP
Provas:

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil

Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém-publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.

Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro-Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.

“Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.

Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.

Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere-se das ideias do texto que o Brasil passou a ter cenário industrial mais descentralizado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A globalização promoveu intensificação das relações econômicas, culturais e tecnológicas entre diferentes países, influenciando diretamente a economia mundial, os mercados de trabalho e os hábitos sociais. O avanço dos meios de comunicação e dos transportes possibilitou maior circulação de mercadorias, capitais, informações e pessoas em escala global, gerando impactos positivos e desafios para diferentes sociedades.
Entre as características associadas ao processo de globalização, destaca-se:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4234226 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Pinhal São Bento-PR

A globalização intensificou as relações econômicas e culturais entre os países, facilitando a circulação de produtos, serviços, tecnologias e informações em escala mundial.

Entre as características da globalização está:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4234163 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Candelária-RS
Provas:

Analise a tabela e leia o texto a seguir:

Produtos US$ FOB %
Soja, mesmo triturada, exceto para semeadura 4.054.093.392 18,20
Tabaco não manufaturado, total ou parcialmente destalado, em folhas secas em secador de ar quente (flue cured), do tipo Virgínia 2.038.644.246 9,15
Bagaços e outros resíduos sólidos, da extração do óleo de soja 1.432.166.364 6,43
Pastas químicas de madeira, à soda ou ao sulfato, exceto pastas para dissolução, semibranqueadas ou branqueadas, de não coníferas 832.633.251 3,74
Pedaços e miudezas, comestíveis de galos/galinhas, congelados 792.204.115 3,56
Outros trigos e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura 645.610.553 2,90
Outras carnes de suíno, congeladas 600.272.817 2,70
Óleo de soja, em bruto, mesmo degomado 467.975.426 2,10
Farinhas e pellets, da extração do óleo de soja 377.007.142 1,69
Carnes de galos/galinhas, não cortadas em pedaços, congeladas, sem miudezas 356.459.269 1,60
Arroz com casca (arroz paddy), não parboilizado 303.445.268 1,36
Outras partes e acessórios para tratores e veículos automóveis 294.785.037 1,32
Polietileno de densidade inferior a 0,94, sem carga 253.416.019 1,14
Tabaco não manufaturado, total ou parcialmente destalado, em folhas secas (light air cured), do tipo Burley 227.823.937 1,02
Outros polietilenos sem carga, densidade >= 0.94, em formas primárias 220.617.029 0,99
Outros Produtos 9.374.384.945 42,09
Total 22.271.538.810 100,00

Fonte: Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul, 2024.
Estatísticas das exportações do Rio Grande do Sul (2024)

De acordo com a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão do RS, em 2024, as exportações do Rio Grande do Sul alcançaram US$ 21,9 bilhões. A China permaneceu como o principal destino, concentrando 26,2% das vendas externas do Estado. Entre os produtos que apresentaram crescimento, destacou-se a soja em grão, cujas exportações aumentaram 12% em relação a 2023.

Considerando as informações apresentadas e a inserção do Rio Grande do Sul na economia mundial, analise as assertivas a seguir: 

I. A participação expressiva da soja em grão, do fumo não manufaturado e de outros produtos primários ou de baixo grau de processamento na pauta exportadora evidencia uma especialização produtiva relacionada ao processo de primarização das exportações.
II. A importância do mercado chinês demonstra que a demanda externa pode influenciar a organização das atividades produtivas e das redes logísticas dos territórios exportadores.
III. A concentração das exportações em commodities pode ampliar a exposição da economia estadual às oscilações dos preços internacionais, às alterações da demanda externa e às condições climáticas que afetam a produção.
IV. O crescimento do valor exportado por determinado produto demonstra, por si só, a superação da primarização, pois o aumento das receitas externas corresponde necessariamente à elevação da intensidade tecnológica da pauta exportadora.

Quais estão corretas?

 

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4234161 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Candelária-RS
Provas:
De acordo com Schiocchet (2011), o que explica a chamada Primavera Árabe, hoje, não é especialmente o contexto político das últimas décadas, mas sim o contexto histórico mais amplo da região. Diante disso e considerando os processos históricos e geopolíticos relacionados à formação do Oriente Médio contemporâneo, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4234160 Ano: 2026
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Candelária-RS
Provas:
De acordo com dados do Censo Demográfico 2022 divulgados pelo IBGE, 20,9% dos moradores de domicílios particulares permanentes residiam em imóveis alugados, o maior percentual registrado entre os Censos de 1980 e 2022. Embora a maior parte da população ainda residisse em domicílios próprios, os resultados evidenciam mudanças no perfil habitacional do país e reforçam a importância da análise de diferentes indicadores para a compreensão das desigualdades socioespaciais brasileiras. Com base no exposto e na organização do espaço geográfico brasileiro, analise as assertivas a seguir: 

I. As características dos domicílios constituem importantes indicadores das condições socioeconômicas da população, permitindo identificar desigualdades entre regiões e grupos sociais.
II. A condição de ocupação do domicílio deve ser analisada em conjunto com outros indicadores, como infraestrutura, acesso à internet e densidade domiciliar, para uma compreensão mais ampla da realidade habitacional brasileira.
III. O crescimento da proporção de moradores em imóveis alugados evidencia mudanças no perfil habitacional da população brasileira.
IV. O aumento da população residente em imóveis alugados demonstra que as desigualdades habitacionais brasileiras foram reduzidas.

Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A rede urbana do Rio Grande do Sul é estruturada a partir de duas dimensões principais, quais sejam:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas