Foram encontradas 12.025 questões.
De acordo com Rhode (2013), no livro “Geoquímica ambiental e estudos de impacto”, um sistema de monitoramento de geossistema tem vários aspectos, e todos devem ser seguidos com bastante rigor.
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os tipos de monitoramentos a algumas de suas características, conforme descrito pelo autor da referida obra.
COLUNA I
1. Monitoramento espacial
2. Monitoramento de fluxos
3. Monitoramento físico-químico
COLUNA II
( ) Nesse tipo de monitoramento, deve-se estabelecer métodos de medição direta de movimentos, verificar a topografia com benchmarks e instalar medidores de pressão e nível da água.
( ) Nesse tipo de monitoramento, deve-se identificar os fluxos significativos a serem medidos, estabelecer frequências das medidas e estabelecer a malha de monitoramento.
( ) Nesse monitoramento, é preciso escolher a cartografia a ser utilizada para monitorar, determinar a temática de evolução da área geográfica, estabelecer métodos de campo e indicar uso de aerofotos.
Assinale a sequência correta.
Provas
Analise as afirmativas a seguir, feitas pelo geógrafo Aziz Ab’Saber, em sua obra “Os domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas” (2003), sobre algumas características dos domínios morfoclimáticos brasileiros, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O domínio morfoclimático amazônico apresenta terras baixas e grande extensão de florestas equatoriais densas.
( ) As pradarias são áreas chamadas, também, de coxilhas que ficam em uma área ecológica típica de zona temperada cálida, subúmida, sujeita a uma certa estiagem de fim de ano.
( ) A caatinga é um domínio de depressões intermontanas e interplanálticas de clima semiárido.
( ) Os Mares de Morro compõem-se por áreas mamelonares tropical-atlânticas e bastante florestadas no passado.
Assinale a sequência correta.
Provas
De acordo com Guerra & Guerra (2008), as águas podem ser tipificadas de diferentes maneiras. Uma dessas águas “não é retirada pelo solo e por isso [é] descendente até a superfície freática. Os iônios nela dissolvidos são extraídos do solo, o qual se empobrece e se acidifica (descalcificação)”.
GUERRA, A. T.; GUERRA, A. J. T. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. p. 26 (adaptado).
O tipo de água descrito é a
Provas
Na obra “Geossistemas: uma introdução à geografia física” (2012), afirma-se que “as camadas interiores do núcleo, do manto e da crosta são diferenciadas pela composição química [e / ou] por seu caráter rígido ou plástico. (...) usando esse [último] critério, os cientistas dividem a porção externa do planeta” nas seguintes camadas:
Provas
De acordo com a obra “Geossistemas: uma introdução à geografia física” (2012), os solos possuem diferentes tipos de horizontes.
A esse respeito, e com base na referida obra, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os tipos de horizontes às suas características.
COLUNA I
1. Horizonte O
2. Horizonte E
3. Horizonte B
COLUNA II
( ) Esse horizonte acumula argilas, alumínio e ferro. Horizonte dominado pela iluviação, em que os materiais lixiviados pela água em uma camada entram e se acumulam em outra.
( ) Esse horizonte é composto majoritariamente de areia grossa, silte e minerais resistentes à lixiviação.
( ) Esse horizonte possui composição orgânica derivada da serrapilheira vegetal e animal depositada e transformada em húmus, uma mistura de materiais orgânicos decompostos e sintetizados.
Assinale a sequência correta.
Provas
Na obra “Os domínios de natureza no Brasil: pontencialidades paisagísticas” (2003), o geógrafo Azis Ab’Saber afirma:
“Já se disse que as paisagens de exceção constituem fatos isolados, de diferentes aspectos físicos e ecológicos no corpo geral das paisagens habituais [e que] são referenciais para os homens desde a pré-história. (...) no amplo conjunto de paisagens de exceção existentes [no Brasil, destaca-se uma que está] à jusante dos grandes reservatórios regionais (...) e é um dos desfiladeiros mais importantes e espetaculares do Brasil. Suas paredes rochosas semidesnudas são revestidas por espécies anãs de uma [vegetação] arbustiva e esgarçada. Uma vegetação resistente se instalou em íngremes vertentes de rochas resistentes, superficialmente dominadas por litossolos”.
AB’SABER. A. N. Os domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê editorial, 2003. p. 149-150 (adaptado).
A descrição refere-se à paisagem de exceção chamada de
Provas
Sobre os tipos de racionalidade que devem ser identificados para a implantação de um empreendimento no meio natural, faz-se a seguinte afirmativa:
“[Essa racionalidade] pode ser conceituada a partir do momento em que se identifica a sociedade como uma coleção de indivíduos e, consequentemente, estão destinados a surgir conflitos de interesse que não podem ser resolvidos por [outros meios]. [Tal racionalidade] opera mais no sentido de estabilizar e institucionalizar conflitos do que de removê-los e, dessa maneira, não é socialmente racional”.
RHODE, G. M. Geoquímica ambiental e estudos de impacto. São Paulo: Oficina de textos, 2013. p. 17 (adaptado).
A racionalidade descrita é
Provas
[Esse metamorfismo] desenvolve-se em faixas longas e estreitas nas adjacências de falhas ou zonas de cisalhamento, onde pressões dirigidas de grande intensidade causam movimentação e rupturas na crosta. A energia mecânica envolvida produz intensa cominuição dos minerais na zona de maior deformação, reduzindo a granulação das rochas em escalas diversas e deformando-as com intensidade variáveis. [Esse metamorfismo] provoca transformações texturais e estruturais como microbandamentos ou laminações tectônicas.
TEIXEIRA, W.; FAIRCHILD, T. R.; TOLEDO, M. C. M.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009. 623p. (adaptado).
O metamorfismo descrito no trecho anterior é o:
Provas
[Trata-se] de um corpo tubular, com forma de folha, formado pela injeção de magma entre as camadas paralelas da rocha acamada preexistente. [...] são intrusões concordantes, isto é, seus limites são paralelos às camadas, sejam elas horizontais ou não. O tamanho [pode variar] de um centímetro a centenas de metros e podem estender-se por áreas consideráveis.
PRESS, F.; SIEVER, R.; GROTZINGER, J.; JORDAN, T. H. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006 (adaptado).
Essa descrição refere-se a um(a):
Provas
“[Ao entrar no Brasil, esse importante rio corre sobre diversas bacias. Uma dessas bacias] está situada entre os escudos das Guianas, ao norte, e do Brasil Central, ao sul. Possui orientação ENE-WSW e se estende entre o Arco de Purus, que passa na altura da confluência dos rios [importantes da região], até o Arco de Gurupá. Sua estratigrafia é relativamente bem conhecida, envolvendo sequências de rochas do Paleozoico, Mesozoico e Cenozoico com espessura de até 5.000 m. Ela se formou a partir de um regime extensional [...] durante o Paleozoico. No Mesozoico ergueu-se um alto na região da cidade de Monte Alegre (PA), designado Arco de Monte Alegre, que formou dois depocentros [...].
HASUI, Y., CARNEIRO, C. D. Ré.; ALMEIDA, F. F, M. de.; BARTORELLI, A. Geologia do Brasil. São Paulo: Editora Beca, 2012 (adaptado).
A descrição refere-se à bacia
Provas
Caderno Container