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Foram encontradas 6.626 questões.

931482 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Em junho de 2009, por decisão do ministro Gilmar Mendes, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o fim da obrigatoriedade do diploma superior para o exercício da profissão de jornalista instituída em 13/05/1943 pelo Decreto-Lei nº 5.480, assinado pelo presidente Getúlio Vargas e pelo ministro Gustavo Capanema. O diploma continuava também como exigência, pelo Decreto-Lei nº 972, de 17/10/1969, para o registro profissional no Ministério do Trabalho. Desde 2009, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que congrega os sindicatos profissionais de jornalistas de todo o território nacional, tenta restabelecer a obrigatoriedade do diploma, através da Câmara dos Deputados e do Senado. Como é seguida, para o exercício da profissão de jornalista, a questão do diploma universitário nos demais países do mundo?
 

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931481 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Entre os anos 20 e 70, ensina Antonio Hohlfeldt, doutor em Letras pela PUC/RS, que desenvolveram-se um certo número de teorias ligadas aos processos informacionais. Mas foi já a partir dos anos 60, concentrando-se nos anos 70, através de vários pesquisadores dos Estados Unidos que se fez o cruzamento das diferentes teorias, a fim de ser possível compreender a abrangência desse processo comunicacional. Hohlfeldt analisa em especial a agenda setting (agendamento que a mídia faz junto ao receptor), o newsmaking (ênfase à produção da informação ou à transformação dos acontecimentos) e a espiral do silêncio (desdobramento da agenda setting que destaca a onipresença da mídia como modificadora ou formadora de opinião a respeito da realidade), que nos alertam para o fato de que “não se pode ser nem preconceituoso nem ingênuo em relação à mídia”. Para Hohlfeldt, a mídia se não tem aquele poder absoluto até a década de 20, por certo possui ainda uma força de todo não dimensionada, graças às diferentes estratégias com que é sucessivamente apropriada por diversos grupos, políticos ou não. Aliás, lembra ele, muitos estudiosos costumam dizer também que as atuais tecnologias resultam da necessidade das grandes empresas internacionais manterem ocupados seus cientistas contratados, de modo que sempre revisem suas descobertas, a fim de encontrar novas utilizações para o que foi parcialmente desenvolvido ou utilizado. O que Zbigniew Brzezinski, já em 1969, denominou de tecnotrônica, isto é, a combinação de diferentes tecnologias que permite o advento de um novo salto:
 

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931480 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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“Das mídias existentes, a que parece representar um desafio maior para os jornalistas, por ser um veículo novo e em constante mutação, é mesmo a internet. A possibilidade de reunir, em um mesmo meio, características dos demais veículos – texto, som e imagem em movimento –, de navegar por gráficos, vídeos, cores e caracteres de vários tipos e tamanhos e de escolher o caminho a seguir por intermédio do hipertexto e seus links confere à linguagem jornalística na web características bastante peculiares. E exige do jornalista o domínio não só de técnicas de texto e estilo, mas dos recursos técnicos para construir as notícias.” Esta análise é da professora Maristela Fittipaldi, ao explicar ainda que, no texto jornalístico na web, não há mais “horário de fechamento”, mas um fechamento contínuo da edição na internet. E destaca outra positiva característica, citando o professor Eduardo de Carvalho Viana:
 

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931479 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Nos veículos de comunicação, impressos ou digitais, a narrativa e a descrição dos fatos devem ser exatas e objetivas. O que, muitas vezes, mesmo para experimentados jornalistas profissionais, pode não ser uma tarefa de fácil realização, em função da carga de subjetividade do ser humano, por razões e influências referentes à época, país, cidade em que se vive, cultura que se acumulou, relações pessoais e sociais. Por isto, o manual de redação da “Folha de São Paulo” afirma, categoricamente, “não existir objetividade em jornalismo”. Com igual ênfase, porém, ressalva que isto “não exime o jornalista da obrigação de ser o mais objetivo possível”. Já o manual de redação de “O Estado de São Paulo”, além de igualmente cobrar objetividade no texto jornalístico, também é taxativo na recomendação aos seus profissionais para textos tanto imparciais quanto objetivos: “não exponha opiniões, mas fatos, para que o leitor tire deles as próprias conclusões”. Portanto, ambos os manuais alertam que, para ter objetividade, o jornalista deverá:
 

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931478 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Na Comunicação Social, o que é comunicado é o que vale e passa a existir. Ou seja, o que tem e terá importância para os indivíduos e a sociedade. É, assim, fundamental a noção de realidade, do que é de fato. E se não houver ética profissional, o que é pode não aparecer, ficará invisível aos olhos do público, não será revelado e conhecido. E o que não é, mas aparece e é destacado nas redes sociais, por exemplo, pode virar “notícia” e pior: ser a única informação tida como verdadeira. Isto não é novidade porque os sofistas de hoje usam aquela mesma “meia-verdade” milenar dos sofistas. Utilizam argumentos e raciocínios falsos para explicar fatos, acontecimentos, julgar pessoas e destacar produtos. Como se sabe, o sofisma teve origem:
 

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897260 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vilhena-RO
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Sobre Análise de Conteúdo, leia as afirmativas.

I. É uma metodologia que, na maior parte dos casos, parte sobretudo de uma perspectiva quantitativa, analisando numericamente a frequência de ocorrência de determinados termos, construções e referências em um dado texto, a fim de produzir inferências sobre as respectivas condições de produção.

II. Alguns pesquisadores consideram a Análise de conteúdo um método superficial por insistir no conteúdo latente e manifesto dos objetos analisados bem como por dar ênfase a simplificações e distorções quantitativas.

III. Um dos passos seguidos pela Análise de Conteúdo é definição do problema de pesquisa em que define-se o corpus dos media que serão descritos e analisados.

Está correto, apenas, o que se afirma em:

 

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897259 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vilhena-RO
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Pode-se afirmar que alguns estudiosos, como Kraus e Davis, consideram que a investigação sobre os meios de comunicação na sociedade passou, no século XX, por etapas fundamentais. A etapa que se refere a 1960 em diante:
 

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897258 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vilhena-RO
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Uma das teorias da comunicação se preocupa em determinar ou prescrever como é que os jornais devem atuar para que certos valores sociais sejam respeitados ou atingidos. Essa definição refere-se à teoria:
 

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897257 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vilhena-RO
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Entre os conceitos essenciais que fizeram a sua aparição dentro dos Estudos Culturais, há a hegemonia. Sobre esse conceito leia as afirmativas.

I. Caracteriza a liderança cultural e ideológica de uma classe sobre as outras.

II. Integra os recursos simbólicos que são utilizados pelas diferentes classes na luta pela obtenção da liderança.

III. Designa o conjunto das instituições responsáveis pela elaboração e/ou difusão de valores simbólicos.

Está correto ,apenas, o que se afirma em:

 

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897256 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vilhena-RO
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Sobre estruturas de notícias e de reportagens, leia as afirmações a seguir.

I. A reportagem reúne tantas informações, por absorver a abertura de espaços geográficos e as possibilidades de tempo objetivo e subjetivo ampliados pelo mundo contemporâneo, que se “atrapalha”, quando tenta estabelecer a ordenação cronológica.

II. Montar uma matéria não oferece dificuldades similares à estruturação de uma narrativa literária, haja vista a possibilidade de se usar modelos estratificados ou dinâmico.

III. No momento de dar forma a uma entrevista em profundidade, ou a um conjunto de entrevistas numa complexa edição, vários problemas desafiam o jornalista do ponto de vista literário.

Estão corretos apenas os itens:

 

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