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Foram encontradas 6.774 questões.

931490 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Alastram-se, nas redes sociais, informações sem credibilidade, que alguns caracterizam logo como fake news (fake significa fraude, sentido mais grave do que uma falsa notícia, pelo caráter de clara tentativa de indução ao erro). Isto não é propriamente uma novidade, no meio jornalístico ou fora dele, porque antes mesmo da expressão inglesa, já existiam em Português palavras como barriga (grave erro de informação) e fofoca (informação maliciosa) que, exatamente pelo erro e pelo objetivo maldoso, não tinham espaço na prática do bom jornalismo. Já existiam, também, as palavras boato e rumor, com definições nos manuais de redação, em função dos cuidados que os jornalistas profissionais devem ter para evitar notícia imprecisa ou falsa, o que leva à inevitável falta de credibilidade para a mídia. O que quer dizer rumor e o que significa boato?
 

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931489 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Entre os objetivos da pauta jornalística está a preocupação de que o tema/assunto escolhido seja útil para o cotidiano do leitor, ouvinte, telespectador ou internauta. Isto é, traga respostas de interesse público. Na mídia, ultimamente, tem sido frequente o uso direto, como pauta e/ou até para publicação na íntegra, de press-releases ou informações encaminhadas por assessorias de imprensa. O que traz às redações o interesse pessoal e empresarial de quem os representa. Por isso, o release encaminhado às redações deverá
 

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931488 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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O texto jornalístico pode usar variadas técnicas conforme a mídia ou apresentar diversos tipos e gêneros de redação. Pode ainda aparecer como notícia, reportagem, entrevista, editorial, crônica ou coluna especializada, por exemplo. Qual a diferença principal de objetivo entre o texto noticioso (informativo) e o texto do editorial (opinativo)? São eles a mesma coisa? Podem ser misturados, na sequência dos parágrafos?
 

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931487 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Em “Teorias da Comunicação – o pensamento e a prática da Comunicação Social, os pesquisadores Ilana Polistchuk e Aluízio Trinta apontam que hoje vem sendo privilegiado o pensamento visualmente expresso, contrapondo-o à cultura letrada. E, com tal atitude, promove-se com frequência o que é superficial, em detrimento do que exige maior e mais profunda reflexão: ‘tudo é rápido, fácil e desprovido de densidade’. Isto seria por influência de
 

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931486 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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O que é a realidade hoje, diante do fato de que o mesmo real pode ser material, visto a olho nu, e, ao mesmo tempo virtual, visto por óculos digitais, por olhos fixados na tela cada vez maior da TV, ou no monitor do computador ou, ainda, na tela menor dos celulares. Os avanços tecnológicos recentes estão multiplicando a maneira de ver. Há capacetes ou óculos especiais para a realidade virtual. E, mais do que isto, uma terceira possibilidade de ver as coisas, quando se amplia a visão material (a realidade expandida) ou quando se amplia o campo de visão na realidade virtual. No entanto, a visão nua do olho humano ainda atinge um campo maior e, por isso, sem tonturas ou perda momentânea da noção de espaço, sobrepondo-se por isto à visão possibilitada pelos novos equipamentos tecnológicos. Qual a principal razão desta efetiva vantagem do olho humano?
 

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931485 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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“O jornalismo brasileiro está em desenvolvimento. Nas capitais são publicados matutinos de projeção nacional. Nas grandes e médias cidades do interior existem diários de caráter regional, que constituem excelentes padrões de imprensa. Resta ainda, no entanto, a valorização do jornalista profissional”. Este relato está nas palavras iniciais de “Técnicas de Codificação em Jornalismo”, de um pioneiro do ensino de Comunicação Social, no Brasil. O livro foi lançado em 1978 e teve seguidas edições, sendo considerado, desde então, uma obra histórica e de referência para os cursos de jornalismo do país inteiro. O seu autor é:
 

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931484 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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A grande imprensa norte-americana, historicamente modelo de texto e de linha editorial para a imprensa brasileira, busca a imparcialidade. Por exemplo, quando faz a cobertura de eleições presidenciais. O tempo todo da campanha deixa sempre claro, em seus editoriais, por qual partido ou candidato tem preferência. Este posicionamento como veículo de comunicação, no entanto, não contamina o trabalho da reportagem. Nos Estados Unidos, preocupam-se em separar a opinião no editorial da livre apuração jornalística dos fatos. Ou seja, deixa claro a seus leitores que toma parte, mas não manipula a notícia de maneira ideológica, partidária ou por interesse empresarial. E os grandes veículos de comunicação, no Brasil, sempre procuraram dar preferência à plena realidade dos fatos, como está claramente recomendado em seus manuais de redação. Por exemplo, a “Folha de São Paulo”, no verbete ouvir o outro lado, conceitua que todo fato comporta mais de uma versão e recomenda aos seus profissionais registrarem sempre “todas as versões”. Interessante acrescentar: em outro verbete referente ao noticiário sobre minorias, acentua que elas devem ser tratadas com “relevância respeitosa e sem preconceito”. E isto é, mais uma vez, precioso conceito sobre a permanente imparcialidade. A propósito, como e por quais razões a mídia deve distinguir, com imparcialidade, os grupos minoritários presentes e atuantes em sua sociedade?
 

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931483 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Destacada por estudiosos da mídia como a técnica de redação mais adotada em jornais do Ocidente, a pirâmide invertida é, segundo o manual de redação da “Folha de São Paulo”, a maneira profissional das informações mais importantes serem dadas no início do texto e as demais, embora também interessantes, poderem seguir hierarquização decrescente e tornarem-se até dispensáveis, ficando, assim, para os parágrafos finais da matéria jornalística. Qual a razão principal, portanto, de se adotar o conceito de pirâmide invertida?
 

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931482 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Em junho de 2009, por decisão do ministro Gilmar Mendes, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o fim da obrigatoriedade do diploma superior para o exercício da profissão de jornalista instituída em 13/05/1943 pelo Decreto-Lei nº 5.480, assinado pelo presidente Getúlio Vargas e pelo ministro Gustavo Capanema. O diploma continuava também como exigência, pelo Decreto-Lei nº 972, de 17/10/1969, para o registro profissional no Ministério do Trabalho. Desde 2009, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que congrega os sindicatos profissionais de jornalistas de todo o território nacional, tenta restabelecer a obrigatoriedade do diploma, através da Câmara dos Deputados e do Senado. Como é seguida, para o exercício da profissão de jornalista, a questão do diploma universitário nos demais países do mundo?
 

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931481 Ano: 2018
Disciplina: Jornalismo
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Entre os anos 20 e 70, ensina Antonio Hohlfeldt, doutor em Letras pela PUC/RS, que desenvolveram-se um certo número de teorias ligadas aos processos informacionais. Mas foi já a partir dos anos 60, concentrando-se nos anos 70, através de vários pesquisadores dos Estados Unidos que se fez o cruzamento das diferentes teorias, a fim de ser possível compreender a abrangência desse processo comunicacional. Hohlfeldt analisa em especial a agenda setting (agendamento que a mídia faz junto ao receptor), o newsmaking (ênfase à produção da informação ou à transformação dos acontecimentos) e a espiral do silêncio (desdobramento da agenda setting que destaca a onipresença da mídia como modificadora ou formadora de opinião a respeito da realidade), que nos alertam para o fato de que “não se pode ser nem preconceituoso nem ingênuo em relação à mídia”. Para Hohlfeldt, a mídia se não tem aquele poder absoluto até a década de 20, por certo possui ainda uma força de todo não dimensionada, graças às diferentes estratégias com que é sucessivamente apropriada por diversos grupos, políticos ou não. Aliás, lembra ele, muitos estudiosos costumam dizer também que as atuais tecnologias resultam da necessidade das grandes empresas internacionais manterem ocupados seus cientistas contratados, de modo que sempre revisem suas descobertas, a fim de encontrar novas utilizações para o que foi parcialmente desenvolvido ou utilizado. O que Zbigniew Brzezinski, já em 1969, denominou de tecnotrônica, isto é, a combinação de diferentes tecnologias que permite o advento de um novo salto:
 

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