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Alastram-se, nas redes sociais, informações sem credibilidade, que alguns caracterizam logo como fake news (fake
significa fraude, sentido mais grave do que uma falsa notícia, pelo caráter de clara tentativa de indução ao erro). Isto
não é propriamente uma novidade, no meio jornalístico ou fora dele, porque antes mesmo da expressão inglesa, já
existiam em Português palavras como barriga (grave erro de informação) e fofoca (informação maliciosa) que,
exatamente pelo erro e pelo objetivo maldoso, não tinham espaço na prática do bom jornalismo. Já existiam, também,
as palavras boato e rumor, com definições nos manuais de redação, em função dos cuidados que os jornalistas
profissionais devem ter para evitar notícia imprecisa ou falsa, o que leva à inevitável falta de credibilidade para a mídia.
O que quer dizer rumor e o que significa boato?
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- Assessoria de Comunicação no Jornalismo
- Produtos de Assessoria
- Instrumentos de divulgação: release, sugestão de pauta, entrevista
Entre os objetivos da pauta jornalística está a preocupação de que o tema/assunto escolhido seja útil para o cotidiano
do leitor, ouvinte, telespectador ou internauta. Isto é, traga respostas de interesse público. Na mídia, ultimamente,
tem sido frequente o uso direto, como pauta e/ou até para publicação na íntegra, de press-releases ou informações
encaminhadas por assessorias de imprensa. O que traz às redações o interesse pessoal e empresarial de quem os
representa. Por isso, o release encaminhado às redações deverá
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- Gêneros Jornalísticos
- Técnicas Jornalísticas
- Redação Jornalística
- Editorial
- Gênero Informativo e Opinativo
O texto jornalístico pode usar variadas técnicas conforme a mídia ou apresentar diversos tipos e gêneros de redação.
Pode ainda aparecer como notícia, reportagem, entrevista, editorial, crônica ou coluna especializada, por exemplo.
Qual a diferença principal de objetivo entre o texto noticioso (informativo) e o texto do editorial (opinativo)? São eles
a mesma coisa? Podem ser misturados, na sequência dos parágrafos?
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Em “Teorias da Comunicação – o pensamento e a prática da Comunicação Social, os pesquisadores Ilana Polistchuk e
Aluízio Trinta apontam que hoje vem sendo privilegiado o pensamento visualmente expresso, contrapondo-o à cultura
letrada. E, com tal atitude, promove-se com frequência o que é superficial, em detrimento do que exige maior e mais
profunda reflexão: ‘tudo é rápido, fácil e desprovido de densidade’. Isto seria por influência de
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O que é a realidade hoje, diante do fato de que o mesmo real pode ser material, visto a olho nu, e, ao mesmo tempo
virtual, visto por óculos digitais, por olhos fixados na tela cada vez maior da TV, ou no monitor do computador ou, ainda,
na tela menor dos celulares. Os avanços tecnológicos recentes estão multiplicando a maneira de ver. Há capacetes ou
óculos especiais para a realidade virtual. E, mais do que isto, uma terceira possibilidade de ver as coisas, quando se amplia
a visão material (a realidade expandida) ou quando se amplia o campo de visão na realidade virtual. No entanto, a visão
nua do olho humano ainda atinge um campo maior e, por isso, sem tonturas ou perda momentânea da noção de espaço,
sobrepondo-se por isto à visão possibilitada pelos novos equipamentos tecnológicos. Qual a principal razão desta efetiva
vantagem do olho humano?
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“O jornalismo brasileiro está em desenvolvimento. Nas capitais são publicados matutinos de projeção nacional. Nas
grandes e médias cidades do interior existem diários de caráter regional, que constituem excelentes padrões de
imprensa. Resta ainda, no entanto, a valorização do jornalista profissional”. Este relato está nas palavras iniciais de
“Técnicas de Codificação em Jornalismo”, de um pioneiro do ensino de Comunicação Social, no Brasil. O livro foi lançado
em 1978 e teve seguidas edições, sendo considerado, desde então, uma obra histórica e de referência para os cursos
de jornalismo do país inteiro. O seu autor é:
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A grande imprensa norte-americana, historicamente modelo de texto e de linha editorial para a imprensa brasileira,
busca a imparcialidade. Por exemplo, quando faz a cobertura de eleições presidenciais. O tempo todo da campanha
deixa sempre claro, em seus editoriais, por qual partido ou candidato tem preferência. Este posicionamento como
veículo de comunicação, no entanto, não contamina o trabalho da reportagem. Nos Estados Unidos, preocupam-se em
separar a opinião no editorial da livre apuração jornalística dos fatos. Ou seja, deixa claro a seus leitores que toma
parte, mas não manipula a notícia de maneira ideológica, partidária ou por interesse empresarial. E os grandes veículos
de comunicação, no Brasil, sempre procuraram dar preferência à plena realidade dos fatos, como está claramente
recomendado em seus manuais de redação. Por exemplo, a “Folha de São Paulo”, no verbete ouvir o outro lado,
conceitua que todo fato comporta mais de uma versão e recomenda aos seus profissionais registrarem sempre “todas
as versões”. Interessante acrescentar: em outro verbete referente ao noticiário sobre minorias, acentua que elas
devem ser tratadas com “relevância respeitosa e sem preconceito”. E isto é, mais uma vez, precioso conceito sobre a
permanente imparcialidade. A propósito, como e por quais razões a mídia deve distinguir, com imparcialidade, os grupos
minoritários presentes e atuantes em sua sociedade?
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Destacada por estudiosos da mídia como a técnica de redação mais adotada em jornais do Ocidente, a pirâmide
invertida é, segundo o manual de redação da “Folha de São Paulo”, a maneira profissional das informações mais
importantes serem dadas no início do texto e as demais, embora também interessantes, poderem seguir hierarquização
decrescente e tornarem-se até dispensáveis, ficando, assim, para os parágrafos finais da matéria jornalística. Qual a
razão principal, portanto, de se adotar o conceito de pirâmide invertida?
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Em junho de 2009, por decisão do ministro Gilmar Mendes, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o fim da
obrigatoriedade do diploma superior para o exercício da profissão de jornalista instituída em 13/05/1943 pelo
Decreto-Lei nº 5.480, assinado pelo presidente Getúlio Vargas e pelo ministro Gustavo Capanema. O diploma
continuava também como exigência, pelo Decreto-Lei nº 972, de 17/10/1969, para o registro profissional no Ministério
do Trabalho. Desde 2009, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que congrega os sindicatos profissionais de
jornalistas de todo o território nacional, tenta restabelecer a obrigatoriedade do diploma, através da Câmara dos
Deputados e do Senado. Como é seguida, para o exercício da profissão de jornalista, a questão do diploma universitário
nos demais países do mundo?
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- Tecnologia e Comunicação
- Internet na Tecnologia e Comunicação no Jornalismo
- Tecnologia da Informação e das Comunicações
- Inteligência Artificial no Jornalismo
Entre os anos 20 e 70, ensina Antonio Hohlfeldt, doutor em Letras pela PUC/RS, que desenvolveram-se um certo
número de teorias ligadas aos processos informacionais. Mas foi já a partir dos anos 60, concentrando-se nos anos 70,
através de vários pesquisadores dos Estados Unidos que se fez o cruzamento das diferentes teorias, a fim de ser possível
compreender a abrangência desse processo comunicacional. Hohlfeldt analisa em especial a agenda setting
(agendamento que a mídia faz junto ao receptor), o newsmaking (ênfase à produção da informação ou à transformação
dos acontecimentos) e a espiral do silêncio (desdobramento da agenda setting que destaca a onipresença da mídia
como modificadora ou formadora de opinião a respeito da realidade), que nos alertam para o fato de que “não se pode
ser nem preconceituoso nem ingênuo em relação à mídia”. Para Hohlfeldt, a mídia se não tem aquele poder absoluto
até a década de 20, por certo possui ainda uma força de todo não dimensionada, graças às diferentes estratégias com
que é sucessivamente apropriada por diversos grupos, políticos ou não. Aliás, lembra ele, muitos estudiosos costumam
dizer também que as atuais tecnologias resultam da necessidade das grandes empresas internacionais manterem
ocupados seus cientistas contratados, de modo que sempre revisem suas descobertas, a fim de encontrar novas
utilizações para o que foi parcialmente desenvolvido ou utilizado. O que Zbigniew Brzezinski, já em 1969, denominou
de tecnotrônica, isto é, a combinação de diferentes tecnologias que permite o advento de um novo salto:
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